Política







MPF pede arquivamento de investigação que apura se Lula obstruiu a Lava Jato

O Ministério Público Federal pediu nesta terça-feira (11) à Justiça o arquivamento da investigação interna aberta para apurar a suposta tentativa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de obstruir o andamento da Operação Lava Jato. O procedimento foi aberto com base na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral. As informações são da Agência Brasil. No pedido, o procurador Ivan Marx sustenta que não há provas da “existência de real tentativa de embaraço às investigações”. Para o procurador, o ex-senador teria usado o nome do ex-presidente para fechar acordo de delação com a PGR (Procuradoria-Geral da República). “Ressalte-se não se estar aqui adiantando a responsabilidade ou não do ex-presidente Lula naquele processo, mas apenas demonstrar o quanto a citação de seu nome, ainda que desprovida de provas em determinados casos, pode ter importado para o fechamento do acordo de Delcídio do Amaral, inclusive no que se refere à amplitude dos benefícios recebidos”, disse Marx. Nos depoimentos de delação, Delcídio declarou que teria participado de uma reunião, convocada por Lula, em 2015, juntamente com os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Edison Lobão (PMDB-MA), para traçar estratégias para barrar as investigações da Lava Jato. Ao analisar o caso, o procurador entendeu que não foram encontradas provas da suposta reunião, mesmo após a oitiva dos senadores que teriam participado dela. “No presente caso, não havendo nenhuma corroboração para a versão apresentada pelo delator, e nem mesmo a possibilidade de buscá-la por outros meios, o arquivamento dos autos é medida que se impõe. No caso, não há que se falar na prática de crime ou de ato de improbidade”, entendeu o procurador. O arquivamento será decidido pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília.

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Delator diz que Geddel cobrou propina para liberar crédito da Caixa para J&F

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Reprodução

Durante sua passagem pela Vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff, Geddel Vieira Lima era conhecido por ser solícito nos pedidos de amigos para liberação de crédito no banco. De acordo com o delator Lúcio Funaro, numa dessas negociatas, Geddel pediu propina ao empresário Joesley Batista para liberar um empréstimo de R$ 2,7 bilhões. Batista queria a operação de crédito para comprar a Alpargatas. Em seu depoimento prestado à Polícia Federal no dia 14 de junho, Funaro contou que Geddel pediu propina no montante de R$ 80 milhões para liberar o pedido de Joesley Batista. Funaro se encontra preso na Operação Lava Jato e era considerado um dos principais operadores financeiros nos esquemas de corrupção do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Geddel também está preso desde o último dia 3 no âmbito da Operação Cui Bono. De acordo com o portal Uol, na busca pelo fechamento do acordo de delação com o Ministério Público Federal, Funaro diz que irá apresentar detalhar e provas destas e de outras acusações.

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Cunha vai delatar Rodrigo Maia em acordo de colaboração premiada, diz revista

Além do presidente Michel Temer, o primeiro na linha sucessória do peemedebista, o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), será citado na delação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com a revista Veja, ele deve aparecer na colaboração como intermediário de empresários e destinatário de propina.  Segundo relato de um interlocutor de Cunha à Veja, o ex-deputado preso enviou, da cadeia, um recado a Maia. “Avisa que ele [Maia] também será lembrado”, avisou. Durante um encontro de advogados de Cunha em Brasília, ocorrido às vésperas da viagem oficial de dois dias do presidente da Câmara à Argentina, foi que um dos presentes transmitiu a mensagem de Cunha. Ainda de acordo com a Veja, o democrata entrou para a lista de inimigos do ex-deputado durante o processo que resultou na cassação do peemedebista – ele considerou que o colega nada fez para ajudá-lo.

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Ex-prefeito de Lagedo do Tabocal é preso acusado de desviar verba do Fundeb

Foto: Reprodução

A Justiça Federal, através da juíza Karine Costa Carlos Rhem da Silva, da Vara Única da Subseção Judiciária de Jequié, determinou, na tarde de quinta-feira (6), a prisão do ex-prefeito de Lagedo do Tabocal, no Vale do Jiquiriçá, Nilson Andrade Santos (PSDB). ‘Nilsinho’, como é popularmente conhecido, foi detido por agentes da Polícia Civil de Itiruçu. De acordo com a delegada Maria do Socorro Damásio, que coordenou a operação que cumpriu o mandado de prisão contra Nilson Andrade, o ex-gestor é acusado de desvio de recursos do Fundeb repassados ao município, durante a sua gestão, em 2008, através de denúncia do Ministério Público Federal.  Segundo o Blog Marcos Frahm, o ex-prefeito havia sido condenado pela Justiça Federal pela prática de improbidade administrativa. No mandado expedido, a Justiça diz que a decisão ocorre em virtude da revogação de pena pela qual Nilson foi condenado, passando a obedecer a pena privativa da liberdade. A defesa do ex-prefeito ainda não se pronunciou sobre o teor da decisão que levou o político para a cadeia. Ainda segundo a delegada Maria do Socorro, Nilson Andrade foi recolhido a carceragem da Delegacia Territorial de Itiruçu, onde permanece a disposição da Justiça Federal.

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Segunda turma do STF julgará deputados Mário Negromonte e Roberto Brito

O ministro-relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, liberou para julgamento na 2ª turma denúncia contra sete políticos do PP, entre eles os deputados federais pela Bahia Mario Negromonte Junior e Roberto Britto. Eles foram denunciados pelos crimes de corrupção e ocultação de bens. Estão na lista ainda Arthur Lira, Luiz Fernando Faria, Jose Otavio Germano e João Alberto Pizzolatti. Segundo denúncia da PGR, delações e investigação mostram que membros do PP recebiam propina da diretoria de Abastecimento da Petrobras. Com informações do BNws

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Ex-prefeito de Santo Amaro pode ter prisão preventiva decretada

Ricardo Machado é ex-prefeito de Santo Amaro I Foto: Reprodução

O ex-prefeito da cidade de Santo Amaro, Ricardo Machado, pode ser alvo de pedido de prisão preventiva caso não compareça à sede da Polícia Federal. O ex-gestor da cidade do Recôncavo Baiano tem apresentação voluntária prevista para a manhã desta sexta-feira (6). De acordo com a delegada de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros da Polícia Federal, Luciana Matutino, isso vale também para o ex-secretário de Saúde do município, Marcelo Otero, investigado pelo Ministério Público Federal e agora pela PF. Ao todo, foram sete mandados de condução coercitiva a serem cumpridos na manhã desta quinta-feira (6). A delegada explica que boa parte do dinheiro desviado era de recursos federais destinados à saúde, educação e da assistência social. Ainda segundo Luciana Matutino, os recursos foram desviados do Fundeb, Fundo Municipal de Saúde, Fundo Nacional de Assistência Social, Sistema Único de Saúde (SUS), além de convênios com Ministério das Cidades. O empresário apontado como operador da propina é tio de Otero e tem relação de proximidade com o Ricardo Machado. O ex-prefeito de Santo Amaro é investigado pela operação Adsumus, que apura desvios de recursos e irregularidades em contratos de obras públicas do município do Recôncavo. Com informações do Politica Livre

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‘Tudo isso é uma surpresa’, afirma Geddel sobre prisão preventiva

Foto: Reprodução / YouTube

O ex-ministro dos governos Dilma e Temer Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) afirmou, nesta quinta-feira (6) durante audiência de custódia, que sempre cooperou com a Justiça e se disse “surpreendido” com sua prisão preventiva. Ele negou ter sido “maltratado” durante o ato de seu encarceramento e alegou não ter tido “tratamento diferenciado”. A detenção dele foi decretada pelo juiz federal da 10ª Vara, Vallisney de Oliveira, no âmbito da “Operação Cui Bono?”. “Tudo isso pra mim aqui é uma surpresa. Tenho 58 anos de idade e não tinha nenhum tipo de problema. Coopero com a Justiça e sempre cooperei. Tudo que eu fiz foi sob orientação dos meus advogados. Tenho crença inabalável que em nenhum momento eu tomei nenhuma atitude que pudesse ser interpretada como um embaraço à Justiça”, relatou. A prisão é de caráter preventivo e tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos, em acordo de colaboração premiada. Os procuradores afirmam que Geddel tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo de Geddel seria evitar que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o Ministério Público Federal. Para isso, segundo os investigadores, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo. Com informações do BN

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Geddel chora ao ouvir, durante depoimento, que permanece na prisão

Foto: Reprodução / JF

O ex-ministro Geddel Vieira Lima chorou após ouvir do juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, que irá permanecer encarcerado por tempo indeterminado. Vallisney afirmou que irá analisar o pedido de soltura na próxima semana. Os advogados solicitaram a prisão domiciliar e o uso de tornozeleira eletrônica por Geddel. “Se a vossa excelência quiser colocá-lo em prisão domiciliar sem celular assim como já foi feito, pode ser feito desde agora”, argumentou o advogado Gamill Föppel. De acordo com o juiz Vallisney, é necessário periciar o telefone de Geddel e ouvir a esposa do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, Raquel Funaro, que teria trocado mensagens com Geddel. A defesa de Geddel também questionou por qual motivo a Justiça Federal não teria ouvido Raquel Funaro antes, tendo em vista o importante papel da ligação para a prisão do ex-ministro. “A defesa impugna nesse momento que somente agora se resolva ouvir a senhora Raquel [a esposa de Funaro]. Fato que, inclusive, será objeto de impugnação”, contestou Föppel. Valisnney afirmou que, para tomar uma decisão se poderá soltar ou não Geddel, teria que analisar o depoimento de Raquel Funaro e por isso determinou os três dias para perícia da Polícia Federal e mais um dia para o posicionamento do Ministério Público. O ex-ministro foi preso na última segunda (3) acusado de obstrução de justiça. Com informações do Bahia Noticias

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Justiça Federal pode decidir amanhã se Geddel continua preso

O ex-ministro Geddel Vieira Lima deverá passar por uma audiência de custódia, quinta-feira (6), às 9h40, na Justiça Federal em Brasília. Durante a audiência, o juiz da 10ª Vara Federal Vallisney Oliveira, que determinou a prisão do ex-ministro, deverá reavaliar a necessidade de manter a prisão preventiva. Geddel foi preso na segunda-feira (3) por determinação do juiz sob a acusação de tentar obstruir as investigações de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal (Caixa), ao tempo em que era diretor. O ex-ministro está preso preventivamente na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Após a prisão, a defesa de Geddel definiu como “absolutamente desnecessário” o decreto de prisão preventiva do político. O advogado Gamil Föppel disse que há “ausência de relevantes informações” para basear a decisão e definiu como erro da Justiça Federal a autorização para a prisão de Geddel.

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Na Papuda, Geddel teve cabelo cortado e divide cela com nove presos

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente

O ex-ministro Geddel Vieira Lima começou nesta terça-feira (4) a se adaptar a um novo estilo de vida. No presídio da Papuda, em Brasília, ele divide a cela com outros nove detentos. Segundo a Folha de S. Paulo, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal informou que ele também teve o cabelo cortado, mas não ficou careca. A cela conta com quatro treliches e coloca à disposição dos presos chuveiro com água fria e um espaço para necessidades fisiológicas. Geddel divide a cela com presidiários que já concluíram o ensino superior e tem direito a duas horas de banho de sol. O ex-ministro foi preso por suspeita de atrapalhar as investigações da Operação Cui Bono, que apura um esquema de recebimento de propina na Caixa Econômica Federal. Com informações do Bahia Noticias

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Geddel é transferido para o presídio da Papuda

O ex-ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Geddel Vieira Lima (PMDB), foi transferido da superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para o presídio da Papuda, localizado a 17km do Palácio do Planalto. Geddel foi preso, por determinação da Justiça, na tarde desta segunda-feira (3). Ele desembarcou em Brasília, em um avião da PF, no início da madrugada desta terça. Imediatamente, ele foi conduzido pelos policiais federais para a superintendência da Polícia Federal, onde passou a noite na carceragem. O peemedebista é suspeito de agir para atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica – o ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff. A investigação se concentra no período em que Geddel ocupou o cargo e teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa do então deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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Defesa de Geddel diz que prisão foi ‘absolutamente desnecessária’ e midiática

Foto: Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente

A defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima classificou como “absolutamente desnecessária” a prisão preventiva dele, ocorrida nesta segunda-feira (3) por ordem do juiz federal Vallisney Oliveira. “Diante da ausência de relevantes informações para sua decisão, inexplicavelmente não relatadas na representação policial, a autoridade judiciária infelizmente laborou em erro. Dessa forma, acabou por não considerar que, desde o momento em que o senhor Geddel Vieira Lima se viu injustamente enredado no bojo da “Operação Cui Bono”, colocou-se à disposição das autoridades constituídas, para apresentar os documentos que lhe fossem solicitados, assim como comparecer a todos os chamados que eventualmente lhe fossem formulados, inclusive abrindo mão dos seus sigilos bancário e fiscal, assim como do seu passaporte”, afirmou em nota o advogado Gamil Föppel. O advogado também acusou a Polícia Federal de se preocupar muito mais com as “repercussões da investigação para grande imprensa, do que efetivamente a apuração de todos os fatos”. A defesa ainda sustentou que, em depoimentos prestados para firmar acordo de delação premiada, o empresário Joesley Batista disse que “jamais pagou propina a Geddel”. A decisão do juiz Vallisney Oliveira, entretanto, diz o contrário. A peça aponta que o próprio Batista e também o doleiro Lúcio Funaro afirmaram em depoimentos que o ex-ministro recebeu R$ 20 milhões em propina por intermediar empréstimos da Caixa Econômica Federal para a J&F.

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Geddel chega a Brasília e é levado para a superintendência da Polícia Federal

O ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), preso por determinação da Justiça, chegou a Brasília no início da madrugada desta terça-feira (4), pouco depois da meia noite, e foi levado para a superintendência da Polícia Federal (PF). No mesmo local, estava preso, até o último sábado (1º), Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor de Michel Temer que ficou conhecido nacionalmente como “homem da mala”. Na segunda-feira (3), Geddel foi preso em Salvador por decisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal. O presidente do PMDB na Bahia é suspeito de agir para atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que investiga fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica no governo Dilma Rousseff. O ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013.

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Tiririca é acusado de assédio sexual por ex-empregada

A ex-empregada do deputado federal Tiririca (PR-SP), Maria Lúcia Gonçalves Freitas de Lima, acusa o parlamentar de assédio sexual. De acordo com publicação do site Metrópoles, o caso foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e distribuído na última quarta-feira (28) ao ministro Celso de Mello. Em seu relato, Maria Lúcia contou que foi assediada pelo ex-chefe em duas ocasiões. A primeira teria ocorrido em São Paulo, durante uma viagem com a família em gravação do Programa do Jô. Na volta da gravação, o humorista teria lhe agarrado por trás e desabotoado a calça na frente da filha, mulher e dois assessores, que apenas riram da situação. Depois, narra a denunciante, em uma viagem novamente com a família para Fortaleza, ele teria novamente praticado assédio no decorrer de uma festa.  Após ter denunciado o deputado, a ex-funcionária diz que passou a ser acusada de extorsão pela esposa do deputado, Naná da Silva Magalhães.  A defesa do deputado nega as acusações.

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Prisão de Geddel é ‘chocante’, afirma Leur Lomanto Jr.

Leur Lomano Jr. (PMDB) e Geddel Vieira Lima (PMDB)

Correligionário do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso nesta segunda-feira (3) pela Polícia Federal, o líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Leur Lomanto Jr., classificou a ida de um dos bastiões peemedebistas para a prisão como “chocante” (leia aqui). Entretanto, ainda aturdido com o fato, o deputado estadual preferiu não se posicionar sobre o ocorrido. “Olha, recebemos agora a notícia pela imprensa. Ainda não temos muita informação. Então ainda não temos muito o que comentar”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias. Questionado sobre se faria alguma avaliação em relação ao impacto do fato para a sigla, Leur se esquivou. “Vamos esperar o desdobramento dos fatos para dar qualquer tipo de declaração. No momento, não há avaliação alguma”, disse. O BN ainda não conseguiu localizar o deputado federal e irmão de Geddel, Lúcio Vieira Lima, para comentar a prisão.

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Obstrução à Justiça via mensagens basearam prisão de Geddel

O pedido de prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) feito pelo Ministério Público Federal (MPF) teve como base os depoimentos do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva – sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada. Segundo o MPF, Geddel buscou os envolvidos para tentar impedir que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e Funaro firmassem acordo de delação premiada. Geddel foi preso na tarde desta segunda-feira (3) em Salvador (BA) (lembre aqui). “Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo”, detalha o MPF, por meio de nota. Nas mensagens, Geddel era identificado com o apelido de “Carainho”. Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso eles pediram a prisão “como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”. “O aprofundamento dos indícios descobertos com a análise do conteúdo armazenado no aparelho telefônico apreendido permitiu aos investigadores constatarem intensa e efetiva participação de Geddel Vieira Lima no esquema criminoso envolvendo a Caixa Econômica Federal, investigado no âmbito da Operação Cui Bono. Além da prisão preventiva, a Justiça acatou os pedidos de quebra de sigilos fiscal, postal, bancário e telemático do ex-ministro”, explica o parquet federal.

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Política: Ex-ministro Geddel Vieira é preso nesta segunda feira na Bahia

O ex-ministro Geddel Vieira foi preso pela Polícia Federal nesta segunda-feira (3/7) na Bahia. O político ocupou a Secretaria de Governo no início do mandato do presidente Michel Temer. A decisão partiu do juiz Vallisney  de Souza, titular da 10ª Vara Federal de Brasília. O mandado é de prisão preventiva, quando não há prazo para a soltura. A prisão foi baseada nos depoimentos do operador Lucio Funaro e do empresário e delator Joesley Batista no âmbito da Cui Bono. O ex-ministro estaria agindo para obstruir as investigações. A operação investiga a existência de práticas criminosas na liberação de créditos e investimentos por parte de duas vice-presidências da Caixa Econômica Federal: a de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) e a de Pessoa Jurídica. Uma das vice-presidências era ocupada por Geddel. Com informações da Agência Estado

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Paraná Pesquisas: 80% defendem prisão de Temer; 62% querem Lula detido

Foto: Reprodução

A vontade de ver o presidente Michel Temer preso é maior do que a de acontecer o mesmo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: segundo levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, 62% anseiam pela prisão de Lula, enquanto 80% defendem o mesmo para Temer. Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, foram entrevistados 2.192 pessoas entre a terça (27) e a última quinta-feira (29). 

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Eduardo Cunha informa à PGR que decidiu fazer delação

A defesa de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) informou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que o deputado cassado fará delação. A informação foi divulgada pela coluna Radar Online, da Veja, neste sábado (1º). Em reunião, os advogados disseram aos procuradores que iniciarão uma coleta de informações que Cunha tem para repassar. O ex-presidente da Câmara dos Deputados foi preso em outubro de 2016, após ter o mandato cassado pelos pares e perder o foro privilegiado. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou o deputado cassado, em março deste ano, a 15 anos e 4 meses de reclusão.

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2018: ‘Não há possibilidade’ de aliança com PSDB, diz Bebeto; candidatura pode ser própria

Foto: Luana Ribeiro/ Bahia Notícias

A saída da base do governo Michel Temer pode alterar os planos do  PSB para as próximas eleições – quer sejam as eventuais eleições diretas convocadas para solucionar a crise política, quer seja o pleito já previsto para 2018. Até a mudança era aventada a possibilidade de que o partido pudesse ser uma alternativa para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), possibilitada pela aliança mantida com a sigla por meio de seu vice, Márcio França. Para o deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA), no entanto, “não existe possibilidade” de uma coligação com os tucanos, e que a ligação seria “pontual” e “circunstancial”. “O PSB constituirá o seu próprio caminho. Há lideranças politicas que estão conversando com o PSB, gente de alta qualidade política, e necessariamente não está vinculado a qualquer relação ou qualquer aliança com o PSDB. Nosso caminho está pavimentado de centro a esquerda”, argumentou, sem descartar a possibilidade de uma candidatura própria. As alternativas que nós estamos construindo é para consolidar e aprofundar o diálogo com a sociedade. E no tempo próprio, o PSB expressará com uma candidatura própria ou não, ou como opinião para aliança como fizemos em 2014”, exemplifica, dizendo haver nomes já cogitados, “respeitadíssimos pelo povo brasileiro, de uma conduta ética elevada”. Para elucidar a posição do partido no cenário – a agremiação presentou fraturas durante os últimos anos, tendo, por exemplo, a senadora Lídice da Mata como figura de oposição definida ao governo Temer – Bebeto afirma que a participação na gestão não foi unânime.  “O PSB, politicamente, e a sua direção nacional, não indicou nenhum ministro para a composição do governo. Isso foi uma responsabilidade de parte da bancada dos deputados – aqueles que se embrenharam na tarefa do impeachment, apoiando o impeachment”, afirma, em menção a Fernando Coelho Filho, que se manteve no cargo por decisão individual. Desta vez, Bebeto aposta na unidade em torno da defesa do impedimento de Temer e consequente realização das eleições diretas. “Os nossos quatro votos (na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara) serão pelo prosseguimento das denúncias formuladas pelo PGR com farta, substantiva base material. E no plenário, majoritariamente, se não na totalidade, será pelo prosseguimento da ação e pelo afastamento do presidente Temer”, afirma. Na última terça (27), o PSB trocou dois membros do colegiado, Fábio Garcia (CE) e Danilo Forte (MT) para garantir que o partido se posicionasse favorável à denúncia.

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Deputado que se associar a Temer dá tapa na cara da sociedade, diz Bebeto

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA) participou, na manhã desta sexta-feira (30), em Salvador, do protesto que integrou a greve geral promovida pelas centrais sindicais em todo o país. Ao BNews, o parlamentar e sindicalista defendeu que a Câmara dos Deputados venha a aceitar a ação da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer e que os aliados do governo tenham compromisso com a população. “Aquele deputado que se associar a Temer estará dando um tapa na cara da sociedade, patrocinando o aprofundamento da corrupção no país, que tanto foi reclamado por estes partidos que compõem a base do governo”, declarou.   Ainda segundo Bebeto, “é preciso que os deputados que tanto fizeram conclamação pública contra a corrupção agora deem uma demonstração de responsabilidade com o povo brasileiro e possam apoiar a iniciativa da PGR para propor o afastamento do presidente, sob investigação de corrupção”.

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Temer é desaprovado totalmente por 93% dos brasileiros, aponta pesquisa

O presidente Michel Temer é desaprovado totalmente por 93% da população brasileira. É o que a pesquisa Pulso Brasil, realizada pela Ipsos Public Affairs, registrou. A desaprovação de Temer é a maior registrada pela pesquisa desde que o Instituto passou a mensurar sua aprovação. No último mês, a desaprovação totalmente ou desaprova um pouco era de 86%. No início de sua gestão como vice-presidente, em agosto de 2015 era de 51%. Apenas 3% aprova totalmente ou aprova um pouco o governo Temer. O número é o mesmo para quem não sabe ou não conhece suficiente para avaliar: 3%.

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TJ mantém condenação de servidor que chamou Geddel de “golpista”

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal manteve a decisão que condenou um servidor público a pagar uma indenização de R$ 10 mil por ter chamado o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) de “golpista” em um voo, em agosto de 2016. Em julgamento nesta quarta-feira (28), desembargadores decidiram rejeitar o recurso apresentado por Edimilson Dias Pereira, mantendo a condenação. O servidor ainda pode recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Edimilson chamou Geddel de “golpista” ao encontrá-lo em um avião que voaria de Brasília a Salvador.O servidor chamou atenção dos outros passageiros e anunciou a presença do peemedebista no voo. Na ocasião, Geddel era ministro da Secretaria de Governo. “Senhoras e senhores, nós temos aqui o ministro Geddel Vieira Lima, do governo golpista do Michel Temer, que é parceiro do Eduardo Cunha. […] Golpista! Golpista!”, afirmou. Depois, Edimilson afirmou que “o chefe desse senhor [em referência a Michel Temer] pediu R$ 10 milhões para Odebrecht”. O servidor gravou a cena com um celular e divulgou o vídeo em redes sociais.Em julgamento na primeira instância, em março, o juiz Jayder Ramos de Araújo afirmou que a manifestação do servidor tinha o propósito de “depreciar a imagem e o bom nome” de Geddel, “uma vez que imputavam a ele a conduta relacionada à corrupção”. O ex-ministro, inicialmente, havia pedido R$ 50 mil de indenização, mas o juiz estabeleceu o pagamento de R$ 10 mil a Geddel. Em sua defesa, o servidor alegava que exerceu sua liberdade de expressão e que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff tem fundamento suficiente para ser considerado um golpe político. Argumentava também que, por ser pessoa pública, Geddel é exposto a críticas, opiniões e questionamentos de sua conduta. Com informações do BNews

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Lula lidera, e 2º lugar tem empate de Bolsonaro e Marina, diz Datafolha

Pesquisa realizada pelo Datafolha sobre intenções de voto para a disputa presidencial de 2018 apontam que o ex-presidente Lula (PT) manteve a liderança, com 29% a 30% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC). O deputado federal registra tendência de alta. Tinha 8% em dezembro de 2016, passou a 14% em abril e agora aparece com 16%, sempre no cenário em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O tucano, por sua vez, oscilou positivamente em simulações de primeiro e segundo turnos, mas a sua rejeição cresceu para 34%, atrás apenas da de Lula. O ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (sem partido) aparece com 11%, em quarto. Nos cenários testados para eventual segundo turno, Lula ganha de Bolsonaro e dos tucanos Alckmin ou João Doria, prefeito de São Paulo. O petista empata com Marina e com o juiz Sergio Moro (sem partido) na margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Marina vence Bolsonaro, e Ciro Gomes (PDT) empata com Alckmin e com Doria. *Com informações da FOLHA

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Marina Silva sonda Cármen Lúcia para ser sua vice em 2018

A ex-ministra Marina Silva, líder da Rede, teria se aproximado da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para avaliar a possibilidade de a ministra Cármen Lúcia ser sua vice nas eleições presidenciais de 2018.  As informações são da coluna Radar On-Line, do site da revista Veja, deste domingo (25). Antes, Marina teria falado com o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, que resiste à ideia de concorrer como candidato em eleições.

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