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PAI PRENDE FILHA DE 3 ANOS EM CADEIRINHA E TOCA FOGO NO VEÍCULO

Martin disputava a guarda de Zoey com a ex-mulher (Foto: Reprodução)

Martin disputava a guarda de Zoey com a ex-mulher | Foto: Reprodução

A morte de uma menina de 3 anos pelo próprio pai, em Nova York, chocou os Estados Unidos pelo nível de crueldade da ação. Segundo as autoridades locais, o pai colocou a filha dentro do carro, a prendeu na cadeirinha, trancou e ateou fogo no veículo. A polícia afirmou que Martin Pereira estava em uma disputa judicial com a ex-mulher pela guarda de Zoey Pereira, que chegou a ser socorrida imediatamente, mas não resistiu às queimaduras. A morte foi confirmada no hospital. Testemunhas contaram que o pai jogou gasolina e colocou um vasilhame com mais líquido inflamável no banco de trás, onde estava a criança. A polícia ainda investiga se ele também tentou se matar. Isso porque, uma das testemunhas viu o suspeito sair em chamas do carro e o ajudou com um cobertor. Nessa hora, os bombeiros chegaram e o suspeito conseguiu fugir. Martin foi encontrado em um parque só de cuecas tentando encontrar água para diminuir a dor. Em seguida, também foi encaminhado ao hospital. De acordo com o New York Post, ele foi preso e está sob custódia da polícia enquanto se recupera. “Ele matou um bebê. Queimou ela viva. Isso não é um ser humano, é um animal. Covarde”, disse uma tia da menina à publicação.

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GUAIDÓ CONVOCA NOVAS MANIFESTAÇÕES CONTRA MADURO

Foto : Cristian Hernández/AFP

Foto : Cristian Hernández/AFP

O autoproclamado presidente interino Juan Guaidó postou logo cedo nesta quarta-feira (1º) uma mensagem no Twitter instando os opositores de Nicolás Maduro a saírem às ruas novamente na Venezuela no Dia do Trabalhador. “Seguimos com mais força que nunca”, diz. A tentativa de novas mobilizações vem na sequência de um dia de distúrbios na Venezuela, em especial na capital Caracas, onde Guaidó tentou liderar um levante militar. Na última terça-feira (30), o presidente autoproclamado apareceu com outro líder oposicionista, Leopoldo López, que estava em prisão domiciliar, e um grupo de soldados desertores, perto da base aérea La Carlota, considerada estratégica para a Venezuela, nas primeiras horas da manhã. O líder oposicionista afirmava que conquistou o apoio dos militares venezuelanos, o que o regime chavista rechaçou. Houve confronto, e dezenas de pessoas ficaram feridas — a imprensa local cita 57. No fim do dia, Maduro afirmou que os militares que apoiaram Guaidó foram pagos pela oposição. O chavista ainda negou que tenha perdido respaldo das Forças Armadas e o controle da base de La Carlota.

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Pai sofre infarto e morre 3 meses após acidente de Sala

Foto: Facebook

O pai do ex-jogador Emiliano Sala, Horácio Sala, morreu na na madrugada desta sexta-feira, em Progresso, Santa Fé, na Argentina, vítima de um ataque cardíaco fulminante. O argentino falece três meses depois de seu filho também morrer em um acidente de avião. Segundo o canal de TV argentino C5N, Horacio chegou a receber atendimento, mas quando os médicos chegaram em sua casa já era tarde demais. A informação foi confirmada por Daniel Ribero, presidente do San Martín de Progreso, clube de futebol da cidade. O prefeito de Progreso, Jorge Müller, também confirmou. “Esta madrugada, ele sentiu uma dor no peito. Chamaram o médico, mas, quando chegou, o Horacio já tinha falecido. Tinha estado com ele durante a semana. Cruzei com ele na rua e passamos meia hora falando do cultivo da soja, do caminhão… Eu o notava melhor, com vontade de fala”, disse o presidente O acidente de Emiliano Sala impactou o mundo do futebol. O jogador ficou desaparecido e as buscas pelo seu corpo chegaram a ser financiadas por atletas em atividade. A última aparição pública de seu pai foi quando o corpo do atacante foi encontrado. Na ocasião, Horácio disse estar tendo “um sonho ruim” e que estava “desesperado”. (Conteúdo: Lance)

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ATENTADOS EM IGREJAS E HOTÉIS DE LUXO DEIXAM AO MENOS 207 MORTOS NO SRI LANKA

ATENTADOS EM IGREJAS E HOTÉIS DE LUXO DEIXAM AO MENOS 207 MORTOS NO SRI LANKA

Foto: Reprodução

Igrejas e hotéis de luxo no Sri Lanka foram alvos de série de explosões que resultaram na morte de 207 pessoas neste domingo (21). Pelo menos outras 450 pessoas ficaram feridas com os ataques. O Sri Lanka, uma ilha no oceano Índico, sofreu com décadas de uma guerra civil que terminou em 2009. Desde então, sofre com instabilidade política e ataques esporádicos. A responsabilidade pelos atentados ainda não foi assumida, mas a polícia local afirma que eles parecem ter sido coordenados para acontecer simultaneamente. Segundo investigadores, há evidências de que eles podem ter sido ataques suicidas. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o governo do Sri Lanka decretou um toque de recolher e também bloqueou acesso a redes sociais e aplicativos de mensagens, como Facebook e WhatsApp, com a intenção de evitar o surgimento de boatos. O papa Francisco condenou os atentados. “Gostaria de expressar minha proximidade afetuosa à comunidade cristã, atacada enquanto se reunia para orar, e a todas as vítimas dessa violência cruel”, disse o pontífice, que visitou o Sri Lanka em 2015. A explosão mais violenta aconteceu na igreja de St. Sebastian, em Negombo, uma cidade ao norte da capital, onde 50 pessoas morreram.  As explosões aconteceram por volta das 8h45 (2h30, no horário de Brasília) durante a missa da celebração católica. Em Colombo, na capital do Sri Lanka, foram atacados três hotéis (Shangri-La Colombo, Kingsbury Hotel e Cinnamon Grand Colombo) e a igreja de Santo Antônio.  Outra explosão aconteceu também em uma igreja na província oriental de Batticaloa. “Nosso povo está empenhado em evacuar as vítimas”, disse o porta-voz da polícia. No Twitter, o presidente do Brasil, Jair Bosonaro, também se pronunciou. “Mesmo neste dia sagrado, o extremismo deixa rastros de morte e dor. Em nome dos brasileiros, condeno os ataques que deixaram centenas de vítimas no Sri Lanka, inclusive em igrejas, onde se celebrava a Ressurreição de Cristo. Que Deus possa confortar os que agora sofrem!”, escreveu.

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GUAIDÓ CONVOCA VENEZUELA PARA ‘MAIOR MARCHA DA HISTÓRIA’ CONTRA MADURO

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, convocou hoje (19) uma grande marcha para o dia 1º de maio como parte das ações para pressionar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a deixar o poder. O líder opositor foi reconhecido por dezenas de países que rejeitaram a reeleição do presidente Nicolás Maduro em uma votação questionada em 2018. “Convocamos todo o povo para a maior marcha já vista na história da Venezuela, exigindo o fim da usurpação, que se termine essa tragédia”, disse Guaidó. “Os pontos de concentração para a marcha serão onde se juramentaram os comitês de ajuda e liberdade”.

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EX-PRESIDENTE DO PERU COMETE SUICÍDIO PARA EVITAR SER PRESO

Foto: Guadalupe Pardo / Reuters

Alan García, ex-presidente do Peru, cometeu suicídio na manhã desta quarta-feira, 17, com um tiro na cabeça quando policiais chegaram em sua residência, na capital do país, para prendê-lo por conexões com uma investigação sobre suborno no caso relacionado à construtora brasileira Odebrecht, informou seu advogado. Ele chegou a ser levado para um hospital onde passou por cirurgia, mas não resistiu e morreu.  “Esta manhã aconteceu este acidente lamentável: o presidente tomou a decisão de atirar”, disse Erasmo Reyna na entrada do Hospital de Emergências Casimiro Ulloa, em Lima. O hospital indicou que García, de 69 anos, tem “um ferimento de bala na cabeça” e está sendo operado. A informação de que o ex-presidente – que comandou o Peru de 1985 a 1990 e de 2006 a 2011 – havia tentado tirar a própria vida foi divulgada mais cedo por fontes policiais que pediram para não ser identificadas. O hospital no qual ele estava internado confirmou a morte por volta das 12h30 (horário de Brasília).  Imagens de emissoras locais de TV mostraram o filho do ex-presidente e apoiadores chegando ao hospital. A polícia fez um cordão de isolamento para garantir a segurança no local. Momentos antes, em comunicado, o Ministério da Saúde peruano informou que o ex-presidente tem um “impacto de bala na cabeça, com entrada e saída” e seu estado de saúde “é delicado e o prognóstico reservado”. Já o diretor do hospital Casimiro Ulloa, Enrique Gutiérrez, afirmou que o ex-mandatário ingressou na unidade de saúde às 7h17 (9h17, em Brasília) e foi levado direto para a sala de cirurgia. “Em três oportunidades, teve paradas cardiorrespiratórias. Eles ainda passa por intervenção médica.” Ele acabou não resistindo. (Conteúdo: Terra / Estadão)

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Sobe para 557 o número de mortos por ciclone no sul da África

Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters

Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters

O ciclone que devastou Moçambique e depois o Zimbábue deixou até o momento 557 mortos, além de provocar inundações, destruir estradas e cortar comunicações no Malauí, afetando pelo menos 1,7 milhão de pessoas. De acordo com a Cruz Vermelha, a cidade portuária de Beira sofreu danos maciços com o rompimento de uma barragem, o que piorou ainda mais a situação.

Os moradores sofrem com escassez de alimentos, água e outros itens essenciais. O ministro da Terra e do Meio Ambiente, Celso Correia, disse ontem (22) que cerca de 15 mil pessoas estão desaparecidas em Moçambique. Há temor de que o número de mortos ainda possa crescer significativamente.

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Motorista ateia fogo em ônibus com 51 crianças na Itália

Suspeito é de origem senegalense; autoridades consideram ato ataque terrorista

Autoridades consideram o ato como ataque terrorista || Foto: Reprodução

Um ônibus que levava 51 crianças em uma excursão nos arredores de Milão, na Itália, foi sequestrado e incendiado pelo próprio motorista.. O incidente aconteceu na tarde desta quarta-feira, 20 e é tratado como terrorismo pelas autoridades italianas. Jornais italianos divulgaram a identidade do suspeito. Ousseynou Sy tem 47 anos e é de origem senegalesa. Ele saiu da rota programada e fez as crianças reféns antes de atear fogo no veículo. O ato foi um aparente protesto contra o tratamento de migrantes que vêm da África no Mar Mediterrâneo, segundo autoridades italianas.

Todas as crianças, que estudavam na mesma escola (Valiati di Crema) saíram ilesas. O porta-voz da Polícia de Milão, Marco Palmieri, disse que Ousseynou gritou “Parem com as mortes no mar, vou fazer um massacre”. Segundo a polícia, ele já havia sido condenado por abuso sexual e por dirigir alcoolizado. Os pais de uma das crianças, que conseguiram contato telefônico, chamaram a polícia. Os estudantes precisaram ser retirados pelas janelas do ônibus. As vítimas foram levadas a um hospital da região mas estão estáveis. Com informações da Jovem Pan

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Maduro acusa Trump e Bolsonaro de “apologia à guerra”

Foto: Reuters / BBC News Brasil

O governo de Nicolás Maduro “rejeitou fortemente” as “perigosas declarações” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo brasileiro, Jair Bolsonaro, e acusou os dois líderes de fazerem “apologia da guerra”. Em comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores nesta quarta-feira (20), Caracas criticou a postura de Trump e Bolsonaro após ambos reafirmarem que “todas as opções continuam na mesa” para resolver a crise política e institucional no país latino. Para o regime de Maduro, os dois presidentes representam as ideias mais retrógradas para os povos dos dois países e são uma ameaça à paz e à segurança internacional.

“Nenhuma aliança neofascista vai conseguir derrubar a vontade independente e soberana do povo venezuelano e nem terá sucesso ao semear estratégias de ódio e belicistas entre os países do continente”, acrescenta o texto. Ontem (19), durante o primeiro encontro entre os dois líderes, Bolsonaro não descartou a hipótese de permitir a entrada no país de tropas dos Estados Unidos para uma eventual ação militar na Venezuela. Trump, por sua vez, reiterou que “todas as opções estão abertas” e que ainda pode aplicar sanções mais duras antes de tentar uma alternativa militar. Informações: Terra

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Mortos por desastre natural podem passar de mil em Moçambique

Foto: International Federation Of Red Cross And Red Crescent Societies / Reuters

O número de pessoas mortas por uma forte tempestade e inundações anteriores em Moçambique pode superar 1.000, disse o presidente do país nesta segunda-feira, colocando o possível total de vítimas fatais muito acima dos dados atuais. Até o momento foram confirmadas 84 mortes em Moçambique como resultado do ciclone Idai, que também deixou um rastro de morte e destruição no Zimbábue e em Malawi, com vastas áreas de terra inundadas, estradas destruídas e comunicação danificada. Em entrevista à Rádio Moçambique, o presidente Filipe Nyusi disse que sobrevoou a região afetada, onde dois rios transbordaram. As aldeias desapareceram, afirmou, e corpos boiavam na água. “Tudo indica que podemos registrar mais de 1 mil mortes”, afirmou.

A cidade portuária moçambicana de Beira sofreu grandes danos, informou a Cruz Vermelha. “A escala da devastação (em Beira) é enorme. Parece que 90% da área está completamente destruída”, disse Jamie LeSueur, líder da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) no local. O ciclone também matou 89 pessoas no Zimbábue, segundo uma autoridade do Ministério da Informação, enquanto o número de vítimas fatais no Malawi decorrentes de enchentes era de 56 até a semana passada. Não foram divulgados novos números de vítimas no país após a chegada do ciclone. No Zimbábue, o distrito de Chimanimani ficou isolado do resto do país devido a chuvas torrenciais e ventos de até 170 quilômetros por hora que varreram estradas, casas e pontes e derrubaram linhas de energia e comunicação. (Informações do Terra)

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EUA retiram diplomatas da Venezuela; Maduro prende repórter

Nicolás Maduro || Foto: Andres Martinez Casares / Reuters

O governo dos Estados Unidos ordenou a retirada de todos os diplomatas e funcionários da embaixada norte-americana da Venezuela. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que a decisão foi tomada devido à “deterioração” da situação na Venezuela, que passa por uma crise política e humanitária. “Os EUA irão retirar o restante pessoal da embaixada esta semana. Esta decisão reflete a deterioração da situação na Venezuela, bem como a conclusão de que a presença dos nossos funcionários se tornou um constrangimento para a política dos Estados Unidos”, disse Pompeo no Twitter.  O Departamento de Gabinete do Tesouro de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) também anunciou sanções a um banco com sede na Rússia por manter negócios com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, quem classificou de “ilegítimo”. O banco alvo da sanção é o Evrofinance Mosnarbank (VTB Bank), que mantém negócios com a estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA).

CRISE

A Venezuela está sem energia elétrica há cinco dias devido a um blackout geral. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que não é mais reconhecido como líder por 50 países, ordenou que a escolas e escritórios públicos permaneçam fechados até amanhã (13) devido à falta de energia. Maduro também anunciou a prisão de duas pessoas, as quais ele acusa de “sabotagem” na central elétrica de El Guri, a principal do país. No entanto, ele não deu informações sobre a identidade dos detidos. Por sua vez, o Sindicato dos Jornalistas Venezuelanos (SNTP) divulgou que o venezuelano Luis Carlos Diaz, jornalista de 34 anos de idade especializado em tecnologia, foi capturado por agentes do governo de Maduro. O sindicato acredita que ele seja um dos dois presos pelo regime venezuelano, que acusa hackers e os EUA de provocarem o apagão. Enquanto isso, países como EUA, Brasil, União Europeia, Canadá e Argentina consideram Maduro um ditador e pedem sua saída imediata do poder. O autoproclamado presidente da Venezuela, o deputado opositor Juan Guaidó, acredita que Maduro esteja usando o apagão como forma de deixar a população no desespero. Milhares de venezuelanos sofrem com escassez de alimentos e remédios e estão vivendo em situações precárias. Conteúdo da agencia Terra/ANSA

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Avião com 157 pessoas a bordo cai no trajeto entre a Etiópia e o Quênia

Operações de busca e socorro estão em curso || Foto : Alan Wilson

Operações de busca e socorro estão em curso || Foto : Alan Wilson

Um avião da Ethiopian Airlines, que voava da capital da Etiópia, Adis Abeba, para Nairobi, no Quênia, caiu hoje (10) com 157 pessoas a bordo, de acordo com autoridades dos países. As causas do acidente ainda não são conhecidas.  A aeronave, um Boeing 737 que levava 149 passageiros e oito tripulantes, partiu do Aeroporto Internacional de Adis Abeba às 8h38 (horário local, 2h38 no horário de Brasília) e perdeu contato seis minutos depois. A companhia aérea Ethiopian Airlines informou que as operações de busca e socorro estão em curso e que não há detalhes sobre mortos e feridos.

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Após retorno de Guaidó, Maduro afirma que irá continuar no poder

(Yuri Cortez/AFP)

Um dia após o retorno de Juan Guaidó – autoproclamado presidente interino da Venezuela – ao país, o presidente, Nicolás Maduro, publicou em sua conta no Twitter uma resposta indireta, sem mencionar o opositor, mas sugerindo que pretende se manter no poder. “O mundo é testemunha excepcional de uma Venezuela que enfrenta as agressões imperiais e segue em frente com dignidade”, dizia a mensagem na rede social. “Continuaremos a manter a bandeira dos povos livres que levantam suas vozes contra a interferência imperial”. O texto foi acompanhado por um vídeo dizendo que “a batalha que está acontecendo pela Venezuela é uma batalha pela humanidade”.

Na segunda-feira 4, Guaidó também foi às redes sociais para se pronunciar, informando que deixara o país para se reunir com líderes de outras nações e formar uma coalizão contra o regime de Maduro. O autoproclamado presidente interino chegou, inclusive,  a se encontrar com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro – ele já conta com apoio de mais de 50 países, incluindo os Estados Unidos. Seu retorno à Venezuela foi visto como um enfrentamento ao atual presidente, que havia ameaçado Guaidó de “prestar contas à Justiça” – inclusive com ameaça de prisão – por ter desobedecido uma ordem de não sair do país. (Redação Abril.com)

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Guaidó deve chegar ao Brasil por volta da meia-noite

Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela || Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro deve se reunir com Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, entre amanhã (28) e sexta-feira (1º). O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, participará do encontro. O venezuelano é esperado em Brasília por volta da meia-noite, segundo a assessoria da vice-presidência da República. No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar o país e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar das ordens, o interino foi à Colômbia e prometeu retornar à Venezuela em breve.

Juan Guaidó e Hamilton Mourão, vice-presidente do Brasil || Foto: Reprodução

Há dois dias, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, conversou em particular com Guaidó, em Bogotá, na Colômbia. Antes, Araújo também se reuniu com Guaidó. Eles participaram da reunião do Grupo de Lima, da qual participaram representantes das Américas, em defesa de uma saída pacífica para crise venezuelana sem interferência externa.

VIOLÊNCIA

Nos últimos dias o clima de confronto dominou a região fronteiriça da Venezuela com o Brasil e a Colômbia. Por ordem de Maduro, a fronteira com o Brasil foi fechada. Houve dificuldades para o transporte da ajuda humanitária internacional com registros de mortos e feridos. Segundo relatos, militares venezuelanos atiraram na direção de civis desarmados. Para Maduro, há uma orquestração internacional, liderada pelos Estados Unidos e Colômbia, com o objetivo de promover uma intervenção na Venezuela. Ele e aliados negam a existência de crise humanitária no país. (Com informações da TVN, emissora oficial do Chile/Isto É).

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Jornalistas são retidos em palácio presidencial venezuelano por ordem de Maduro, diz emissora

Foto : Angela Weiss/Getty Images

Foto : Angela Weiss/Getty Images

Seis integrantes de uma equipe da Univision Noticias ficaram retidos no Palácio Miraflores, sede da presidência da Venezuela, na tarde de ontem (25).  Segundo a emissora, a maior rede de televisão hispânica dos Estados Unidos, a ordem partiu de Nicolás Maduro. O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Imprensa da Venezuela comunicou que eles foram liberados pouco mais de uma hora depois. O equipamento e a gravação, no entanto, não foram devolvidos.

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Arsenal militar da Venezuela perde força com crise do país

Força militar da Venezuela está reduzida || Foto: Manaure Quintero / Reuters

Força militar da Venezuela está reduzida || Foto: Manaure Quintero / Reuters

A força militar da Venezuela está reduzida, duramente atingida pela crise que destroçou a economia do país com uma inflação de 1.700.000% ao ano. A tropa de 115 mil homens e mulheres registrada em 2015 perdeu cerca de 23% do melhor pessoal, técnicos e profissionais de nível universitário, saídos rumo à iniciativa privada internacional ou, pior, por desencanto – o número de deserções é tão alto que deixou de ser informado pelo governo bolivariano. A oficialidade anda aborrecida com a manipulação da carreira. Há perto de 2 mil generais – 1 para cada 57 soldados -, grande parte deles premiados com promoções políticas. Segundo agências de inteligência da Defesa dos EUA, o inventário do arsenal não vai bem. Tanques T-72 e blindados sobre rodas, fornecidos pela Rússia há pouco tempo, precisam de manutenção pesada. Os dois submarinos leves classe Sabalo, de 1.300 toneladas, estão em péssimo estado, recolhidos em diques secos. Das seis fragatas Lupo da esquadra, apenas duas manteriam o poder de ataque. Na estratégica aviação de combate a situação é grave.

Os caças de múltiplo emprego Su-30 Mk2V, comprados da Rússia em 2006 pelo então presidente Hugo Chávez, enfrentam sérias dificuldades para sair do chão – de acordo com a análise de informações americanas, a frota operacional está limitada a 10 ou 12 supersônicos – só dois deles dotados de recursos eletrônicos para disparar mísseis antinavio de alta velocidade Kh-31 com alcance na faixa de 150 quilômetros. O comando da aeronáutica venezuelana recebeu 24 jatos Su-30. Perdeu um, em acidente. Utiliza parte da frota de 23 unidades como banco de peças e componentes para preservar os três esquadrões remanescentes. Ontem, dois Sukhoi teriam voado, armados e a baixa altura, trovejando as turbinas sobre a região de Cúcuta, fronteira com a Colômbia. Os jatos são espetaculares – podem levar de 8 a 12 toneladas de mísseis, foguetes, bombas inteligentes e tanques extras, além de um canhão de 30 mm. A força aérea emprega jatos subsônicos chineses K-8 Karakorum nas missões de bombardeio leve. As aeronaves, 18 delas, podem receber até 1 tonelada de armas de baixa sofisticação ou acessórios óticos de reconhecimento.

Os caças russos e um único grupo formado por antigos F-16 A/B americanos, na média com 30 anos de uso, foram deslocados de suas bases regulares para El Libertador, em Maracay, no eixo centro-norte da Venezuela. É um enorme complexo, que abriga um aeroporto civil, mais unidades de transporte e vigilância. Há dois dias, uma bateria de mísseis russos S-300 de defesa antiaérea foi fotografada no local por um satélite militar dos EUA. A Venezuela tem três batalhões completos. É a mesma arma cuja presença na Síria e no Irã desagrada à Casa Branca sob Donald Trump. Simples e letal. Uma bateria é formada por 6 carretas lançadoras blindadas, cada uma levando quatro mísseis, 1 radar de longa distância, 1 veículo de comando e controle, e 1 remuniciador. A versão adquirida pelo presidente Maduro, recebida a partir de 2012, custa cerca de US$ 115 milhões, fora o míssil 9M82M, cotado a US$ 1 milhão.

Funcionando no modo automático – o sistema digital rastreia os alvos, prioriza o grau de ameaça e faz o disparo – o tempo de reação é de 3 segundos. Atinge mísseis balísticos e de cruzeiro, aviões e projéteis de artilharia no limite máximo de 150 km a 200 km, a altitudes de 30 km. De acordo com os dados da inteligência, o S-300 tem recebido dinheiro, atenção e cuidados. No lado brasileiro da fronteira, em Roraima, o cenário tático seguiu as definições do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva. Na sexta-feira, Azevedo e Silva havia dito ao Estado que “não há possibilidade de confronto militar” entre Brasil e Venezuela. A 1.ª Brigada de Infantaria de Selva, de Boa Vista, manteve as ações previstas de apoio logístico. (Estadão Conteúdo)

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“Vamos às ruas defender nossa independência”, diz Maduro

Foto: Reuters

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse, em sua conta oficial do Twitter, que Caracas e todas as cidades do país estarão mobilizadas para defender a independência da nação. “Hoje a cidade está mobilizada em Caracas e em todas as cidades do país. Todos nós vamos às ruas para defender nossa independência, com consciência e alegria. Não haverá guerra na terra natal de Bolívar e Chávez, a paz triunfará aqui. Venezuela respeita!”, disse Maduro na publicação.

Neste sábado, membros da oposição venezuelana lideram uma operação de entrega de cerca de 200 toneladas de alimentos e suprimentos médicos à população. A delegação irá tentar atravessar as fronteiras do país com a Colômbia e o Brasil, que estão fechadas por ordens do presidente Nicolás Maduro. A estratégia da oposição é levar o auxílio por meio de três ações simultâneas, com eventos na Colômbia, assistência prestada por via marítima e através da fronteira da Venezuela com o Brasil. Maduro recusou a entrada da ajuda de outros países e ordenou o fechamento da fronteira da Venezuela com o Brasil. Desde o último sábado, a região fronteiriça da Venezuela com a Colômbia também está sob vigia das Força Armada Nacional da República Bolivariana da Venezuela (FANB), guarda militar do país. (Estadão Conteúdo)

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Vice de Maduro anuncia fechamento de fronteira com a Colômbia

Delcy Rodríguez

Delcy Rodríguez || Foto: Reprodução

A Venezuela anunciou na noite desta sexta-feira (22) o fechamento da fronteira com a Colômbia no estado de Táchira (oeste). A vice-presidente de Maduro, Delcy Rodríguez, disse em sua conta no Twitter que decidiu temporariamente fechar a divisa com a cidade colombiana de Cúcuta nas pontes Simón Bolívar, Santander e Unión, por onde entraria a ajuda humanitária coordenada pelo líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó. “Devido às graves e ilegais ameaças tentadas pelo governo da Colômbia contra a paz e a soberania da Venezuela”, Caracas “tomou a decisão de um fechamento total temporário” de todas as pontes que unem os dois países por Táchira, escreveu Rodríguez. A ponte Simón Bolívar é a mais importante para a travessia de pedestres na área e fica na cidade de San Antonio, próximo a Cúcuta. La Unión está em Boca de Grita e Santander, em Ureña.

BRASIL

Nesta sexta-feira (22), militares venezuelanos abriram fogo contra um grupo de civis que tentava ajudar a manter aberta a fronteira da Venezuela com o Brasil um dia depois de o ditador Nicolás Maduro ter anunciado o fechamento da divisa entre os dois países. Ao menos duas pessoas morreram nos conflitos desta sexta. Mesmo com a decisão de fechamento da fronteira, o governo brasileiro decidiu manter a programação de enviar ajuda à região.

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Fronteira entre Colômbia e Venezuela é palco de confrontos

Após o fechamento da fronteira entre Venezuela e Colômbia, houve confusão em pelo menos dois pontos da divisa. Na Ponte Simón Bolívar, um grupo de venezuelanos removeu as barreiras colocadas pelo regime de Nicolás Maduro e as atirou no Rio Táchira. Em seguida, as forças de segurança dispersaram cerca de 200 pessoas que tentavam entrar na Colômbia com gás lacrimogêneo.  Jovens ainda desafiaram os membros da Guarda Nacional cantando o hino venezuelano. Já em Ureña, cidade situada no estado de Táchira, manifestantes tentaram se aproximar da ponte que leva até Cúcuta, na Colômbia, e montaram uma barricada para interromper o avanço das forças de ordem.

Os policiais responderam com balas de borracha e gás lacrimogêneo e conseguiram dispersar o ato. Segundo Juan Guaidó, “diversos membros” da Guarda Nacional em serviço na ponte Simón Bolívar desertaram para se unir à oposição. Por sua vez, a emissora chavista Telesur afirmou que trata-se de “terroristas infiltrados que sequestraram blindados e tentaram atropelar pessoas na ponte”. “É uma operação dirigida por opositores do lado colombiano da fronteira”, disse o canal. (Informações: ANSA)

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Guarda venezuelana amplia fechamento de fronteira com Brasil

Guarda Nacional Bolivariana / Foto: Ricardo Moraes / Reuters

A Guarda Nacional Bolivariana ampliou na manhã deste sábado, 23, o fechamento da fronteira com o Brasil, segundo o Exército brasileiro. Além do posto entre Pacaraima e Santa Elena do Uairen, soldados venezuelanos foram mobilizados em torno de grandes partes da fronteira seca entre os dois países, para dificultar a passagem de venezuelanos que tentem ir para o Brasil. Apesar do cerco, alguns venezuelanos ainda estão entrando em território brasileiro. Os caminhões que transportarão a primeira remessa de ajuda humanitária do Brasil para a Venezuela, principalmente com remédios, partiram na manhã deste sábado de Boa Vista, em Roraima, para a fronteira entre os dois países, que está fechada desde a quinta-feira pelo governo de Nicolás Maduro.

Os veículos são dois caminhões com placas e motoristas venezuelanos foram escoltados pela Polícia Rodoviária Federal e pelo exército durante os 220 quilômetros que levam até a cidade de Pacaraima, situada na própria fronteira. O governo federal estocou em Boa Vista, com ajuda da embaixada dos Estados Unidos, cerca de 200 toneladas de alimentos e remédios, que não puderam ser transportados em sua totalidade devido ao fechamento de fronteira ordenado por Maduro. (Estadão Conteúdo)

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Nicolás Maduro anuncia fechamento da fronteira com o Brasil

Nicolás Maduro | Foto: Reuters

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quinta-feira, 21, que fechará a fronteira com o Brasil e avalia fazer o mesmo com a divisa com a Colômbia. A decisão ocorre a dois dias de a oposição venezuelana iniciar uma operação com auxílio dos dois países vizinhos e dos Estados Unidos para entregar ajuda humanitária à Venezuela.  “Decidi que, no sul da Venezuela, a partir das 20h (21h de Brasília) fica fechada completamente a fronteira com o Brasil, até segunda ordem”, disse o presidente após reunião com o alto comando militar em Caracas. Sobre a Colômbia, Maduro afirmou que avalia uma medida similar e o armazenamento de ajuda humanitária é uma “provocação barata”.

Mais cedo, o deputado opositor venezuelano Américo De Grazia, da Assembleia Nacional, afirmou em sua conta no Twitter que o presidente Nicolás Maduro enviou veículos militares blindados para a cidade de Santa Elena de Uairén, a 12 km da fronteira com o Brasil, para evitar a entrada de ajuda humanitária no país a partir da cidade de Pacaraima, em Roraima.

“O usurpador toma militarmente Santa Elena de Uairén para impedir a entrada de ajuda humanitária para os venezuelanos”, escreveu de Grazia. “No entanto, os povos indígenas Pemones de La Gran Sabana, juntamente com o gabinete do prefeito e os cidadãos, tornarão a solidariedade uma realidade”, completou. No começo desta semana, o governo brasileiro afirmou que montará uma força-tarefa na fronteira com a Venezuela para ajudar na entrega de ajuda humanitária enviada pelos EUA e em coordenação com a oposição venezuelana. Nesta quinta-feira, o chanceler Ernesto Araújo se reuniu com o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL), possilvelmente para discutir os detalhes do plano que o governo chamou nesta semana de “aproximação logística de Pacaraima”. /EFE e REUTERS

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Israel: Netanyahu renuncia a cargo de ministro das Relações Exteriores

Binyamin Netanyahu | © Reuters

premiê israelense, Binyamin Netanyahu, renunciou ao cargo de ministro das Relações Exteriores neste domingo (17) e indicou o ministro da Inteligência, Israel Katz, para substituí-lo.  Netanyahu ocupava o cargo desde 2015. A renúncia veio após um grupo ativista chamado Movimento Por Um Governo de Qualidade ir aos tribunais pedir que o premiê deixasse de atuar como chanceler. Netanyahu acumula ainda o cargo de ministro da Saúde e da Defesa, pasta que assumiu em novembro depois da saída de Avigdor Lieberman, que já foi seu parceiro de coalizão.  O grupo ativista argumenta que a carga de trabalho do premiê é insustentável e que isso prejudicaria um ministério das Relações Exteriores envolvido em disputas orçamentárias.

Defensores do premiê destacam as relações pessoais que ele tem com líderes dos Estados Unidos e da Rússia e as viagens regulares que faz ao exterior. Oficiais do governo afirmaram que Katz, que também é ministro dos Transportes, ficará à frente das Relações Exteriores durante as eleições parlamentares previstas para 9 de abril. Assim como Netanyahu, Katz é membro do partido direitista Likud. “Junto com o primeiro-ministro, continuaremos a liderar a política externa do Estado de Israel para novas conquistas”, disse Katz, 63, em uma rede social. Ele é contrário à criação de um Estado palestino e considera que não existem condições para encerrar o conflito entre Israel e Palestina. Com informações da Folhapress.

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Brasileira é sequestrada e estuprada por 4 homens na Itália

© Ronen Zvulun/Reuters

Uma brasileira de 40 anos de idade foi sequestrada, agredida e estuprada por quatro homens em Gênova, na Itália, na noite da última quinta-feira (14), data em que foi celebrado o “Dia de São Valentim” em vários países, informou a imprensa italiana neste sábado (16). O caso ocorreu na via Martiri del Turchino, no popular bairro Cep de Gênova, no apartamento de um italiano, de 50 anos, que contou com a ajuda de três marroquinos, sendo dois de 25 e um de 30 anos, para realizar o crime. Os quatro homens foram detidos pela polícia local. A vítima, que não teve a identidade revelada, foi resgatada pelas autoridades e levada para um hospital da região, onde contou detalhes sobre o episódio.

De acordo com a brasileira, os homens amarraram seus pulsos e tornozelos com uma fita adesiva para evitar sua fuga. No entanto, ela conseguiu se libertar e ligar para um vizinho no meio da noite, que a encontrou “aterrorizada” e com o “rosto inchado”. Ainda conforme o relato, enquanto o vizinho ligava para as autoridades, a vítima ficou escondida atrás de um carro estacionado na frente do prédio, mas os agressores a encontraram e a arrastaram de volta para o apartamento, local onde a polícia a resgatou. Segundo os agentes, na residência tinha diversas varas, que foram usadas para espancar a mulher. A brasileira ainda revelou que conhecia um dos marroquinos de visitas que fizera a Milão. Ela informou que o homem havia lhe pedido hospitalidade em Gênova por alguns dias. A polícia ainda investiga o caso. (ANSA)

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Ataque a tiros deixa cinco mortos em fábrica nos EUA

© Getty Images/S. Olson Ataque ocorreu em Aurora, a 60 quilômetros de Chicago

Pelo menos cinco pessoas foram mortas e quatro policiais ficaram feridos nesta sexta-feira (15/02) após um homem abrir fogo em uma fábrica de componentes industriais na região de Aurora, perto da cidade de Chicago, nos Estados Unidos. O porta-voz da Câmara Municipal de Aurora, Clayton Mohammed, disse que os quatro agentes estão em situação “estável”, sem oferecer mais detalhes sobre a gravidade de seus ferimentos. Segundo o jornal Chicago Sun-Times, os policiais trocaram tiros por uma hora com atirador até ele ser morto. Não ficou claro se o balanço de mortos divulgado pela polícia incluiu o atirador, que foi identificado como Gary Martin, de 45 anos, que trabalhou na fábrica onde ocorreu o atentado. A mãe do agressor afirmou ao Chicago Sun-Times que o filho havia sido demitido duas semanas atrás e andava “estressado” nos últimos dias.

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, declarou em comunicado que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha sido informado do incidente e que acompanha a situação em Aurora. Após a confirmação sobre a morte do atirador, o presidente Trump parabenizou a polícia local em sua conta no Twitter. “Bom trabalho das forças de segurança em Aurora, Illinois. Meus profundos sentimentos a todas as vítimas e suas famílias. Os EUA estão com vocês!”, escreveu.  Na quinta-feira se completou o primeiro aniversário do massacre na escola de ensino médio de Parkland, no estado da Flórida, onde 17 pessoas morreram: 14 estudantes e três funcionários do colégio Marjory Stoneman Douglas.

No dia seguinte da tragédia, os estudantes de Parkland começaram uma campanha agressiva pela regulação e controle sobre a venda e a posse de armas de fogo, conhecida como March for Our Lives (MFOL). Os jovens de MFOL rejeitaram energicamente “os pensamentos e orações” oferecidos por alguns políticos quando ocorrem tiroteios e lhes exigiram controle de armas e proteção real nas salas de aula. Também no último dia 11 de fevereiro, uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas em um tiroteio ocorrido em um posto de gasolina situado na cidade de North Miami, na Flórida. Os dois feridos foram internados no Jackson Memorial Hospital com ferimentos de diversa consideração, segundo afirmou a emissora local 7 News Miami. Informações: DW.com

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Equipes resgatam corpo em destroços de avião onde estava Emiliano Sala

A aeronave desapareceu em 21 de janeiro depois de decolar do aeroporto de Nantes

A aeronave desapareceu em 21 de janeiro depois de decolar do aeroporto de Nantes .

Um corpo foi resgatado dos destroços do avião onde estava o jogador argentino Emiliano Sala, informou o governo do Reino Unido ontem (6).  O cadáver havia sido encontrado no local dois dias antes. Não se sabe, no entanto, se o corpo é o de Sala ou do piloto, David Ibbotson. “A operação transcorreu com a maior dignidade possível e as famílias foram informadas dos processos alcançados”, acrescentou o AAIB (Departamento Britânico de Investigação de Acidentes Aéreos).

A aeronave, um monomotor, desapareceu em 21 de janeiro depois de decolar do aeroporto de Nantes (França). O avião seguia para Cardiff, no País de Gales. Além do atacante argentino de 28 anos, o piloto David Ibbotson, de 59 anos, estava a bordo.

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