Internacional







ITÁLIA TEM RECORDE DE CASOS DE CORONAVÍRUS AO REGISTRAR 11.705 NOVOS CASOS NESTE DOMINGO (18)

Foto: Flavio Lo Scalzo/Reuters

Foto: Flavio Lo Scalzo/Reuters

A Itália registrou 11.705 novos casos do novo coronavírus neste domingo (18), informou o Ministério da Saúde, número acima do recorde anterior de 10.925 contabilizado no dia anterior, enquanto o governo prepara novas medidas para combater uma segunda onda da doença.

A Itália foi o primeiro país da Europa a ser duramente atingido pela covid-19 e tem o segundo maior número de mortos na região, depois do Reino Unido, com 36.543 óbitos desde o início do surto em fevereiro, de acordo com dados oficiais, de acordo com a Agência Brasil.

As autoridades conseguiram manter o contágio sob controle no país até o verão, graças a um bloqueio rígido de dois meses em todo o país. Mas com o surgimento de uma segunda onda, elas determinaram novas medidas, incluindo o uso obrigatório de máscara em público e restrições a reuniões públicas e restaurantes. O primeiro-ministro Giuseppe Conte deve anunciar novas medidas ainda hoje.

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ITÁLIA REGISTRA MAIS DE 10 MIL NOVOS CASOS DA COVID-19 EM 24 HORAS

Foto: Massimo Pinca/Reuters

Foto: Massimo Pinca/Reuters

Após enfrentar um caos no início da pandemia da Covid-19, a Itália volta a registrar novos casos da doença em curto período. Só na última 24 horas, foram notificados 10.925 novos casos do vírus no país, considerada a maior contagem desde o retorno do surto.

Segundo o G1, esse é o terceiro dia que o país bate o recorde de novos casos, já que na sexta-feira, 16, foram registrados 10.010 novos casos e na quinta-feira, 15, 8.804 casos. O número de mortes, porém, caiu em relação aos dias anteriores. Foram 47 anunciadas neste sábado (17), ante 55 na sexta e 83 na quinta.

O número é bem menor que os registrados no auge da pandemia na Itália (março e abril), quando um pico diário de mais de 900 mortes foi alcançado. O governo italiano já estabeleceu novas restrições a reuniões, restaurantes, esportes e atividades escolares desde a última terça-feira (13), com o intuito de diminuir o aumento excessivo de infecções.

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Covid-19: Rússia bate recorde de contágio e registra 12.126 casos de coronavírus em 24h

Vladimir Putin I Foto: World Economic Forum/ Creative Commons

A Rússia registrou 12.126 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, um número recorde que supera o alcançado em maio, no momento mais duro da pandemia no país, apontam números oficiais. Segundo o portal UOL, o total de infecções passa agora de 1,2 milhão, e a Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de casos.

Por enquanto, as autoridades não preveem medidas de mais rígidas de contenção da Covid-19. Em maio, a Rússia havia registrado 11.656 novas infecções em um único dia, até então o maior número de infecções em 24 horas. Além disso, e de acordo com dados oficiais, 201 pessoas morreram de coronavírus no último dia na Rússia, que já registra um total de 22.257 mortes por coronavírus.

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Quadro de Donald Trump é ‘preocupante’, diz chefe de gabinete

Foto: Reprodução / Instagram

Os sinais vitais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diagnosticado com Covid-19, são delicados. Segundo o chefe de Gabinete da Casa Branca, Mike Meadows, o presidente não está fora de perigo. A informação contraria o que havia sido dito pelos médicos do presidente minutos antes. Em uma coletiva neste sábado (3), o médico do presidente, Sean Conley não foi claro sobre o quadro médico e não confirmou a informação de que ele precisou de oxigênio suplementar.

Repórteres credenciados pelo governo americano afirmam que Trump teve dificuldades de respirar e precisou receber oxigênio na sexta-feira (2). As informações oficiais do governo só aumentam a incerteza sobre o estado de saúde de Trump. O médico também evitou comentar sobre o resultado dos exames, se foram detectados danos pulmonares e não informou quando o presidente testou negativo para Covid-19 pela última vez.

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GENEBRA NA SUÍÇA APROVA SALÁRIO MÍNIMO DE 24 MIL REAIS

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A cidade de Genebra, na Suíça, aprovou o salário mínimo de 23 francos suíços (25 dólares por hora), contabilizando 3.772 francos suíços em um mês. Em dólares, o valor equivale a 4.100, ou cerca de R$ 24 mil na cotação atual. A votação pelo piso salarial ocorreu neste fim de semana e a maioria da população foi a favor. Conforme a imprensa local, em 2011 e 2014, uma proposta parecida havia sido rejeitada pelos eleitores. Desta vez, no entanto, eles optaram pela aprovação por causa dos efeitos negativos causados pelo novo coronavírus na economia da cidade, que depende altamente do turismo. O salário mínimo deve entrar em vigor já nas próximas semanas.

O valor foi escolhido por causa do custo de vida em Genebra, que é considerada uma das cidades mais caras para se viver. Diferente da maioria dos países do mundo, a Suíça não tem salário mínimo, contudo, cada região tem a liberdade de escolher as regras que pretende seguir. O salário será um dos maiores do planeta e é quase o dobro que o da França, país vizinho. No Brasil, o salário mínimo atual é de R$ 1.039. Apesar disso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) afirma que o valor necessário para sustentar uma família de quatro pessoas no país seria de mais de R$ 4 mil.

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MADRID PEDE MAIS MÉDICOS E POLICIAIS PARA CONTROLAR AUMENTO DE CASOS DE COVID-19

Foto: Uhey/iStock/Reprodução

A capital da Espanha, Madrid, solicitou hoje (23) ajuda “urgente” para contratar mais médicos estrangeiros e policiais devido ao aumento dos casos de Covid-19.  A região é a mais atingida pela segunda onda de coronavírus na Espanha. Só no último dia, o número de infecções da capital foi de 1.290, mais de um quarto dos 4.143 novos casos em todo o país.

O vice-chefe do governo regional de Madri, Ignacio Aguado, informou em entrevista coletiva que precisa de pelo menos 300 médicos de fora da União Europeia. Ele também solicitou ao governo federal mais 222 policiais para fiscalizar a quarentena e aplicar multas nos distritos que estão sob bloqueio parcial.

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APÓS VOLUNTÁRIO CONTRAIR DOENÇA ESTRANHA, VACINA DE OXFORD É SUSPENSA

A farmacêutica AstraZeneca suspendeu os testes da vacina contra a Covid-19, que é desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, após suspeita de “reação adversa séria”. A informação foi confirmada nesta terça-feira (8) pelo site Uol. Segundo a publicação, a Anvisa já recebeu a mensagem de suspensão enviada pelo laboratório.

“Como parte dos estudos clínicos randomizados e controlados da vacina de Oxford contra o coronavírus em andamento, nosso procedimento padrão de revisão foi acionado e voluntariamente pausamos a vacinação para permitir a revisão dos dados de segurança por um comitê independente. Esta é uma ação rotineira que deve acontecer sempre que for identificada uma potencial reação adversa inesperada em um dos ensaios clínicos, enquanto ela é investigada, garantindo a manutenção da integridade dos estudos”, disse o laboratório.

Segundo o jornal The New York Times, um voluntário do estudo teve mielite transversa, que é uma inflamação da medula espinhal, mas não é possível identificar se o problema está relacionado à vacina. O laboratório ainda não confirmou qual seria a “reação adversa séria” que interrompeu os estudos.

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Índia alcança 4,2 milhões de infectados e ultrapassa o Brasil em casos de coronavírus

Foto: Jeevan Rath/ Fotos Públicas

Foto: Jeevan Rath/ Fotos Públicas

A Índia se tornou o segundo país do mundo, depois dos Estados Unidos, com o maior número de casos de Covid-19. O país asiático somou 4,2 milhões pessoas infectadas, ultrapassando o Brasil, que tem 4,13 milhões.

O avanço da doença, contudo, não impediu que a Índia reabrisse, com estritas precauções de saúde, o metrô parado por quase seis meses em suas principais cidades, inclusive na capital Nova Délhi, onde passageiros mascarados fazem o V da vitória diante dos jornalistas. “Temos que sair de nossas casas, para viver nossas vidas”, disse um deles, Deepak Kumar. A Índia é o segundo país mais populoso do planeta, com 1,3 bilhão de habitantes.

A pandemia matou mais de 71 mil pessoas no país, o colocando atrás de EUA (188 mil mortes) e Brasil (126 mil) no número de óbitos. Para muitos especialistas, no entanto, os números reais são maiores na Índia, argumentando que os testes são insuficientes e que as mortes pela doença não são sempre registradas. Com informações do portal UOL

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CORONAVÍRUS PODE LEVAR EM MÉDIA 30 DIAS PARA DESAPARECER DO CORPO, ATESTA PESQUISA ITALIANA

Foto: Rafaela Custódio

Evidências encontradas por cientistas italianos sugerem que pacientes diagnosticados com a Covid-19 realizem novos testes do tipo RT-PCR quatro semanas ou mais após o primeiro resultado positivo, ou 36 dias após os primeiros sintomas, já que o vírus pode levar em média 30 dias para desaparecer do corpo. A sugestão parte do entendimento de que existe possibilidade de que pacientes ainda tenham vírus no corpo. O novo teste permite confirmar ou não essa hipótese.

Atualmente os pacientes são considerados recuperados após 14 dias do diagnóstico ou do início dos sintomas. As constatações e a sugestão constam em um estudo italiano publicado no “British Medical Journal” nesta quinta-feira (3). De acordo com matéria do G1, os pesquisadores italianos analisaram os casos de 4.538 pacientes da Covid-19 na região de Emilia-Romagna, na Itália, todos com teste positivo entre 26 de fevereiro e 22 de abril, período de pico da pandemia no país europeu.

Cada paciente sobrevivente – 428 pessoas do grupo morreram – foi retestado três vezes durante o estudo: 15 dias após o primeiro teste RT-PCR positivo; 14 dias após o segundo resultado positivo; e 9 dias após o terceiro positivo. Entre as constatações feitas pelo estudo está a de que a ciência ainda não sabe o quão infeccioso o paciente de coronavírus pode ser durante a fase de recuperação.

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MESSI NÃO SE REAPRESENTA AO BARCELONA E ESPECULAÇÃO SOBRE SAÍDA AUMENTA

Foto: Marcelo Del Pozo / Reuters

Insatisfeito, o astro argentino, Lionel Messi, não compareceu ao Centro de Treinamento do Barcelona neste domingo (30). O jogador era aguardado para realizar o teste de covid-19 junto com o restante do elenco, conforme havia programado o clube. Messi comunicou ao Barcelona na última semana que pretende deixar o clube.

A pré-temporada do time catalão começará nesta segunda-feira (31) e, de acordo com a rádio catalã “Rac1”, o argentino também não deve comparecer. Após o ocorrido, a La Liga emitiu um comunicado no qual afirma que o vínculo entre o Messi e o Barcelona está em vigor e, caso o atleta queira deixar o clube, terá de pagar o valor da rescisão.

“De acordo com os regulamentos aplicáveis, e seguindo o procedimento correspondente nestes casos, a La Liga não realizará o procedimento de visto prévio para o jogador a ser retirado da federação se este não tiver pago previamente o valor da referida cláusula”, diz trecho da nota da liga espanhola.

O contrato de Messi vai até junho de 2021, mas tudo indica que ele vai se transferir para outro clube. Equipes como Manchester City, PSG e Inter de Milão têm interesse em contar com ele para a próxima temporada.

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CHADWICK BOSEMAN, O PANTERA NEGRA DOS CINEMAS, MORRE AOS 42 ANOS

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Estrela do longa Pantera Negra dos cinemas, o ator Chadwick Boseman morreu nesta sexta-feira (28). Aos 42 anos, ele perdeu uma batalha de quatro anos contra um câncer de colon. A informação foi confirmada pelo perfil oficial de Boseman nas redes sociais.

Boseman morreu em sua casa, em Los Angeles, ao lado da sua família. Ele foi diagnosticado com câncer há quatro anos. O ator voltaria ao papel do heroí da Marvel em uma sequência do filme, que tinha previsão para estrear nos próximos anos.

Boseman não havia comentado do seu estad de saúde e diagnóstico. Há quatro anos com a doença, ele gravou filmes como Vingadores Guerra Infinita e Vingadores Ultimato já na batalha contra o câncer.

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RÚSSIA COMEÇARÁ A VACINAR MÉDICOS EM DUAS SEMANAS

A Rússia anunciou que o primeiro lote de sua vacina contra Covid-19 estará pronto para ser aplicado em alguns médicos em duas semanas. O país rejeitou as preocupações “sem fundamento” em relação à segurança do imunizante, levantadas por alguns especialistas, devido à rápida aprovação da vacina por Moscou. O presidente russo Vladimir Putin disse, nesta semana, que a Rússia havia se tornado o primeiro país a conceder aprovação regulatória para uma vacina contra a covid-19, depois de menos de dois meses de testes em humanos.

A vacina ainda não concluiu os testes em estágio avançado. Somente cerca de 10% dos ensaios clínicos foram bem-sucedidos e alguns cientistas temem que Moscou esteja colocando o prestígio nacional à frente da segurança. “Parece que nossos colegas estrangeiros estão vendo as vantagens competitivas específicas do medicamento russo e estão tentando expressar opiniões que, em nossa visão, são completamente sem fundamento”, disse o ministro da Saúde, Mikhail Murashko.

Ele afirmou que a vacina, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, de Moscou, será aplicada na população, incluindo médicos, de forma voluntária, e estará pronta em breve. “Os primeiros pacotes da vacina médica contra a infecção pelo novo coronavírus serão recebidos dentro das próximas duas semanas, primeiramente para médicos”, disse. Alexander Gintsburg, diretor do Instituto Gamaleya, informou que os ensaios clínicos serão publicados assim que forem analisados pelos especialistas da própria Rússia.

Ele afirmou que o país planeja ter capacidade para produzir 5 milhões de doses por mês entre dezembro e janeiro. O Cazaquistão pretende enviar autoridades governamentais a Moscou, ainda neste mês, para discutir possíveis entregas da vacina, informou o gabinete presidencial.

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RÚSSIA CONCEDERÁ REGISTRO DE VACINA CONTRA COVID-19 NA PRÓXIMA QUARTA

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A Rússia concederá o registro para a primeira vacina contra a Covid-19 na próxima quarta-feira, 12 de agosto. O anúncio foi feito pelo vice-ministro da Saúde do país, Oleg Gridnev, nesta sexta-feira, 7. O ministro da Saúde da Rússia, Mikhail Murashko, já havia anunciado que o programa do governo de vacinação em massa está previsto para começar em outubro. Médicos e idosos terão prioridade na imunização.

“O registro da vacina desenvolvida no Gamaleya Center ocorrerá em 12 de agosto. Agora, o último estágio, o terceiro, está em andamento. Esta parte do teste é extremamente importante. Temos que entender que a vacina em si deve ser segura”, disse Gridnev a imprensa local. Com informações do A Tarde

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NÚMERO DE MORTOS POR EXPLOSÃO NO LÍBANO PASSA DE 100; FERIDOS SÃO CERCA DE 4 MIL

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 Já passa de 100 o número de mortos por causa da explosão na zona portuária de Beirute, capital do Líbano, ocorrida na tarde de ontem (5). A contagem oficial é feita pelo governo, que também aponta cerca de 4 mil feridos.

A suspeita é que a explosão tenha partido de um armazém que guardava nitrato de amônio, um tipo de fertilizante. Segundo o presidente do país, Michel Aoun, a capital deve declarar estado de emergência para as próximas duas semanas. Ele disse ainda que era “inaceitável” que 2.750 toneladas de nitrato de amônio estivessem armazenadas por seis anos em um depósito sem que houvesse a segurança necessária.

Já o ministro libanês da Saúde, Hamad Hasan, afirmou à Reuters que “há muitos desaparecidos”. “As pessoas estão perguntando ao departamento de emergência sobre seus parentes e é difícil procurar à noite porque não há eletricidade”, explicou.

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Pesquisadores desenvolvem teste que pode identificar coronavírus em 20 minutos

Foto: Divulgação

Um grupo de pesquisadores da Austrália desenvolveram um teste rápido para identificar uma nova infecção por coronavírus em cerca de 20 minutos usando amostras de sangue. Os estudantes da Universidade Monash tem em sua equipe dois brasileiros, Rodrigo Curvello e Diana Alves, que fazem o doutorado na instituição.

Segundo a equipe de pesquisa, liderada pelo BioPRIA e pelo Departamento de Engenharia Química da Universidade Monash, o teste pode determinar se a pessoa está infectada no momento e se já teve Covid-19 no passado.

“As aplicações a curto prazo incluem identificação rápida de casos e rastreamento de contatos para limitar a disseminação viral, enquanto a triagem populacional para determinar a extensão da infecção viral nas comunidades é uma necessidade a longo prazo”, disseram os cientistas em um artigo publicado na revista ACS Sensors na sexta-feira (17).

O teste utiliza 25 microlitros de plasma de amostras de sangue para procurar um agrupamento de glóbulos vermelhos que o coronavírus causa.

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MUNDO DEVE BATER 10 MILHÕES DE CASOS DE COVID-19 NA PRÓXIMA SEMANA, AFIRMA OMS

Foto : Reprodução/Twitter WHO

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom afirmou hoje (24), em coletiva de imprensa, estimar que o número de casos do novo coronavírus no mundo, que atualmente está em torno de 9,3 milhões, chegará a 10 milhões na próxima semana.

O chefe do programa de emergências da OMS, Mike Ryan, afirmou que a pandemia ainda não atingiu seu pico em muitos países das Américas, especialmente na América Central e do Sul. “Eu caracterizaria a situação como ainda em evolução, ainda não tendo atingido seu pico e provavelmente resultando em um número elevados de novos casos e mortes nas próximas semanas”, disse Ryan. Com informações do Metro 1

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ESTUDO DIZ QUE QUEM JÁ PEGOU COVID-19 NÃO CRIA IMUNIDADE AO VÍRUS

Foto: Reprodução

Um estudo divulgado pelo jornal The New York Times apontou que o sistema imunológico do corpo humano não é capaz de criar resistência contra o SARS-CoV-2, que é responsável por causar a covid-19. Segundo o estudo, com apernas três meses após o contágio, os anticorpos do organismo já não reconhecem mais o vírus, sobretudo nos casos menos graves.

A diferença desse vírus para outros é que, normalmente, quando um ser humano é infectado e se recupera de alguma doença, o sistema imunológico faz um “registro” e quando atacado novamente, faz o reconhecimento do agente causador e para combatê-lo, monta uma “barreira de proteção”.

“Esses dados indicam os riscos do uso de ‘passaportes de imunidade’ da covid-19 e a necessidade de apoiar o prolongamento de intervenções em saúde pública, incluindo distanciamento social, higiene, isolamento de grupos de alto risco e testes em massa”, disseram os pesquisadores responsáveis pelo estudo publicado também na revista Nature Medicine na última terça-feira (18).

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INFECTOLOGISTAS COMEMORAM RESULTADOS POSITIVOS DA DEXAMETASONA NO TRATAMENTO DA COVID-19

Foto: Divulgação

A Sociedade Brasileira de Infectologia emitiu uma nota nesta terça-feira (16) em que celebra resultados positivos do anti-inflamatório dexametasona no tratamento da Covid-19. A descoberta foi feita por cientistas de um estudo conduzido pela Universidade de Oxford.

“Temos o primeiro tratamento farmacológico para Covid-19 que mostrou impacto em reduzir a mortalidade. Finalmente temos uma boa notícia”, diz o comunicado. Durante o texto, a Sociedade Brasileira de Infectologia considera esta terça como um “Dia histórico no tratamento da Covid-19”.

A recomendação é a de que pacientes com um quadro mais grave de Covid-19 recebam uma dose diária de dexametasona, ao longo de dez dias.

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SITUAÇÃO DO BRASIL É UMA PREOCUPAÇÃO CRESCENTE, DIZ OMS

Foto : Divulgação/OMS

O diretor de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS) Mike Ryan afirmou hoje (12) que a situação atual do Brasil é uma preocupação crescente, principalmente nas cidades. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Segundo Ryan, o sistema de saúde do Brasil “ainda está suportando”, embora algumas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estejam em um estágio crítico e sob forte pressão, com mais de 90% de taxas de ocupação do sistema de cuidado intensivo.

A OMS também disse hoje que as vacinas para o novo coronavírus deveriam ser disponibilizadas como um bem público global, como forma de garantir que todos tenham acesso. “Muitos líderes têm promovido a ideia de tornar qualquer vacina um bem público global, e isso deve continuar sendo fomentado”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

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OMS ESCLARECE QUE ASSINTOMÁTICOS TRANSMITEM VÍRUS, SÓ NÃO SABEM QUANTO

Foto: Christopher Black/OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) esclareceu, nesta terça-feira (9), que a transmissão por pacientes assintomáticos acontece, mas ainda não sabem quanto. De acordo com a organização, a transmissão da Covid-19 por pacientes sem sintomas é rara, mas não nula. O diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, afirmou que a organização está convencida de que a transmissão por pacientes assintomáticos acontece, mas ainda não sabem o quanto acontece.

“Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por casos assintomáticos está ocorrendo, a questão é saber quanto”, afirmou em coletiva. A chefe do programa de emergências da entidade, Maria van Kerkhove, voltou a se pronunciar também sobre o assunto. Ela disse que recebeu “muitas mensagens da noite para o dia” e que achou importante esclarecer o mal-entendido. “A maioria das transmissões que conhecemos ocorre por pessoas com sintomas que transmitem o vírus por meio de gotículas infectadas.

Mas há um subconjunto de pessoas que não desenvolvem sintomas”, explicou. Ela afirma que foi um mal-entendido afirmar que uma transmissão assintomática é rara, sendo que estava se referindo a um conjunto de estudos e dados que ainda não foram publicados. “Para realmente entender quantas pessoas não têm [os sintomas], pois ainda não temos essa resposta, existem algumas estimativas. Elas sugerem que entre 6% e 41% da população podem estar com o vírus, mas não apresentar os sintomas”, afirmou Kerkhove.

O tema foi um dos mais comentados do mundo desde ontem à noite. Ao analisar o tema, Kerkhove citava dados de países com grande capacidade de testagem e rastreio. Além disso, ela disse que, em alguns casos, quando uma segunda análise dos supostos casos assintomáticos é feita, descobre-se que os pacientes tiveram, na verdade, leves sintomas da infecção.

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OMS PEDE QUE BRASIL SEJA ‘TRANSPARENTE’ COM INFORMAÇÕES SOBRE O COVID-19

Foto : Divulgação/OMS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu “transparência” ao Brasil no combate ao novo coronavírus. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo. “O Brasil precisa entender onde o vírus está, como controlar os riscos.

A OMS espera que a comunicação seja consistente e transparente — A OMS entende que o governo brasileiro continuará relatando diariamente dados sobre a incidência e mortes de forma separada.” Afirmou o diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da instituição Michael Ryan.

A organização também alertou que, apesar de queda no número de casos em muitos países, a pandemia não está controlada e segue em ascensão na América Latina. “Isso está longe de acabar”, afirmou a diretora técnica da OMS, Maria van Kerkhove.

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BRASIL AINDA NÃO CHEGOU AO PIOR DA PANDEMIA, DIZ OMS

Foto: Divulgação/OMS

O diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan afirmou hoje (1ª) que o pior da pandemia ainda não chegou para o Brasil. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo.

“Claramente a situação em alguns países sul-americanos está longe da estabilidade. Houve um crescimento rápido dos casos e os sistemas de saúde estão sob pressão”, afirmou Ryan. Para ele o pico do contágio ainda não chegou, “e no momento não é possível prever quando chegará”.

Segundo Ryan, nas Américas, “houve respostas diferentes entre os países, e há bons exemplos de governos que adotaram abordagens científicas, enquanto em outros países vemos uma ausência ou uma fraqueza nisso”. Com informações do Bahia.ba

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INTERNACIONAL: MORTES POR CORONAVÍRUS NOS EUA SUPERAM MARCA DE 100 MIL

© Reuters/Kevin Lamarque/Direitos Reservados

O novo coronavírus já matou mais de 100 mil pessoas nos Estados Unidos (EUA), mostrou contagem da Reuters nessa quarta-feira (27), em um momento no qual a desaceleração do númro de mortes incentiva as empresas a reabrirem e os norte-americanos a saírem de mais de dois meses de quarentena.

Cerca de 1.400 norte-americanos têm morrido, em média, todos os dias em maio, abaixo do pico de 2 mil em abril, de acordo com a contagem de dados estaduais e municipais sobre as mortes pela covid-19.

Em cerca de três meses, mais norte-americanos morreram da doença do que durante a Guerra da Coreia, a Guerra do Vietnã e o conflito dos EUA no Iraque (2003 a 2011), juntos.

A nova doença respiratória também tem matado mais pessoas do que a epidemia de aids, de 1981 a 1989, e é muito mais mortal do que a gripe sazonal tem sido há décadas. A última vez que a gripe matou tantas pessoas nos Estados Unidos foi na temporada de 1957-1958, quando 116 mil morreram.

O total de casos de coronavírus nos EUA ultrapassou 1,7 milhão. Alguns estados do sul viram novos casos surgirem na semana passada, de acordo com análise de dados da Reuters do Covid Tracking Project, um esforço voluntário para rastrear o surto.

Mundialmente, os casos de coronavírus superaram 5,6 milhões, com mais de 350 mil mortes desde o início do surto na China, no fim do ano passado. A pandemia chegou em seguida à Europa e aos Estados Unidos.

A América do Sul agora está sofrendo o maior impacto do surto, com o Brasil registrando o segundo maior número de casos no mundo.

Dos 20 países mais afetados, os Estados Unidos ocupam o oitavo lugar com base em mortes per capita, de acordo com a contagem da Reuters. Os EUA têm três mortes por 10 mil pessoas. A Bélgica é a primeira, com oito mortes por 10 mil, seguida pela Espanha, o Reino Unido e a Itália. (Agência Brasil de Notícias)

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AUTORES DE ESTUDO QUE RECOMENDAVA HIDROXICLOROQUINA RETIRAM TRABALHO DO AR

Foto: Cadu Rolim / Fotoarena/Agência O Globo

Pesquisadores franceses, autores de um estudo pioneiro que recomendava o uso da hidroxicloroquina e azitromicina no tratamento da Covid-19, retiraram do ar o trabalho sobre as duas substâncias. De acordo com o portal Bem Estar, da Globo, a equipe responsável pediu, inclusive, que a pesquisa não seja mais referência em outros estudos, sejam eles clínicos ou acadêmicos.

Foi a partir deste estudo, primeiro a encontrar uma suposta substância eficaz contra o novo coronavírus, que o presidente americano Donald Trump passou a defender o uso da hidroxicloroquina. A atitude do político foi reproduzida, posteriormente, pelo presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

Alvo de críticas pela análise superficial e metodologia baseada em apenas 30 pacientes, o estudo foi superado por uma pesquisa mais aprofundada divulgada pela revista The Lancet, na sexta-feira (22). Segundo o periódico especializado em assuntos médicos, a nova pesquisa não encontrou relação no uso da cloroquina e melhora dos pacientes diagnosticados com a Covid-19.

O novo estudo, que teve uma base de 96 mil infectados, também alertou que além da cloroquina e hidroxicloroquina não terem eficácia contra a doença, pacientes que foram tratados com ambas as substâncias podem ter piora cardíaca e até mesmo aumento do risco de morte durante a internação.

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SEM VACINA, LABORATÓRIO DA CHINA CRÊ QUE PODE DETER PANDEMIA COM MEDICAMENTO

Foto: Reprodução

Pesquisadores chineses afirmam ter desenvolvido um tratamento capaz de interromper a pandemia da Covid-19 enquanto se produz uma vacina contra o vírus. Um medicamento em fase de testes na Universidade de Pequim permitiria não apenas acelerar a cura de infectados, mas também imunizar contra a doença.

Em uma entrevista à agência de notícias AFP, o diretor do Centro de Inovação Avançada em Genômica de Beida, Sunney Xie, explicou que o tratamento funciona em camundongos. O laboratório extraiu anticorpos de 60 pacientes curados da doença e os injetou em roedores.

“Após cinco dias, sua carga viral foi dividida por 2.500. Isso significa que esse medicamento em potencial tem um efeito terapêutico” garantiu. “Somos especialistas em sequenciamento de células únicas, não imunologistas, ou virologistas. Quando constatamos que nossa abordagem nos permitiu encontrar um anticorpo que neutraliza (o vírus), ficamos muito felizes”, completou Xie.

De acordo com ele, o tratamento pode estar disponível antes do final do ano, a tempo de uma nova ofensiva de inverno contra a Covid-19.

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