SAÚDE PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA REGISTRA SITUAÇÃO CRÍTICA
José Moraes, de 67 anos, aguarda por transferência na policlínica municipal

José Moraes, de 67 anos, aguarda por transferência na policlínica municipal.

Responsável por duas Unidades de Pronto Atendimento em Saúde (UPAS) e sete policlínicas – centros de saúde transformados pela prefeitura em serviço de urgência –, o município de Feira de Santana (a 115 km de distância de Salvador), padece de um mal comum a outras cidades do interior do País: as filas de pacientes à espera de internamento. Alvo de uma operação que desarticulou, no final do ano passado, um esquema de desvio de recursos no valor de R$ 100 milhões, entre 2016 e 2017 (ver a matéria abaixo), o atendimento básico é crítico, o que tem levado a população a superlotar as policlínicas municipais e as UPAs. É o caso da agricultora rural Maria Valdete, 50 anos, que saiu do distrito São José buscar em busca de atendimento médico para o neto Davi, 3 anos, na UPA de Queimadinha. “O serviço no posto de saúde do distrito é muito ruim. Sempre que precisamos de atendimento é para cá que corremos”, disse Valdete. Leia matéria completa no A Tarde

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