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Psicóloga Millena Mendonça fala sobre ‘obstáculos’

por Millena Mendonça/Psicóloga

A pedra no meio do caminho, é um obstáculo que convoca o indivíduo à uma superação. Esta metáfora retirada da poesia de Drummond, está posta nos enredos de filmes, séries, novelas, nas biografias e nos contos infantis, tal qual podemos observar em Chapeuzinho Vermelho, quando esta empenhou-se para salvar-se do lobo com a ajuda de um lenhador, ou em Alice no País das Maravilhas, que com o apoio do Chapeleiro Maluco, conseguiu vencer a Rainha de Copas. O caminhar por entre as pedras, retirando-as do meio do caminho, requer um investimento de viver, de fazer “a coisa viva” acontecer, ainda que outras pedras surjam lá na frente, porque viver é pulsação contínua, é caminhar para uma construção individual. Trazendo a ideia de construção para o assunto psicoterapia, “fazer a coisa viva” acontecer, seria construir as beiradas do impalpável, daquilo que está no inconsciente e que incide sobre o Eu. Nesse caso, a contribuição de um psicoterapeuta no processo de construção, é a ferramenta subjetiva exata, sobretudo para que o próprio indivíduo se reconheça enquanto protagonista de sua história, dando novas direções ao enredo de sua vida, permitindo com sensatez as correlações entre o eu, tu, eles e elas. Digo isso, porque é pela palavra que se pressupõe um dizer do eu endereçado ao tu, eles e elas. E isso funciona em um movimento dialético, o supra sumo das elaborações individuais. Lembremos que, para retirada da pedra no meio do caminho, Chapeuzinho Vermelho teve ajuda do lenhador e a Alice, do Chapeleiro Maluco. Aprendemos muito através dos contos.

Saúde: Menor consumo de sal evitaria milhões de mortes, aponta estudo

Diminuir em 10% o consumo de sal poderia salvar milhões de vidas, afirma um estudo publicado nesta quarta-feira (11) pela revista médica britânica The British Medical Journal. O sal aumenta os riscos de hipertensão e de doenças cardiovasculares. As informações são da Rádio França Internacional. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a maioria dos adultos consome mais do que a quantidade recomendada de 2 gramas de sal por dia, no máximo. O excesso de sal, presente principalmente em alimentos industrializados, está na origem de cerca de 1,65 milhão de mortes provocadas por doenças cardíacas em todo o mundo, de acordo com a OMS. Apesar de poucos países até agora terem adotado políticas públicas para tentar diminuir o consumo de sal, pesquisadores, atuando conjuntamente com a indústria alimentícia, avaliaram o impacto de estratégias públicas de prevenção em 183 países. E concluíram que investir o equivalente a apenas 10 centavos de dólar por pessoa (cerca de R$ 0,32), contribuiria grandemente para frear a mortalidade.

RESULTADOS IMPRESSIONAM

Os cientistas também estimaram, baseados no índice de Esperança de Vida Corrigida, o número de anos perdidos pela população mundial por conta do excesso de sal. Segundo o estudo, uma alimentação menos salgada durante um período 10 anos evitaria uma perda anual equivalente a 5,8 milhões de anos de boa saúde. O custo dos anos ganhos seria equivalente ao que se gasta atualmente em remédios para tratamento de doenças cardiovasculares, apontam os pesquisadores

07 de Abril é o Dia Mundial da saúde: 15 dicas para ser uma pessoa mais saudável

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Dia 07 de abril é o dia mundial da saúde! Mas você sabe o que é saúde? Segundo a organização mundial de saúde, “a saúde é o completo bem estar físico, mental e social”. Isso significa dizer que não é apenas estar isento de doenças, mas sim quando todos esses fatores se correlacionam. A saúde é um direito fundamental de qualquer pessoa, garantido por lei (pela constituição federal e pela lei 8080/90) no Brasil. Assim, temos o sistema único de saúde que proporciona atendimento médico tanto às pessoas que já se encontram doentes, quanto para as que querem prevenir doenças, além da opção particular e planos de saúde. Mas listamos abaixo 15 dicas simples de cuidados diários para você seguir e se tornar uma pessoa mais saudável, aumentando a expectativa de vida:

  1. Alimente-se corretamente. Inclua frutas e vegetais na sua dieta e diminua o consumo de gorduras trans e saturadas, açúcares, refrigerantes, sódio, etc.
  2. Beba bastante água, principalmente em dias quentes. Especialistas indicam que é necessário ingerir em média 2 litros de água por dia.
  3. Exercite-se regularmente com atividades aeróbicas que você goste. O exercício físico libera endorfinas, que é conhecida como substancia do prazer, diminui o estresse, auxilia no emagrecimento, diminui a hiperinsulinemia ou resistência à insulina, melhora a função renal, entre outros inúmeros benefícios.
  4. Controle seu peso corporal. A obesidade pode levar a problemas sérios de saúde como diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. Em contrapartida, manter uma dieta restritiva e emagrecer demais também configura doença, como anemia, desnutrição, entre outros. O IMC (peso/altura²) considerado normal é de 18,5 a 24,9. Clique em leia mais

Saúde: Primeiros testes mostram que ‘pílula do câncer’ não é eficaz, diz governo

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Primeiros testes mostram que ‘pílula do câncer’ não é eficaz (Foto: Divulgação/USP)

Os primeiros testes com a fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”, realizados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) mostraram que a substância não é pura, como afirmavam seus criadores, e que ela não apresenta eficácia contra células cancerígenas em testes in vitro. Os cinco primeiros relatórios foram divulgados pelo ministério no último dia 18. “A informação era de que a fosfoetanolamina era pura, mas há cinco componentes na cápsula. Os resultados preliminares mostram que a fosfoetanolamina não tem atividade contra o câncer”, diz Luiz Carlos Dias, professor titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que atuou na pesquisa do MCTI na etapa de caracterização e síntese dos componentes da cápsula. A substância, criada pelo professor aposentado Gilberto Chierice, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP São Carlos), é distribuída há mais de 20 anos e não tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para ser usada como medicamento. Segundo Dias, a quantidade de fosfoetanolamina é de 32,2% e que outra substância presente na fórmula, chamada monoetanolamina, apresentou capacidade de reduzir a proliferação de células com câncer. “Um dos componentes tem uma pequena atividade, mas é muito marginal, menor do que a apresentada por tratamentos convencionais.” Em nota, o ministério informou que os resultados são preliminares e que “não existe ainda um laudo conclusivo sobre a substância.” Dias explica que ainda serão realizados testes in vivo, que devem incluir animais de pequeno porte, cujos resultados devem sair em um mês. Outro ponto preocupante, segundo o pesquisador, foi o fato de as cápsulas não apresentarem a mesma quantidade de substância em cada uma delas. “Cada uma tinha uma quantidade diferente. Indica um processo artesanal de colocar o conteúdo na cápsula.” A reportagem entrou em contato com os responsáveis pela fórmula por e-mail, mas não teve resposta.