Política







Política: Petroleiro baiano indiciado pela Lava Jato foi doador de Dilma e Rui Costa

002

O petroleiro baiano, Armando Trípodi, conhecido como Bacalhau, indiciado pela Polícia Federal, na última quarta-feira (23), é um dos doares oficiais das campanhas da presidente Dilma Rousseff e do governador da Bahia, Rui Costa, em 2014. De acordo com a coluna Satélite, do jornal Correio, Trípodi chefiou o gabinete da Petrobras durante a gestão de José Sérgio Gabrielli. Trípodi doou R$ 10 mil para o caixa de Dilma em 2 de setembro. Para isso, usou o próprio cartão de crédito. Antes, em 22 de agosto, destinou outros R$ 10 mil para Rui, por meio de cheque. Em eleições anteriores, Trípodi também mostrou generosidade com os companheiros petistas. Candidato derrotado a prefeito de Salvador em 2012, o hoje secretário estadual de Turismo, Nelson Pellegrino, recebeu R$ 13 mil do braço-direito de Gabrielli na Petrobras. Já em 2010, os repasses foram mais modestos: R$ 2 mil para a candidatura de Rui a deputado federal. Todas as doações foram registradas na Justiça e consideradas legais pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

COMPARTILHE

Política: PMDB do Rio decide abandonar governo de Dilma Rousseff

BBqTpA2.img

O PMDB do Rio de Janeiro decidiu, por unanimidade, deixar o governo Dilma Rousseff. Entre os 12 representantes da legenda no RJ estão: Sérgio Cabral, Jorge Picciani e Eduardo Paes. Segundo informações do Extra, o partido votará, em Brasília, na terça-feira (29), pela saída do governo. Além de votar pela saída do governo, o grupo do Rio vai também aproveitar a ocasião e entregar os cargos que mantém no governo federal. (MSN).

COMPARTILHE

Política: Lula planeja fugir para Itália caso seja preso, diz Veja

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

A matéria de capa da revista Veja desta semana diz ter descoberto um “plano secreto” do ex-presidente Lula, em caso de prisão. Segundo a publicação, Lula estaria pensando em exilar na Itália. O plano prevê que Lula pediria asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, depois de negociar uma espécie de salvo-conduto no Congresso, que lhe daria permissão para deslocar-se da embaixada até o aeroporto sem ser detido – e, do aeroporto, voaria para o país do asilo. A publicação diz narrar nas suas páginas o roteiro do plano.

lulaaaa(1)

COMPARTILHE

Bahia: Planilha da Odebrecht conta com 38 políticos baianos

650x375_politicos_1620632

Trinta e oito políticos baianos são mencionados nas planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, como beneficiários de doações  pecuniárias feitas pelo Grupo Odebrecht. Alguns deles são chamados por apelidos. A lista tem mais de 200 políticos de todo o país, filiados a mais de dez partidos. Ainda não é possível afirmar se as doações foram feitas legalmente, por isso o juiz Sergio Moro pediu o sigilo das planilhas. Antes disso, porém, houve ampla divulgação pela imprensa. Entre os 38 nomes estão o ex-governadores Jaques Wagner (PT), atual secretário especial da Presidência da República, e Paulo Souto (DEM), atual secretário da Fazenda do prefeito ACM Neto (DEM), que também aparece na lista como beneficiário das doações da empreiteira. Os presidentes do Legislativo estadual e de Salvador, Marcelo Nilo (PSL) e Paulo Câmara (PSDB) , repectivamente, também são mencionados. Deputados federais, estaduais, vereadores e secretários integram a parte baiana da extensa lista (veja abaixo). Os documentos foram apreendidos com Benedicto Barbosa Silva Júnior, conhecido como “BJ”, presidente da Odebrecht Infraestrutura e um dos principais interlocutores do empresário Marcelo Odebrecht na alocação de recursos a campanhas políticas.

Codinomes

O ex-governador Wagner atende pelo apelido de “Passivo” e o vereador Edvaldo Brito (PTN) é chamado de “Candomblé”. O secretário de Turismo do Estado, que concorreu à prefeitura de Salvador em 2012, Nelson Pelegrino (PT) é chamado de “Pelé”, Marcelo Nilo atende por “Rio” enquanto que o deputado federal Arthur Maia (PPS) é “Tuca”, Daniel Almeida é “Comuna” e o empresário e também ex-candidato à prefeitura de Salvador, Mário Kértesz é “Roberval”.

LISTA DOS POLÍTICOS BAIANOS (ordem alfabética)

ACM Neto; Ademar Delgado; Alberto Castro; Arthur Maia; Carlos Martins; Carmem Gandarella; Daniel; Almeida; Dinha; Edvaldo Brito; Eduardo Alencar; Geraldo Junior; Geraldo Simões; Giovani; Humberto Carballal; Isaac Carvalho; Jaques Wagner; Jeferson Andrade; João Almeida; Jose Carlos Aleluia; Jutahy Magalhães; Jussara Márcia; Leonardo Prates; Lessa; Lomanto Junior; Luis Tavares; Marcio Biolchi; Mário Kertesz; Marcelo Nilo; Maurício Bacelar; Mauro Poeta; Nelson Pelegrino; Paulo Camara; Paulo Souto; Pinheiro; Pedro Godinho; Tonha Magalhães; Vânia Galvão; Waldir Pires (Fonte: A Tarde)

COMPARTILHE

Dilma diz que ‘jamais’ renunciará e vê ‘golpe contra a democracia’ em impeachment

BBqN67E

A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta terça-feira que não renunciará a seu mandato e disse que há no Brasil um “golpe contra a democracia” em andamento, ao fazer críticas ao pedido de abertura de impeachment que tramita contra ela na Câmara dos Deputados. Em discurso no Palácio do Planalto após receber apoio de juristas contrários ao seu impedimento, a presidente também voltou a fazer críticas à divulgação de conversas telefônicas que teve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que foram interceptadas pela Polícia Federal. “O que está em curso é um golpe contra a democracia. Eu jamais renunciarei. Aqueles que pedem minha renúncia mostram a fragilidade da sua convicção sobre o… impeachment porque, sobretudo, tentam ocultar justamente esse golpe contra a democracia e eu posso assegurar a vocês que não compactuarei com isso. Por isso, não renuncio em hipótese alguma”, disse Dilma. “A Justiça brasileira fica enfraquecida e a Constituição é rasgada quando são gravados diálogos da presidenta da República sem a devida, necessária e imprescindível autorização do Supremo Tribunal Federal. Gravados e divulgados em uma evidente violação da segurança nacional”, disparou Dilma. As conversas entre a presidente e seu antecessor foram interceptadas pela Polícia Federal no âmbito das investigações da operação Lava Jato, que apura um bilionário esquema de corrupção na Petrobras e na qual Lula é investigado. O juiz federal Sérgio Moro, que concentra os processos da operação autorizou a divulgação das conversas ao tirar sigilo do processo. “A democracia é afrontada e ameaçada quando o encarregado de executar a Justiça opta por descumprir as leis e a Constituição. Um executor da Justiça não pode assumir como meta condenar adversários ao invés de fazer justiça”, disparou a presidente, sem, no entanto, citar Moro.

DEMOCRACIA E DITADURA

Dilma também afirmou em seu discurso que não cometeu nenhuma ilegalidade e disse que não houve crime de responsabilidade que justifique um processo de impedimento que interrompa seu mandato. “O impeachment só pode se dar por crime de responsabilidade claramente demonstrado. Na ausência de crime de responsabilidade comprovado, com provas inquestionáveis, o afastamento torna-se ele próprio um crime contra a democracia. Esse é o caso do processo de impeachment em curso contra o meu mandato devido a ausência de base legal”, disse. A presidente, que foi presa e torturada durante o regime militar, disse que lutará para não sofrer em plena democracia o mesmo que sofreu durante a ditadura. “Condenar alguém por um crime que não praticou é a maior violência que se pode cometer contra qualquer pessoa. É uma injustiça brutal. É uma ilegalidade. Já fui vítima dessa injustiça uma vez, durante a ditadura, e lutarei para não ser vítima de novo em plena democracia.” (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

COMPARTILHE

Lula cogita desistir do Ministério da Casa Civil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne na noite desta segunda-feira (21) com a presidente Dilma Rousseff para definir a situação do líder petista.  Segundo a Folha de S. Paulo, em conversas, Lula teria admitido a hipótese de renunciar ao Ministério da Casa Civil, para atuar como articulador informal. A definição depende de decisões da Justiça sobre a legitimidade de sua nomeação.

BBqKaZg

Ele foi escalado por Dilma para exercer informalmente, a partir desta segunda, a articulação política do Palácio do Planalto, função típica do chefe da Casa Civil.  Por sorteio, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Edson Fachin será o relator do pedido da defesa de Lula para anular a decisão de Gilmar Mendes. Este devolveu as investigações contra o petista para o juiz Sergio Moro.  O habeas corpus apresentado pelos advogados do ex-presidente foi direcionado ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, mas, de acordo com as regras do tribunal, esse tipo de ação só é julgada pelo presidente no recesso do Judiciário.  Com receio de que Moro possa deflagrar uma nova ação contra Lula, a defesa tenta anular a decisão de Gilmar Mendes que, ao suspender a posse do ex-presidente como ministro da Casa Civil  determinou que as investigações do petista ficassem a cargo da Justiça no Paraná.

COMPARTILHE

Política: Aécio se torna o principal alvo dos investigadores da Lava Jato, diz colunista

aecio-1-cocaina

O senador Delcídio do Amaral tem dito a fontes próximas que agora o senador Aécio Neves (MG), líder do PSDB, se tornou no principal alvo da Operação Lava Jato agora, segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Os investigadores estão atrás da oposição e querem “arrastar um peixe grande tucano”, segundo o colunista, para não serem acusados de fazer uma investigação partidarizada, que busca incriminar somente o PT. Ainda segundo a coluna, uma investigação em cima do senador seria uma forma de contrabalançar a operação e as acusações que a Operação vem sofrendo nos últimos dias.

COMPARTILHE

Política: Contra impeachment, Maluf e Collor engrossam defesa de Dilma no Congresso

BBqHPFy.img

Maluf e Collor são contra impeachment de Dilma l Foto: Montagem/Agência Câmara/Agência Senado

Duas das personagens mais emblemáticas de escândalos de corrupção do Brasil vão engrossar a defesa do governo Dilma Rousseff no Congresso Nacional.O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e o senador Fernando Collor de Mello (sem partido-AL) já declararam publicamente ser contrários ao impeachment e já se comprometeram com petistas a impedir que avance o processo de afastamento da presidente.Um é criminoso procurado pela Interpol por fraudes e roubos milionários dos cofres paulistas. Outro é o primeiro presidente que sofreu impeachment por um esquema de cobrança de propina de empresários e pagamento de suas despesas pessoais — crimes pelos quais foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal anos depois. Atualmente, é investigado pela Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.Maluf integra a comissão especial do impeachment na Câmara, instalada na semana passada.Ele aceitou a proposta do PP para ser um dos três deputados do partido na tropa pró-governo. Outros dois pepistas querem o impeachment.Se o impeachment passar na Câmara, Collor fará o que estiver a seu alcance para barrar o processo no Senado.Ele chegou a se desfiliar do PTB na última sexta-feira (18) por causa da diretriz nacional da sigla de apoiar o impedimento de Dilma. Neste momento, ele está estudando “convites” para uma nova casa. Na mira da Lava Jato, Collor protagonizou uma cena controversa no Plenário em agosto do ano passado.Ele xingou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, depois que teve bens apreendidos por policiais federais — carros de luxo. (MSN).

COMPARTILHE

Política: Temer começa a discutir nomes para possível mandato

Fornecido por Notícias ao Minuto

Fornecido por Notícias ao Minuto

De acordo com jornal “Folha de S.Paulo”, a cúpula da oposição e o vice-presidente Michel Temer (PMDB), já estão a discutir possíveis nomes e perfis que integrariam o governo, caso ele assumisse. Em meio a esse debate, partidos como PSDB, DEM e PPS começaram a dar declarações de que darão suporte ao peemedebista no caso de impeachment de Dilma. A oposição tem uma lista de demandas. O PSDB quer que Temer adote parte das propostas pregadas pela sigla como carro-chefe de um eventual governo peemedebista. Em troca, caciques do partido como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o senador José Serra (SP) e agora o próprio presidente da legenda, Aécio Neves (MG), prometem trabalhar para dar sustentação a Temer. Procurado pela Folha, Aécio disse que o PSDB “terá grandeza e responsabilidade”. “O processo [impeachment] agora é inexorável. Estamos dispostos a conversar em torno de uma agenda, não de cargos.”

COMPARTILHE

Marina Silva bate Aécio e Lula nas eleições presidenciais de 2018, diz Datafolha

BBqG29w

A dois anos e meio das próximas eleições presidenciais, pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (19) mostra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) como favorita neste cenário de crise política. Ela tem entre 21% e 24% das intenções de votos, segundo texto da Folha que não detalha os percentuais de todos os candidatos apresentados aos entrevistados. O cenário mais disputado tem Marina, com 21%, Aécio Neves (PSDB), com 19%, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 17%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, os três estão empatados tecnicamente, ainda que numericamente Marina e Aécio estejam na frente de Lula. Nos cenários contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o senador José Serra (PSDB), Lula fica em segundo lugar, atrás apenas de Marina. De acordo com o Datafolha, Aécio é quem mais perdeu nas simulações: ele caiu de 24% das intenções de voto, em fevereiro, para 19% agora. Os manifestantes que lotaram as ruas no domingo, 13 de Março, encampavam principalmente a bandeira do combate à corrupção. Apesar de ter o PT, Lula e Dilma Rousseff como principais alvos, os manifestantes hostilizaram Alckmin e Aécio, em São Paulo, e bradaram contra os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB) e Renan Calheiros (PMDB), respectivamente, em várias partes do País. A pesquisa foi feita nos dias 17 e 18 de março. No total, 2.794 eleitores foram ouvidos pelo Datafolha em 171 municípios brasileiros.

COMPARTILHE

Política: Dirigente diz que PMDB vai romper com o governo

Foto: Reprodução / Youtube

Foto: Reprodução / Youtube

Um dos dirigentes peemedebistas mais próximos do vice-presidente Michel Temer, o ex-ministro Moreira Franco disse nesta sexta-feira (18) que a reunião do diretório nacional do PMDB marcada para o próximo dia 29 vai aprovar rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff. Em sua conta no Twitter, escreveu: “O sentido de urgência do PMDB é conectado à vontade do povo. No passado foi assim. Agora, na saída de Dilma também. Terça, 29, vai decidir rompimento”. “A tendência é de rompimento, acho que se consolidou. É só você olhar as ruas”, disse Moreira à reportagem, em referência aos protestos contra o governo e o PT. “O PMDB tem o sentido da urgência, anda de acordo com a vontade popular”, afirmou. Questionado sobre como será, na prática, o rompimento com o governo, o ex-ministro disse que esse tipo de decisão será tomada pelo diretório nacional. “Romper é romper”, declarou. Em convenção realizada no sábado (12), o PMDB optou por um prazo de trinta dias para decidir se continuará aliado ou se romperá com o governo. No entanto, o agravamento da crise, motivado pela divulgação de grampos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, levou o partido a antecipar a reunião. Na quinta (17), o comando do PMDB decidiu não participar da posse conjunta de Lula na Casa Civil, do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) na Secretaria de Aviação Civil e do procurador Eugênio Aragão no Ministério da Justiça. A ida de Lopes para o governo aconteceu à revelia da decisão da convenção nacional do partido, que proibiu os filiados a assumirem cargos no governo. O novo ministro da Aviação Civil deverá ser expulso do PMDB. (Bahia Noticias).

COMPARTILHE

Política: Dezesseis deputados da Comissão do Impeachment são investigados

Paulo-Maluf-Foto-Jorge-Araújo-Folha-Imagem

Paulo Maluf é investigado por crimes eleitorais.

A Comissão de Impeachment instaurada ontem tem 16 de seus 65 deputados investigados pela suspeita de diferentes crimes no STF. São eles: Paulo Maluf (PP), por crimes eleitorais; Aguinaldo Ribeiro (PP), por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha; Jerônimo Goergen (PP), por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha; Roberto de Britto (PP), por corrupção passiva e formação de quadrilha; Maurício Quintella Lessa (PR), por peculato (roubo praticado por servidor público); Paulo Magalhães (PSD), por crime eleitoral; Danilo Forte (PSB), por crime eleitoral; Benito Gama (PTB), por crime eleitoral; Weverton Rocha (PDT), por fraude na Lei de Licitações; Paulinho da Força (SD), por corrupção passiva; Alex Manente (PPS), por crime eleitoral; Bacelar (PTN), por peculato (roubo praticado por servidor público); Junior Marreca (PEN), por emprego irregular de verba pública; Vicente Cândido (PT), por corrupção ativa; José Mentor (PT), por corrupção passiva; Nilson Leitão (PSDB), por corrupção passiva e fraude na Lei de Licitações. Na comissão, está também Fernando Francischini (SD), citado na delação de Delcídio Amaral. (Lauro Jardim)

COMPARTILHE