Internacional







FÁBRICA DE VACINAS DA OXFORD/ASTRAZENECA NA ÍNDIA É ATINGIDA POR INCÊNDIO

Foto: AFP/Reprodução

Foto: AFP/Reprodução

O Instituto Serum, fábrica indiana responsável pela produção da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela universidade de Oxford/Astrazeneca, foi atingida por um incêndio. De acordo com informações da imprensa local o fogo não afetou os imunizantes. Reportagem do portal Uol indica que ainda não há informações sobre vítimas. Inicialmente o que se sabe é que o incêndio atingiu dois andares do Terminal 1, onde está sendo construída uma nova fábrica.  O Corpo de Bombeiros está no local para o controlar o fogo.

O Brasil está tentando importar 2 milhões de doses da vacina produzida no Instituto Serum. A Anvisa aprovou o uso emergencial do imunizante no último domingo (17).  Na semana passada, o governo federal preparou um avião para buscar esses imunizantes, mas o governo indiano não liberou as doses, sob argumento de que só faria isso após início da vacinação no país, que ocorreu no sábado (16).  Nesta semana, a Índia anunciou que ia começar a exportação de vacinas, mas não colocou o Brasil entre as prioridades.

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POSSE DE BIDEN TERÁ SEGURANÇA REFORÇADA

Foto : Adam Schultz

A posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos hoje (20) terá a segurança seriamente reforçada. Isso acontece após o ataque ao Capitólio realizado por apoiadores do chefe de Estado Donald Trump no dia 6 de janeiro, durante a sessão de confirmação da vitória do democrata nas eleições. A segurança do evento contará com todos os policiais de Washington DC, os de outros municípios que mandaram reforços e 21 mil integrantes da Guarda Nacional. A prefeitura da capital anunciou o fechamento de ruas, pontes sobre o rio Potomac e estações de metrô desde o fim de semana.

A ação tem como objetivo evitar a circulação de pessoas próximo a locais importantes hoje. Na  última segunda-feira (18), um mapa foi disponibilizado para os moradores saberem quais são as vias bloqueadas e liberadas até amanhã (21) por conta da posse. Diversas companhias aéreas reforçaram as regras de segurança. Está proibido o acesso a aviões a pessoas que participaram da invasão ao Congresso, as que se recusam a utilizar máscaras e armas de fogo, mesmo legais e descarregadas.

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REINO UNIDO QUEBRA RECORDE DA SEMANA PASSADA E REGISTRA 1.610 MORTES EM 24 HORAS

 Foto: Vincent West/Reuters

Foto: Vincent West/Reuters

O Reino Unido registrou nesta terça-feira (19) o número recorde de óbitos desde o primeiro caso de coronavírus registrado em janeiro de 2020: 1.610 motes causadas pela Covid-19 em 24 horas. O recorde anterior havia sido estabelecido na última quarta-feira (13), quando 1.564 pessoas não resistiram às complicações decorrentes da doença, também no período de 24 horas. Dados da plataforma Our World in Data (Nosso Mundo em Dados, em tradução livre), da Universidade de Oxford, indica que o Reino Unido tem hoje a maior taxa de mortalidade por Covid-19 do mundo.

A média de mortes na semana passada foi de 935 por dia. De acordo com informações do UOL, autoridades de saúde do país registraram também 33.355 novos casos da doença. Apesar dos números, o Reino Unido está em lockdown desde 4 de janeiro, após a descoberta de uma nova variante do coronavírus com capacidade de transmissão mais rápida. Por causa da situação, os países que compõem o Reino Unido estão com escolas fechadas para a maioria dos estudantes. Só podem ir às aulas presenciais filhos de trabalhadores-chave e crianças vulneráveis. A população foi aconselhada a sair apenas para atividades essenciais, como ir ao mercado e ao médico.

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Mundo atinge marca de 2 milhões de mortos na pandemia

Foto: Governo da China/Fotos Públicas

Foto: Governo da China/Fotos Públicas

O mundo superou nesta sexta-feira (15) a triste mair de 2 milhões de vidas perdidas para o novo coronavíurs. Segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA), a pandemia matou exatas 2.000.905 pessoas até aqui.O Brasil é o segundo país com mais mortos (207.095). Os Estados Unidos, com 389.581 vítimas fatais.

Segundo a mesma instituição, nessa sexta (15), as mortes por coronavírus no Brasil e nos Estados Unidos, juntas, representam cerca de 30% do total de vítimas da doença no mundo. A universidade contabiliza um total de 93.418.283 casos confirmados da doença em todo o mundo, com o Brasil em terceiro (8,3 milhões). Os EUA registram 23,3 milhões de infectados e a Índia, 10,5 milhões.

O estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e a Inglaterra, parte do Reino Unido, são as duas regiões subnacionais com mais casos, ambas com 2,8 milhões cada. Outro estado americano, o Texas, aparece em terceiro na lista (2,06 milhões de casos), seguido pelo estado indiano de Maharashtra (1,9 milhões). Em primeiro no Brasil, O estado de São Paulo é a quinta região com mais casos em todo o mundo, com 1,5 milhão de contaminações detectadas.

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COVID-19: JAPÃO DECLARA ESTADO DE EMERGÊNCIA SANITÁRIA EM TÓQUIO

Foto : Divulgação

O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, declarou hoje (7) um novo estado de emergência em Tóquio e nos seus subúrbios por um mês por causa do aumento de casos da covid-19. As informações são da Agência Brasil.

A declaração de emergência implicará novas restrições ao horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais considerados não essenciais, bem como o pedido de permanência dos cidadãos em casa.

O Japão ultrapassou pela primeira vez cinco mil infecções diárias devido ao novo coronavírus, a maioria em Tóquio. Em todo o país foram registrados 5.307 novos casos, o primeiro número acima dos cinco mil desde o início da pandemia.

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DIRETOR DA OMS DIZ QUE PANDEMIAS AINDA PIORES PODEM VIR NO FUTURO

Foto: OMS/Twitter

Foto: OMS/Twitter

Durante a última entrevista coletiva do ano na terça-feira (29), a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou os avanços obtidos no combate a Covid-19 no mundo. No entanto, a organização também emitiu um alerta para a humanidade: “esta pandemia, apesar da devastação que causou, pode não ser a pior que vamos enfrentar, por isso devemos estar preparados”.

Segundo o portal IG, o chefe do programa de emergências da OMS, o médico Mark Ryan, reconheceu que a pandemia do coronavírus “é muito grave, se espalhou com extrema rapidez e afetou todos os cantos do planeta”. No entanto, ele que “esta não é necessariamente a maior” que o mundo pode enfrentar. “Este vírus é altamente transmissível, mata pessoas e priva muita gente de seus entes queridos, mas sua prevalência é comparativamente baixa em comparação com outras doenças emergentes.

Este é um alerta. Estamos aprendendo agora como fazer as coisas melhor: ciência, logística, treinamento e governança, como nos comunicar melhor. Mas o planeta é frágil. Vivemos em uma sociedade global cada vez mais complexa. Essas ameaças continuarão. Se há algo que devemos tirar desta pandemia, com toda a tragédia e as perdas, é que devemos agir juntos. Precisamos nos preparar para algo que pode ser ainda mais grave no futuro. Devemos honrar aqueles que perdemos melhorando o que fazemos todos os dias”, pontuou o médico.

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MAIS DE 40 PAÍSES JÁ COMEÇARAM A VACINAR POPULAÇÃO CONTRA CORONAVÍRUS

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Desde o início das campanhas de vacinação contra o novo coronavírus, mais de dois milhões de pessoas já foram imunizadas em 44 países ao redor do mundo. O Reino Unido foi o primeiro país a iniciar as vacinações com o imunizante produzido pela Pfizer em parceria com a BioNTech, seguido de Estados Unidos, Canadá, Arábia Saudita, Israel e os 27 países da União Europeia. As informações são do G1.

Na América Latina, o primeiro país a começar a campanha foi o México, também com a vacina da Pfizer/BioNTech. Em seguida a vacinação passou a ser realizada no Chile e na Costa Rica. Ambos utilizam o mesmo imunizante que o México. A previsão de início da vacinação do Brasil ainda é incerta. De acordo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta semana, a expectativa é que as doses comecem a ser aplicadas na população no início de 2021, “fim de janeiro na melhor hipótese e fim de fevereiro, na pior hipótese”.

O imunizante que será utilizado ainda não foi definido. No sábado (26), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ironizou a corrida pelas vacinas e afirmou que não se importava com o atraso. “Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso. (…) É razão, razoabilidade, é responsabilidade com o povo. Você não pode aplicar qualquer coisa no povo”, disse.

CONFIRA PAÍSES QUE JÁ INICIARAM VACINAÇÃO:

Reino Unido (Pfizer/BioNTech)

Estados Unidos (Pfizer/BioNTech e Moderna)

Canadá (Pfizer/BioNTech)

Arábia Saudita (Pfizer/BioNTech)

Israel (Pfizer/BioNTech)

Suíça (Pfizer/BioNTech)

China (Sinovac e Sinopharm)

Rússia (Sputnik V)

Emirados Árabes Unidos (Sinopharm)

México (Pfizer/BioNTech)

Chile (Pfizer/BioNTech)

Costa Rica (Pfizer/BioNTech)

Catar (Pfizer/BioNTech)

Omã (Pfizer/BioNTech)

Bahrein (Sinopharm)

Kuwait (Pfizer/BioNTech)

Sérvia (Pfizer/BioNTech)

União Europeia (Pfizer/BioNTech) – Veja países que fazem parte do bloco:

Alemanha

Áustria

Bélgica

Bulgária

Chipre

Croácia

Dinamarca

Eslováquia

Eslovênia

Espanha

Estônia

Finlândia

França

Grécia

Holanda

Hungria

Irlanda

Itália

Letônia

Lituânia

Luxemburgo

Malta

Polônia

Portugal

República Checa

Romênia

Suécia

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CIENTISTA QUE PESQUISAVA VACINA CONTRA CORONAVÍRUS É ACHADO MORTO NA RÚSSIA

Foto: reprodução/redes sociais

Foto: reprodução/redes sociais

Um cientista que integrava uma equipe escocesa que pesquisava uma vacina contra a Covid-19 foi achado morto na cidade de São Petersburgo, na Rússia. A principal suspeita da polícia é que o russo Alexander Kagansky, de 45 anos, tenha sido esfaqueado durante uma briga. O corpo dele foi encontrado no pátio de um prédio, de onde ele supostamente teria caído da janela de um dos apartamentos após o ataque.

Conforme o site de notícias russo Fontanka, no dia da morte, que aconteceu no último sábado (19), Kagansky teria visitado um antigo colega de escola. Um homem suspeito do crime foi detido pela polícia, mas negou as acusações. Ele passou 48 detido, mas foi liberado na segunda-feira (21). O suspeito deve ser submetido a um detector de mentiras. A polícia informou em relatório que caso a perícia aponte que o cientista teve uma morte violenta, um processo criminal por homicídio será aberto.

O portal The Moscow afirmou que Alexander Kagansky, especializado em estudos na área de oncologia, atuava com uma equipe da Universidade de Edimburgo, na Escócia, para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus. Ele também já trabalhou no Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, em Maryland. Na Rússia, ele liderou o Centro de Medicina Genômica e Regenerativa, da Universidade Federal do Extremo Oriente. Em nota, a instituição lamentou a morte do oncologista.

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AOS 64 ANOS, MORRE PAOLO ROSSI, CARRASCO DO BRASIL NA COPA DE 1982

Foto: Reprodução / Twitter

Paolo Rossi, artilheiro da Copa do Mundo de 1982, morreu nesta quarta-feira (9), aos 64 anos. Não foi divulgada a causa da morte. Atacante que passou por Juventus e Milan, ele fez história com os seis gols na campanha título da Itália no Mundial da Espanha. Três deles eliminaram a seleção brasileira de Telê Santana no estádio do Sarriá, em Barcelona. Também em 1982, recebeu a Bola de Ouro, troféu entregue pela revista francesa France Football. Era o prêmio individual mais importante do futebol mundial na época, já que a Fifa não fazia escolhas do melhor de cada da temporada.

No centenário da Fifa, em 2004, ele foi incluído na lista dos 125 melhores jogadores da história, em lista selecionada por especialistas da entidade. Ao lado de Ronaldo (em 2002), Rossi foi o único a, no mesmo ano, ganhar a Copa do Mundo, vencer o torneio e receber a Bola de Ouro. Após a encerrar a carreira como jogador, em 1987, trabalhou como comentarista dos canais Mediaset, Sky e Rai. Rossi deixa a mulher Federica e três filhos: Alessandro, Maria Vittoria e Sofia Elena.

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AUTÓPSIA APONTA QUE MARADONA SOFREU INFARTO ENQUANTO DORMIA, DIZ JORNAL ARGENTINO

Foto : Paulo Pinto/FotosPublicas

O resultado preliminar da autópsia de Diego Armando Maradona, revelado hoje (26) pelo jornal argentino “La Nación”, aponta que o jogador sofreu um infarto enquanto dormia. Segundo o “La Nación”, o documento diz que o ídolo argentino morreu por uma insuficiência cardíaca aguda, congestiva e crônica, que gerou um edema agudo no pulmão.

O jornal diz que a conclusão é de “meia dezena de médicos peritos oficiais e um perito da família” que realizaram a autópsia do cadáver no hospital de San Fernando e que exames toxicológicos devem revelar em uma semana se houve a ingestão de remédios, drogas proibidas ou álcool.

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MARADONA MORRE AOS 60 ANOS APÓS SOFRER PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA EM CASA

Foto: Reprodução/Internet

Foto: Reprodução/Internet

O ex-craque argentino Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos. Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa, em Tigre, cidade vizinha de Buenos Aires. A informação foi publicada pelo jornal argentino “Clarín”. Ambulâncias foram chamadas às pressas para o local, mas ele não resistiu. No começo deste mês, Maradona foi submetido, com sucesso, a uma delicada cirurgia no cérebro para drenar uma pequena hemorragia no local. Ele havia dado entrada no hospital em Buenos Aires apresentando sintomas de abstinência. Ele recebeu alta oito dias depois para se recuperar em casa. Campeão mundial com a Argentina em 1986, Diego Maradona havia completado 60 anos de idade no dia 30 de outubro.

Ele teve a carreira marcada pela genialidade dentro de campo e muitas polêmicas fora dele. O ex-craque, que vestia a camisa 10 da seleção, também jogou as Copas de 1982, 1990 e 1994, sendo neste último, foi flagrado no exame antidoping ainda na primeira fase do torneio. Em clubes, ele começou a carreira no Argentinos Juniors e brilhou com as camisas do Boca Juniors, da Argentina, e do Napoli, da Itália onde fez parceria com o brasileiro Careca. Ele também defendeu os espanhóis Barcelona e Sevilla, no argentino Newell’s Old Boys, até pendurar as chuteiras no Boca em 1998. Atualmente, era técnico do Gimnasia y Esgrima La Plata.

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Escolas públicas de Nova York interrompem aulas presenciais

Foto: sargento Alexander Rector/Fotos Públicas

O distrito escolar da cidade de Nova York, o maior dos Estados Unidos (EUA), vai interromper o aprendizado presencial a partir desta quinta-feira (19), anunciou o prefeito Bill de Blasio. É a mais recente medida restritiva para conter o avanço das infecções por covid-19. A decisão do prefeito, anunciada nessa quarta-feira (18) no Twitter, ocorre no momento em que autoridades governamentais em dezenas de estados reforçam ou implementam medidas de isolamento em meio a uma taxa sem precedentes de novas infecções pela doença, que vêm sendo registradas conforme o país se aproxima do inverno.

“A cidade de Nova York atingiu patamar médio de 3% de positividade nos testes em sete dias. Infelizmente, isso significa que os prédios das escolas públicas serão fechados a partir desta quinta-feira, 19 de novembro, por cautela”, escreveu de Blasio no Twitter. “Precisamos lutar contra a segunda onda de covid-19.” A taxa de testes positivos da cidade de Nova York tem aumentado constantemente, depois de uma queda drástica durante o verão, enquanto os números de novos casos positivos e hospitalizações dispararam em outras regiões nas últimas semanas.

Em todo o país, o número de pacientes hospitalizados com covid-19 ultrapassou 75 mil na terça-feira, estabelecendo novo recorde. O meio-oeste se tornou o epicentro da crise nos Estados Unidos, ao registrar quase meio milhão de casos na semana que terminou na segunda-feira. Na terça, foram relatadas 1.596 mortes pelo novo coronavírus nos EUA, mais do que em qualquer dia desde 27 de julho, elevando o total para 248.898 desde o início da pandemia, de acordo com contagem da Reuters. “Nunca estive tão preocupado desde que esta pandemia começou”, disse Tom Inglesby, diretor do Centro Johns Hopkins para Segurança da Saúde, à CNN nessa quarta-feira.

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Biden chama postura de Trump de ‘vergonha’ e diz que nada impedirá transição nos EUA

Foto: Twitter/Joe Biden

O presidente eleito Joe Biden afirmou na terça-feira (10) que nada impedirá a transição de poder nos Estados Unidos após sua vitória na disputa pela Casa Branca na semana passada. Ele acrescentou que a transição está bem encaminhada, apesar da recusa do presidente Donald Trump de aceitar os resultados do pleito eleitoral.

Trump, por sua vez, continua a avançar sua cruzada nos campos jurídico e político, sob o falso argumento de que a eleição foi fraudada, enquanto Biden foi a público dizer que considera a postura negacionista do presidente “uma vergonha” que deve prejudicar ainda mais o legado do republicano. “Eu acho que é uma vergonha, para ser franco. Como posso dizer isso com mais tato? Acho que não vai ajudar o legado do presidente”, disse Biden em entrevista a jornalistas em Wilmington. Com informações do jornal Folha de S. Paulo

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Joe Biden desbanca Trump e é o novo presidente dos EUA

Foto : Adam Schultz / Biden for President

Os Estados Unidos da América têm um novo presidente. Após uma intensa e acirrada corrida eleitoral, o candidato democrata Joe Biden, aos 77 anos, derrotou o atual líder americano, o republicano Donald Trump, e foi eleito após uma virada na Geórgia e na Pensilvânia, obtendo 36 votos dos delegados. O índice foi mais que o necessário para a vitória do democrata hoje (7). A projeção foi confirmada pela agência de notícias Associated Press.

Biden não só conquistou os EUA como bateu recordes. O candidato democrata ultrapassou, na contagem de votos das eleições presidenciais americanas, o recorde de votos já recebidos por um candidato na história eleitoral dos Estados Unidos. O ex-presidente Barack Obama, de quem Biden foi vice, detinha o recorde anterior.

Nas eleições americanas, não basta ter a maioria do voto popular para vencer, como no Brasil. É preciso que o candidato à Presidência conquiste a maioria dos delegados que compõem o colégio eleitoral. Foi o que fez Biden, ao alcançar 270 votos.

Estados onde a disputa foi acirrada até os últimos momentos foram cruciais para o resultado. Flórida, que chegou a indicar estar dividida, ficou com Trump, o que deu sobrevida ao candidato republicano. No entanto, as vitórias de Biden em estados como Michigan, Wisconsin, Geórgia e Pensilvânia garantiram os delegados eleitorais necessários para declarar o resultado.

CARREIRA DE ALTOS E BAIXOS

No ano que vem, ao completar 78 anos, Biden pode se tornar o presidente mais velho a chegar na Casa Branca. No início de sua carreira no Congresso, no entanto, Biden chegou ao Senado americano como um dos parlamentares mais jovens da história do país. Depois de três décadas no Capitólio, ele foi durante oito anos o vice-presidente de Barack Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos e um de seus principais aliados políticos.

Antes de concorrer neste ano, o democrata teve duas tentativas fracassadas de candidatura à presidência, em 1988 e 2008. Para as eleições deste ano, ele largou atrás na disputa com Bernie Sanders, mas foi ampliando vantagem entre os democratas e conquistou o posto nas primárias.

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Geórgia e Pensilvânia concentram atenção em madrugada de apuração lenta nos EUA

Foto: Al Drago e Brian Snyder/Reuters

Foto: Al Drago e Brian Snyder/Reuters

Na terceira noite de apuração nos EUA, o foco está em dois estados: Geórgia e Pensilvânia. Vencer na Pensilvânia selaria a vitória de Joe Biden. Ele já tem 253 votos no Colégio Eleitoral, segundo projeções, e com os 20 da Pensilvânia, superaria a marca de 270, necessária para conquistar a Presidência. Biden está atrás na Geórgia, com margem de 0,3 ponto percentual: o placar lá é de 49,5% de Trump contra 49,3% do democrata. Mas Biden está em trajetória de alta, e a diferença entre os dois é de 22.576 votos. Na Geórgia, ele está empatado em pontos percentuais: 49,4%. Trump lidera com 1.805 votos a mais, mas Biden segue subindo de forma constante.

A Geórgia dá direito a 16 votos no Colégio Eleitoral. Com isso, Biden precisaria de mais um estado. Para a agência Associated Press, o democrata já pode contar com Arizona, o que pode fazer com que a agência declare a vitória de Biden assim que ele confirme uma vitória na Geórgia. Já outros meios, como AFP, CNN e New York Times não consideram o Arizona como vitória de Biden e preferem esperar um pouco mais. Nos EUA, não há um órgão federal para apontar o vencedor. Cada estado faz sua apuração, e a imprensa acaba ficando responsável por fazer projeções a partir dos resultados e apontar o vencedor, no momento em que os números mostrarem que um adversário não tem mais condições de ultrapassar o outro.

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Donald Trump pede paralisação da contagem dos votos

Foto: Carlos Barria/Reuters

O presidente americano, Donald Trump, postou na manhã desta quinta (5) em seu perfil no Twitter uma mensagem defendendo a paralisação da contagem dos votos da eleição americana. “Parem a contagem”, pediu ele. A declaração foi dada minutos após seu concorrente, o democrata Joe Biden, ter postado um vídeo na mesma rede social pedindo exatamente o oposto, que “todo voto seja contado”.

A campanha de Trump tenta judicializar a disputa presidencial, e entrou com ações para suspender a apuração dos votos no Michigan e na Pensilvânia. Também afirmou que pediria recontagem em Wisconsin e fez outra ação para questionar a contagem de votos que chegaram pelo correio, na Geórgia, depois de terça (3), dia da eleição.

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Candidato que morreu há um mês de Covid-19 é eleito nos EUA

Foto: Reprodução / G1

David Andahl, 55, venceu a eleição para a Câmara dos Deputados na Dakota do Norte, nos Estados Unidos, mas não poderá assumir o cargo. O candidato, criador de gado e construtor, do Partido Republicano, morreu no último dia 5 de outubro após ficar quatro dias internado com Covid-19. Os casos da doença no estado dispararam a partir de setembro, e 561 mortes já foram registradas.

Quando a morte de Andahl foi confirmada, a autoridade eleitoral local decidiu que ele concorreria e, caso vencesse, a divisão do Partido Republicano na região escolheria alguém para preencher seu cargo até que uma eleição especial fosse realizada. Segundo o jornal The Washington Post, desde os anos 2000 ao menos seis candidatos foram eleitos depois de mortos nos Estados Unidos, em diversas esferas da administração pública.

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Donald Trump anuncia pedido de recontagem de votos em Wisconsin

Foto: Tia Dufour/Fotos Públicas

Responsáveis pela candidatura de Donald Trump à reeleição confirmaram o pedido de recontagem nos votos no estado de Wisconsin. O republicano começou a apuração liderando naquele estado, mas levou a virada de Joe Biden na apuração dos votos enviados pelos Correios. Wisconsin é um dos quatro estados chave para a definição do novo presidente dos Estados Unidos. O democrata lidera também em Michigan.

Ganhando nestes dois locais, deve garantir os 270 delegados necessários para se mudar para a Casa Branca. Trump lidera na Georgia e Pensilvânia, que assegura 20 delegados e deve ser o fiel da balança. Porém, o atual presidente – que venceu na disputada Flórida – corre risco mesmo vencendo na Pensilvânia, pois na Georgia a possibilidade de uma terceira virada democrata não está descartada. Com informações do UOL e do G1.

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Covid-19: Reino Unido anuncia lockdown até dezembro

Foto : Pippa Fowles / No 10 Downing Street

Foto : Pippa Fowles / No 10 Downing Street

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou hoje (31) que o Reino Unido adotará o lockdown com o intuito de conter o avanço do coronavírus no país. As novas regras de confinamento passam a valer a partir da meia-noite da próxima quinta-feira (5) e duram até o dia 2 de dezembro.

Boris Johnson afirmou que o crescimento no número diário de novos casos de Covid-19 é maior do que o pior cenário previsto e que, sem uma ação imediata, há risco de sobrecarga total do sistema de saúde britânico e que o número de mortes pode ser superior a mil por dia. Neste sábado, o Reino Unido se tornou o nono país a ultrapassar a marca de 1 milhão de casos de Covid-19. São mais de 20 mil novos casos diários, em média.

CONFIRA AS MEDIDAS ANUNCIADAS:

  • Só será permitido sair de casa por razões específicas, como exercícios, compras essenciais e de remédios ou para cuidar de vulneráveis;
    Serviços não essenciais, como comércio e setor hoteleiro, serão fechados;
    Bares, restaurantes e pubs serão fechados, mas podem vender alimentos para viagem;
    Locais de trabalho poderão manter as atividades, mas apenas caso as funções exercidas não possam ser realizadas de casa;
    Escolas e universidades seguem abertas.
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Covid-19: Bélgica anuncia lockdown para novembro contra segunda onda

Foto: ESPU/Fotos Públicas

A Bélgica vai adotar lockdown a partir da próxima segunda-feira (2). O anúncio foi feito pelo governo local nesta sexta-feira (30), ante o temor de que uma segunda onda de Covid-19 – ou uma variante do novo coronavírus – leva a um colapso no sistema de saúde. Durante o confinamento, vão ser proibidos quaisquer eventos que tenham refeições compartilhadas. Os funerais só poderão contar com no máximo 15 pessoas.

Desde sábado (24), todas as instalações esportivas e culturais na região da capital Bruxelas estão fechadas. Assim como na primeira onda, a retomada do confinamento inclui o fechamento de bares, restaurantes e comércios e a volta da exigência de apresentação de justificativa por parte das pessoas que circulam nas ruas. Além da Bélgica, a França também passa por um novo lockdown, que começou a valer nesta sexta e vai até 1º de dezembro. A Alemanha vai restringir bares, restaurantes e similares também a partir de segunda-feira. As informações são do G1.

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Alemanha e França anunciam lockdown parcial após explosão de casos de Covid-19

Foto: Reprodução/Cidadania4u

Foto: Reprodução/Cidadania4u

Os governos da Alemanha e da França anunciaram nesta quarta-feira (28) um lockdown parcial para conter a segunda onda do novo coronavírus nos dois países. As novas medidas ocorrem em uma semana de forte alta nos casos de Covid-19 na Europa, com mais diagnósticos do que a onda mortal vista no primeiro semestre.

O intuito é evitar colapso de hospitais, como ocorrido meses atrás, no começo da pandemia. Em comum, as novas diretrizes anunciadas incluem o fechamento de bares e restaurantes. Apenas escolas podem abrir.

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ITÁLIA TEM RECORDE DE CASOS DE CORONAVÍRUS AO REGISTRAR 11.705 NOVOS CASOS NESTE DOMINGO (18)

Foto: Flavio Lo Scalzo/Reuters

Foto: Flavio Lo Scalzo/Reuters

A Itália registrou 11.705 novos casos do novo coronavírus neste domingo (18), informou o Ministério da Saúde, número acima do recorde anterior de 10.925 contabilizado no dia anterior, enquanto o governo prepara novas medidas para combater uma segunda onda da doença.

A Itália foi o primeiro país da Europa a ser duramente atingido pela covid-19 e tem o segundo maior número de mortos na região, depois do Reino Unido, com 36.543 óbitos desde o início do surto em fevereiro, de acordo com dados oficiais, de acordo com a Agência Brasil.

As autoridades conseguiram manter o contágio sob controle no país até o verão, graças a um bloqueio rígido de dois meses em todo o país. Mas com o surgimento de uma segunda onda, elas determinaram novas medidas, incluindo o uso obrigatório de máscara em público e restrições a reuniões públicas e restaurantes. O primeiro-ministro Giuseppe Conte deve anunciar novas medidas ainda hoje.

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ITÁLIA REGISTRA MAIS DE 10 MIL NOVOS CASOS DA COVID-19 EM 24 HORAS

Foto: Massimo Pinca/Reuters

Foto: Massimo Pinca/Reuters

Após enfrentar um caos no início da pandemia da Covid-19, a Itália volta a registrar novos casos da doença em curto período. Só na última 24 horas, foram notificados 10.925 novos casos do vírus no país, considerada a maior contagem desde o retorno do surto.

Segundo o G1, esse é o terceiro dia que o país bate o recorde de novos casos, já que na sexta-feira, 16, foram registrados 10.010 novos casos e na quinta-feira, 15, 8.804 casos. O número de mortes, porém, caiu em relação aos dias anteriores. Foram 47 anunciadas neste sábado (17), ante 55 na sexta e 83 na quinta.

O número é bem menor que os registrados no auge da pandemia na Itália (março e abril), quando um pico diário de mais de 900 mortes foi alcançado. O governo italiano já estabeleceu novas restrições a reuniões, restaurantes, esportes e atividades escolares desde a última terça-feira (13), com o intuito de diminuir o aumento excessivo de infecções.

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Covid-19: Rússia bate recorde de contágio e registra 12.126 casos de coronavírus em 24h

Vladimir Putin I Foto: World Economic Forum/ Creative Commons

A Rússia registrou 12.126 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, um número recorde que supera o alcançado em maio, no momento mais duro da pandemia no país, apontam números oficiais. Segundo o portal UOL, o total de infecções passa agora de 1,2 milhão, e a Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de casos.

Por enquanto, as autoridades não preveem medidas de mais rígidas de contenção da Covid-19. Em maio, a Rússia havia registrado 11.656 novas infecções em um único dia, até então o maior número de infecções em 24 horas. Além disso, e de acordo com dados oficiais, 201 pessoas morreram de coronavírus no último dia na Rússia, que já registra um total de 22.257 mortes por coronavírus.

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Quadro de Donald Trump é ‘preocupante’, diz chefe de gabinete

Foto: Reprodução / Instagram

Os sinais vitais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diagnosticado com Covid-19, são delicados. Segundo o chefe de Gabinete da Casa Branca, Mike Meadows, o presidente não está fora de perigo. A informação contraria o que havia sido dito pelos médicos do presidente minutos antes. Em uma coletiva neste sábado (3), o médico do presidente, Sean Conley não foi claro sobre o quadro médico e não confirmou a informação de que ele precisou de oxigênio suplementar.

Repórteres credenciados pelo governo americano afirmam que Trump teve dificuldades de respirar e precisou receber oxigênio na sexta-feira (2). As informações oficiais do governo só aumentam a incerteza sobre o estado de saúde de Trump. O médico também evitou comentar sobre o resultado dos exames, se foram detectados danos pulmonares e não informou quando o presidente testou negativo para Covid-19 pela última vez.

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