Para Lúcio, indicação para a Saúde é para manter o ‘toma lá dá cá’

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Uma das vozes que querem o rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), deputado federal Lucio Vieira Lima vê com bons olhos a resistência do seu partido em indicar nomes para a reforma ministerial. Dos seis ministérios, o PMDB deve ficar com quatro, já que outros serão fundidos. Para acalmar o partido, que é o maior da base de sustentação, Dilma ofereceu o Ministério da Saúde, pasta do PT comandada por Arthur Chioro. Tanto o vice-presidente, Michel Temer, quanto o presidente do Senado, Renan Calheiros, disseram que não vão fazer indicações. Para Lúcio, Dilma volta a errar pedindo que partidos façam as indicações. “Se quer fazer a reforma bote os melhores. Esse negócio de indicar é para manter o ‘toma lá dá cá’, manter o fisiologismo”, destaca.Lúcio aproveitou para dar estocadas no PMDB do Rio de Janeiro. Dilma e o governador fluminense Luiz Fernando Pezão se reuniram nesta segunda-feira e as especulações de que ele irá indicar o nome para a Saúde cresceram. “O PMDB é um partido dividido entre os fisiologistas e os não fisiologistas. O Rio de Janeiro faz o papel do PFL com o presidente Collor. Tá vendo que o governo tá indo embora e corre para pegar o que resta.Foi feito isso na esperança de evitar o impeachment, mas não deu certo”, dispara. (Bocão News).

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