Foragido de MG é preso após nove anos escondido em “Coaraci”

montagem fato

A Polícia Civil de Governador Valadares-MG, prendeu em Coaraci, Roney Lopes dos Santos (Marcelo Paulista), 28 anos, suspeito de participar de um latrocínio em Valadares, em 2006. A prisão aconteceu quando o suspeito trabalhava em uma oficina mecânica, em Coaraci. De acordo com a delegada regional Luzinete Maria de Sá, o homem vai responder pela morte de Luciano Bregues Rocha, crime ocorrido em 26 de setembro de 2006. Paulista era foragido da Justiça desde outubro de 2006 e era o único envolvido no crime que ainda não havia sido capturado. “A vítima foi executada de forma cruel, inclusive após ser brutalmente violentada, teve várias perfurações provocadas por um canivete em seu pescoço e para acelerar a morte, os autores asfixiaram a vítima com uma sacola plástica amarrando-a com uma mangueira de chuveiro. Após executar a vítima, os autores lhes subtraíram vários pertences e fugiram do local do crime”, relatou a delegada. Na ocasião, duas menores participaram do crime. Elas foram apreendidas, cumpriram três anos de internação pelo ato infracional análogo ao crime de latrocínio e já estão livres. Na delegacia, Roney confessou o crime e pediu perdão aos familiares da vítima. “Todas as noites peço perdão à Deus e agora aos familiares da vítima. Eu sei que errei, mas me converti e não sou esse monstro que todos pensam. Eu sabia que eu não ia ficar impune, mas na ocasião era eu ou era ele”, disse o suspeito emocionado. Na sua fala o suspeito insinuou que a vítima poderia ter tentando contra a sua vida, mas a delegada descartou a hipótese. “O crime foi premeditado e a vítima foi pega de surpresa. Ele e as duas menores roubaram e executaram a vítima. Além de objetos avaliados em R$ 37 mil, um veículo também foi roubado e abandonado em um bairro da cidade. Uma das menores era conhecida da vítima e participava de festinhas feitas por ele no seu apartamento”, contou a delegada Luziente Maria. Roney Lopes dos Santos agora vai aguardar julgamento em regime fechado e segundo a delegada, caso condenado, ele pode pegar de 20 a 30 anos de prisão. (G1)

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