Política







Waldir Maranhão revoga ato em que anulou sessão do impeachment na Câmara

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O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), revogou decisão tomada por ele na manhã desta segunda-feira, 9, no qual anulou a sessão em que a Casa aprovou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na decisão, o parlamentar não explica os motivos que o levaram a revogar o próprio ato. A revogação, confirmada pela assessoria de imprensa da Câmara e do deputado, foi assinada na madrugada desta terça-feira, 10, e divulgada para jornalistas por mensagem de celular. Na peça, há ainda um ofício em que Maranhão comunica o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O deputado chegou a defender ontem o seu ato. Em discurso de menos de três minutos, o presidente interino disso que sua decisão de anular a sessão teve como bases a Constituição Federal e o Regimento Interno da Câmara, “para que nós possamos corrigir em tempo vícios que certamente poderão ser insanáveis no futuro”.A anulação de Maranhão, contudo, não foi aceita pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, que a classificou como “extemporânea”. Mesmo com a recusa, líderes partidários na Câmara articulavam votar já nesta terça-feira recurso no plenário da Casa para derrubar a decisão do presidente interino de anular a sessão, para evitar a judicialização do processo. Por conta de sua decisão pela anulação do impeachment, Maranhão também teve pedido de expulsão do PP apresentado por integrantes do partido. Até a noite dessa segunda-feira, a previsão era de que a Executiva Nacional da legenda aprovasse a suspensão temporária do deputado da sigla, enquanto o processo de expulsão definitiva estiver sendo analisado pela comissão de ética da agremiação.

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Presidente interino da Câmara anula processo de impeachment de Dilma Rousseff

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O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), anulou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele considerou nula a sessão da Câmara que votou o afastamento e determinou que uma nova votação deve ser realizada na Casa. Um ofício já foi encaminhado ao presidente do Senado, Renan Calheiros, solicitando que o processo seja devolvido à Câmara. Ele seria votado no plenário do Senado nesta quarta-feira (11). Maranhão acatou parcialmente um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). A decisão anulou a sessão da Câmara dos dias 15, 16 e 17 de abril, quando a Casa votou a admissibilidade do processo de afastamento e determinou que uma nova sessão seja realizada “no prazo de 5 sessões contados da data em que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara dos Deputados”. Maranhão argumenta que os partidos políticos não poderiam ter fechado questão sobre o voto dos parlamentares, pois eles “deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente”. Além disso, os deputados não poderiam anunciar publicamente os seus votos antes da votação e a defesa de Dilma deveria ter falado por último no momento da votação. O presidente interino ainda alega que o resultado deveria ter sido formalizado por resolução, como prevê o Regimento Interno da Câmara.

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Rui Costa nega saída do PT: ‘não tem o menor cabimento’

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O governador Rui Costa negou na manhã desta sexta-feira (6) que esteja de saída do Partido dos Trabalhadores e de malas prontas para o PSD, do senador Otto Alencar, conforme informação veiculada na imprensa baiana. Em entrevista coletiva na cidade de Jequié, o petista rechaçou a tese e enalteceu seu partido. “Eu respeito e admiro todos os apartidos da nossa base. Agora, da mesma forma que não vou deixar de frequentar uma igreja porque um membro dela cometeu um ilícito, não vou deixar de acreditar na política, único instrumento de mediação de conflito entre os seres humanos. E não vou deixar de construir o partido que ajudei a fundar e que transformou para melhor a vida do povo brasileiro”, afirmou o chefe do Executivo baiano. Com informações do Bocão News.

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Política: Imbassahy está cotado para substituir Eduardo Cunha na Câmara

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A direção do PSDB trabalha junto a Michel Temer para viabilizar a candidatura de Antônio Imbassahy à presidência da Câmara dos Deputados. As conversas, reveladas pelo Estadão, foram antecipadas por causa da decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender o mandato do atual presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB – RJ). O baiano Imbassahy lidera os tucanos na Câmara e se destacou na condução e articulação da aprovação da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff em 17 de abril. É visto também como um quadro menos intransigente e, portanto, com capacidade de agregar setores do próprio PMDB de Cunha. Cunha, por outro lado, trabalha para fazer um sucessor que seja aliado a ele. Rogério Rosso (PSD-DF), presidente da comissão especial da admissibilidade, e Jovair Arantes (PTB-GO), relator do processo, são dois nomes cotados. Contudo, embora o peemedebista ainda exerça forte influência dentro do parlamento, a leitura feita pelos tucanos é que a tendência é de esvaziamento das fileiras. Imbassahy seria o segundo baiano a presidente a Casa Baixa do Congresso Nacional desde a nova república (1985). Entre 1995 e 1997 a Câmara foi liderada por Luís Eduardo Magalhães (morto em 1998). Por enquanto, o campo da articulação está em movimento. A ansiedade é grande, mas o fato é que os petistas e seus aliados estão cada vez mais afastados do Poder.

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Política: Teori Zavascki determina afastamento de Eduardo Cunha da Câmara

CUNHA1    BSB  DF  NACIONAL  02/03/2015  EDUARDO CUNHA/ENTREVISTA O presidente da Camara dos Deputados, Eduardo Cunha concede entrevista a imprensa para falar sobre o uso de passagens aereas para conjuges dos parlamentares, no salao Verde da Casa, em Brasilia. Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADAO

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki determinou nesta quinta-feira (5) o afastamento do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado federal. Relator da Lava Jato, o ministro concedeu uma liminar em um pedido de afastamento feito pela Procuradoria-Geral da República. e apontou 11 situações que comprovariam o uso do cargo pelo deputado para “constranger, intimidar parlamentares, réus, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar investigações”. Na peça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou a classificar o peemedebista de “delinquente”. O peemedebista foi transformado em réu no STF, por unanimidade, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro sob a acusação de integrar o esquema de corrupção da Petrobras, tendo recebido neste caso US$ 5 milhões em propina de contratos de navios-sonda da estatal. Na Lava Jato, o deputado é alvo de outra denúncia, de mais três inquéritos na Corte e de outros três pedidos de inquéritos que ainda aguardam autorização de Teori para serem abertos. As investigações apuram o recebimento de propina da Petrobras e o uso do mandato para supostas práticas criminosas. “Ante o exposto, defiro a medida requerida, determinando a suspensão, pelo requerido, Eduardo Cosentino da Cunha, do exercício do mandato de deputado federal e, por consequência, da função de Presidente da Câmara dos Deputados”, diz trecho da decisão. Cunha será substituído por outro investigado na Lava Jato, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA). Com informações do site Uol.

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Jequié: Oposição deve apresentar pedido de afastamento da prefeita Tânia Britto

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Nove vereadores que integram a bancada de oposição em Jequié, no centro-sul da Bahia, devem apresentar, na sessão ordinária desta terça-feira (26), o pedido de afastamento da prefeita Tânia Britto (PP). A medida é baseada nos supostos crimes praticados no âmbito do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Jequié (IPREJ). Segundo o site Jequié e Região, o pedido deverá ser lido e colocado em votação na mesma sessão.

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Política: Lava Jato prepara a prisão do ex-presidente Lula, diz colunista

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“O mensalão não foi um escândalo, e o petrolão outro. Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República, admitiu na semana passada que os dois não passam de uma coisa só – um bilionário esquema de corrupção para sustentar no poder o PT e seus aliados. Lula reelegeu-se, elegeu Dilma e a reelegeu. Mas Dilma está a poucos dias de cair. E ele, Lula… “. “A Lava-Jato dispõe de indícios e provas suficientes para prender Lula por obstrução da Justiça, ocultação de bens em nomes de terceiros e recebimento de dinheiro por palestras que não fez. Lula só não foi preso ainda porque o Supremo Tribunal Federal avocou a responsabilidade de decidir o futuro dele, uma vez que Dilma o havia nomeado ministro. Em breve, pode mandar prendê-lo. Ou deixar que o juiz Sérgio Moro o faça”, diz. (Ricardo Noblat-O Globo)

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Política: Eduardo Cunha pode assumir presidência da República em junho

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, pode assumir a presidência da República em pelo menos quatro oportunidades até o fim do ano, caso a abertura do impeachment de Dilma Rousseff seja aprovada pelo Senado nas próximas semanas e Michel Temer viaje para o exterior para compromissos diplomáticos, de acordo com informações do colunista Lauro Jardim. Ainda segundo a publicação, a primeira vez seria logo em junho, quando deve ocorrer a Cúpula do Mercosul, em Assunção. Em setembro, Temer teria outros dois compromissos: a Cúpula do G-20, na China, e a Assembleia Geral da ONU, em Nova York — um evento que dificilmente Temer perderia, já que é o presidente brasileiro que tradicionalmente faz a abertura da reunião. No mês seguinte, Cunha também assumiria, já que Temer teria que viajar para a Cúpula dos Brics, na Índia.

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Jornal: Lula desabafa e diz sentir-se traído por “Tiririca”

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou inconformado ao ver o voto do deputado Tiririca (PR-SP), favorável à abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff., segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. “Esse cara esteve comigo hoje. Como ele faz isso? Ele ia votar com a gente”, desabafou o petista. “Senhor presidente, pelo meu País, meu voto é sim”, declarou Tiririca durante a sessão de domingo (17). O jornal destaca que Tiririca é deputado há quase seis anos e essa foi a primeira vez que o ex-humorista fez uso do microfone do plenário da Câmara. Lula contou à presidente Dilma que havia recebido Tiririca na manhã de domingo (17), no quarto do hotel em que se hospeda em Brasília. “Ele ia votar com a gente”, repetiu Lula. A publicação diz que assessores presidenciais tentaram mapear os “traidores”, não apenas entre deputados do PP, mas também PR, PMDB e outras siglas. Os únicos partidos que não traíram o governo foram PT e PC do B. O deputado Paulo Maluf (PP-SP) foi outro que esteve no QG anti-impeachment que Lula montou em um hotel de Brasília. A Folha destaca que Maluf era contrário ao impeachment da presidente, mas mudou de ideia durante a comissão especial da Câmara. O deputado Tiririca (PR-SP) desmentiu a informação veiculada pela Folha de S. Paulo de que ele teria se encontrado com o ex-presidente Lula antes da votação de domingo (17) em sua página no Facebook: “Galera, não costumo responder notícias falsas que saem sobre mim ou sobre o meu mandato. Dessa vez tenho que fazer diferente e afirmar para vocês, que me acompanham, que a notícia veiculada a pouco na Folha de São Paulo é mentirosa. Não conheço e nunca tive nenhum tipo de contato com as pessoas referidas na matéria. Quem me conhece sabe que não participo de nenhum tipo de reunião que envolva minhas convicções e crenças. O meu voto veio do coração e de acordo com o que acredito. Vim do povo, sou do povo e trabalho para o povo.”

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Em vídeo, deputado Tiririca faz piada com votos de colegas

Após votar “sim” pela abertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Tiririca (PR-SP) aparece em um vídeo fazendo piadas com as justificativas de seus colegas durante a sessão do último domingo (17) na Câmara dos Deputados. Tiririca, que guardou segredo sobre sua decisão até o momento em que subiu ao púlpito, foi bastante sucinto na votação (“Senhor presidente, pelo meu país, meu voto é sim”), ao contrário de seus pares. Alguns deles evocaram Deus, a família, a democracia, Jerusalém, corretores de seguro, netos e afins. As bizarrices serviram de inspiração para Tiririca: “Pela Florentina de Jesus, pelo meu cachorro Lulu, pela minha irmã Ducolina, pela minha esposa, minha amante e minha namorada, pelo meu filho que vai nascer em 2020…eu voto SIM”.

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Crise no PT pode ser revanche de Marina Silva, diz Le Monde

A ex-ministra do Meio Ambiente é saudada como “a terceira via do Brasil” pela edição do jornal Le Monde que chegou às bancas na tarde desta quinta-feira (7). O jornal, que entrevistou a líder da Rede, destaca que ela lidera as pesquisas eleitorais para presidência e que terá agora a chance de “saborear a revanche” contra o Partido dos Trabalhadores (PT). Le Monde lembra que Marina “nasceu politicamente” no PT, antes de ser “demolida midiaticamente” pelo mesmo partido, em referência à campanha eleitoral de 2014, em que a ex-ministra foi ferozmente atacada nas propagandas de televisão.

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Sobre a pesquisa Datafolha que a coloca na frente do ex-presidente Lula e do senador Aécio Neves nas intenções de voto para presidente, Marina diz que “mais importante do que saber quem serão os candidatos é encontrar uma saída para a profunda crise econômica, para a grave crise social e para o descrédito dos partidos e dirigentes políticos”. O jornal também lembra que a ex-ministra tem dúvidas sobre a pertinência do impeachment. “É um processo legal, mas que não se presta para a finalidade desejada: resolver a crise econômica e estabilizar a situação política sem comprometer a luta contra a corrupção”, diz Marina.

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Caso prospere o pedido de impeachment de Dilma, a ex-ministra sentencia, fazendo referência ao PMDB: “A sociedade terá que conviver com um partido de pessoas que ela quis tirar do poder”. A ex-candidata à presidência pelo PSB em 2014 diz ao Le Monde que o PMDB “há 12 anos ganha as eleições junto com o PT e é objeto das mesmas acusações no caso Petrobras”. O diário francês também pergunta a Marina Silva sobre os métodos “discutíveis” do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, que investiga desmandos na estatal de petróleo. A ex-ministra evoca a operação Mãos Limpas, que combateu a corrupção no sistema político italiano nos anos 90. “Temos a possibilidade de aprender com este caso”, diz Marina. “Os juízes na Itália foram pressionados pelos acusados, que tentaram denegrir o trabalho da Justiça e conseguiram um recuo nas investigações. Não devemos cometer o mesmo erro no Brasil”, defende a líder da Rede.

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Política: Impeachment tem ao menos 261 votos na Câmara; contrários chegam a 117

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A menos de duas semanas da data estimada para a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara, 261 deputados afirmaram ao Estado que votariam a favor da abertura do procedimento e 117 se posicionaram contra. Nove não quiseram se manifestar, 55 disseram estar indecisos ou preferiam esperar a orientação partidária e 71 integrantes de 15 siglas não foram localizados. Para a abertura do processo de impeachment na Câmara são necessários 2/3 do plenário: 342 votos. Para arquivar o processo o governo precisa do apoio de 171 deputados, entre votos a favor, faltas e abstenções. Entre os que querem o impeachment já se fala em estender a sessão, que deve ocorrer até o dia 15, se não houver recurso do governo, até o domingo. O objetivo é atrair mais atenção da população para uma batalha que os números mostram estar acirrada e ainda em aberto. Nos últimos quatro dias, o Estado provocou deputados individualmente para que, de maneira informal e com a opção de que os nomes poderiam ficar em sigilo, expusessem como se posicionariam se a votação fosse no dia da entrevista. *Informações do UOL

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Política: Em reunião relâmpago, PMDB decide romper com Dilma e deixar cargos no governo

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Geddel e Michel Temer.

Em uma reunião relâmpago realizada na tarde desta terça-feira (29), o PMDB decidiu, por aclamação, deixar oficialmente o governo da presidente Dilma Rousseff. Coordenado pelo senador Romero Jucá (RR), o encontro reuniu membros do partido e começou pouco depois das 15h, mas não contou com a presença do vice-presidente Michel Temer. A moção para deixar o partido, protocolada pelo diretório do PMDB na Bahia, foi aprovada pela maioria em apenas três minutos. O grupo a favor do rompimento gritava “Daqui pra frente, Temer presidente” e “Fora PT”. Após a decisão, Jucá informou que, com a saída do governo, nenhum membro do PMDB poderá ocupar qualquer cargo federal em nome do partido. (Bahia Noticias).

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Política: “Dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”, diz Dilma

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Em meio à crise política e econômica que o país enfrenta, são muitas as especulações sobre o futuro incerto do governo. O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou neste domingo (29) que a presidente Dilma Rousseff fez uma declaração bastante surpresa em conversa recente com um presidente de partido da base. Segundo o interlocutor, Dilma declarou: “dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”. As próximas semanas devem ser decivisas para a política brasileira, em jogo está o desembarque do PMDB do governo, o processo de impeachment da presidente Dilma, a investigação e o impasse sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as investigações sobre o presidente da Câmara Eduardo Cunha, entre outros temas.

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Política: Petroleiro baiano indiciado pela Lava Jato foi doador de Dilma e Rui Costa

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O petroleiro baiano, Armando Trípodi, conhecido como Bacalhau, indiciado pela Polícia Federal, na última quarta-feira (23), é um dos doares oficiais das campanhas da presidente Dilma Rousseff e do governador da Bahia, Rui Costa, em 2014. De acordo com a coluna Satélite, do jornal Correio, Trípodi chefiou o gabinete da Petrobras durante a gestão de José Sérgio Gabrielli. Trípodi doou R$ 10 mil para o caixa de Dilma em 2 de setembro. Para isso, usou o próprio cartão de crédito. Antes, em 22 de agosto, destinou outros R$ 10 mil para Rui, por meio de cheque. Em eleições anteriores, Trípodi também mostrou generosidade com os companheiros petistas. Candidato derrotado a prefeito de Salvador em 2012, o hoje secretário estadual de Turismo, Nelson Pellegrino, recebeu R$ 13 mil do braço-direito de Gabrielli na Petrobras. Já em 2010, os repasses foram mais modestos: R$ 2 mil para a candidatura de Rui a deputado federal. Todas as doações foram registradas na Justiça e consideradas legais pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Política: PMDB do Rio decide abandonar governo de Dilma Rousseff

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O PMDB do Rio de Janeiro decidiu, por unanimidade, deixar o governo Dilma Rousseff. Entre os 12 representantes da legenda no RJ estão: Sérgio Cabral, Jorge Picciani e Eduardo Paes. Segundo informações do Extra, o partido votará, em Brasília, na terça-feira (29), pela saída do governo. Além de votar pela saída do governo, o grupo do Rio vai também aproveitar a ocasião e entregar os cargos que mantém no governo federal. (MSN).

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Política: Lula planeja fugir para Itália caso seja preso, diz Veja

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

A matéria de capa da revista Veja desta semana diz ter descoberto um “plano secreto” do ex-presidente Lula, em caso de prisão. Segundo a publicação, Lula estaria pensando em exilar na Itália. O plano prevê que Lula pediria asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, depois de negociar uma espécie de salvo-conduto no Congresso, que lhe daria permissão para deslocar-se da embaixada até o aeroporto sem ser detido – e, do aeroporto, voaria para o país do asilo. A publicação diz narrar nas suas páginas o roteiro do plano.

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Bahia: Planilha da Odebrecht conta com 38 políticos baianos

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Trinta e oito políticos baianos são mencionados nas planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, como beneficiários de doações  pecuniárias feitas pelo Grupo Odebrecht. Alguns deles são chamados por apelidos. A lista tem mais de 200 políticos de todo o país, filiados a mais de dez partidos. Ainda não é possível afirmar se as doações foram feitas legalmente, por isso o juiz Sergio Moro pediu o sigilo das planilhas. Antes disso, porém, houve ampla divulgação pela imprensa. Entre os 38 nomes estão o ex-governadores Jaques Wagner (PT), atual secretário especial da Presidência da República, e Paulo Souto (DEM), atual secretário da Fazenda do prefeito ACM Neto (DEM), que também aparece na lista como beneficiário das doações da empreiteira. Os presidentes do Legislativo estadual e de Salvador, Marcelo Nilo (PSL) e Paulo Câmara (PSDB) , repectivamente, também são mencionados. Deputados federais, estaduais, vereadores e secretários integram a parte baiana da extensa lista (veja abaixo). Os documentos foram apreendidos com Benedicto Barbosa Silva Júnior, conhecido como “BJ”, presidente da Odebrecht Infraestrutura e um dos principais interlocutores do empresário Marcelo Odebrecht na alocação de recursos a campanhas políticas.

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O ex-governador Wagner atende pelo apelido de “Passivo” e o vereador Edvaldo Brito (PTN) é chamado de “Candomblé”. O secretário de Turismo do Estado, que concorreu à prefeitura de Salvador em 2012, Nelson Pelegrino (PT) é chamado de “Pelé”, Marcelo Nilo atende por “Rio” enquanto que o deputado federal Arthur Maia (PPS) é “Tuca”, Daniel Almeida é “Comuna” e o empresário e também ex-candidato à prefeitura de Salvador, Mário Kértesz é “Roberval”.

LISTA DOS POLÍTICOS BAIANOS (ordem alfabética)

ACM Neto; Ademar Delgado; Alberto Castro; Arthur Maia; Carlos Martins; Carmem Gandarella; Daniel; Almeida; Dinha; Edvaldo Brito; Eduardo Alencar; Geraldo Junior; Geraldo Simões; Giovani; Humberto Carballal; Isaac Carvalho; Jaques Wagner; Jeferson Andrade; João Almeida; Jose Carlos Aleluia; Jutahy Magalhães; Jussara Márcia; Leonardo Prates; Lessa; Lomanto Junior; Luis Tavares; Marcio Biolchi; Mário Kertesz; Marcelo Nilo; Maurício Bacelar; Mauro Poeta; Nelson Pelegrino; Paulo Camara; Paulo Souto; Pinheiro; Pedro Godinho; Tonha Magalhães; Vânia Galvão; Waldir Pires (Fonte: A Tarde)

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Dilma diz que ‘jamais’ renunciará e vê ‘golpe contra a democracia’ em impeachment

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A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta terça-feira que não renunciará a seu mandato e disse que há no Brasil um “golpe contra a democracia” em andamento, ao fazer críticas ao pedido de abertura de impeachment que tramita contra ela na Câmara dos Deputados. Em discurso no Palácio do Planalto após receber apoio de juristas contrários ao seu impedimento, a presidente também voltou a fazer críticas à divulgação de conversas telefônicas que teve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que foram interceptadas pela Polícia Federal. “O que está em curso é um golpe contra a democracia. Eu jamais renunciarei. Aqueles que pedem minha renúncia mostram a fragilidade da sua convicção sobre o… impeachment porque, sobretudo, tentam ocultar justamente esse golpe contra a democracia e eu posso assegurar a vocês que não compactuarei com isso. Por isso, não renuncio em hipótese alguma”, disse Dilma. “A Justiça brasileira fica enfraquecida e a Constituição é rasgada quando são gravados diálogos da presidenta da República sem a devida, necessária e imprescindível autorização do Supremo Tribunal Federal. Gravados e divulgados em uma evidente violação da segurança nacional”, disparou Dilma. As conversas entre a presidente e seu antecessor foram interceptadas pela Polícia Federal no âmbito das investigações da operação Lava Jato, que apura um bilionário esquema de corrupção na Petrobras e na qual Lula é investigado. O juiz federal Sérgio Moro, que concentra os processos da operação autorizou a divulgação das conversas ao tirar sigilo do processo. “A democracia é afrontada e ameaçada quando o encarregado de executar a Justiça opta por descumprir as leis e a Constituição. Um executor da Justiça não pode assumir como meta condenar adversários ao invés de fazer justiça”, disparou a presidente, sem, no entanto, citar Moro.

DEMOCRACIA E DITADURA

Dilma também afirmou em seu discurso que não cometeu nenhuma ilegalidade e disse que não houve crime de responsabilidade que justifique um processo de impedimento que interrompa seu mandato. “O impeachment só pode se dar por crime de responsabilidade claramente demonstrado. Na ausência de crime de responsabilidade comprovado, com provas inquestionáveis, o afastamento torna-se ele próprio um crime contra a democracia. Esse é o caso do processo de impeachment em curso contra o meu mandato devido a ausência de base legal”, disse. A presidente, que foi presa e torturada durante o regime militar, disse que lutará para não sofrer em plena democracia o mesmo que sofreu durante a ditadura. “Condenar alguém por um crime que não praticou é a maior violência que se pode cometer contra qualquer pessoa. É uma injustiça brutal. É uma ilegalidade. Já fui vítima dessa injustiça uma vez, durante a ditadura, e lutarei para não ser vítima de novo em plena democracia.” (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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Lula cogita desistir do Ministério da Casa Civil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne na noite desta segunda-feira (21) com a presidente Dilma Rousseff para definir a situação do líder petista.  Segundo a Folha de S. Paulo, em conversas, Lula teria admitido a hipótese de renunciar ao Ministério da Casa Civil, para atuar como articulador informal. A definição depende de decisões da Justiça sobre a legitimidade de sua nomeação.

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Ele foi escalado por Dilma para exercer informalmente, a partir desta segunda, a articulação política do Palácio do Planalto, função típica do chefe da Casa Civil.  Por sorteio, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Edson Fachin será o relator do pedido da defesa de Lula para anular a decisão de Gilmar Mendes. Este devolveu as investigações contra o petista para o juiz Sergio Moro.  O habeas corpus apresentado pelos advogados do ex-presidente foi direcionado ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, mas, de acordo com as regras do tribunal, esse tipo de ação só é julgada pelo presidente no recesso do Judiciário.  Com receio de que Moro possa deflagrar uma nova ação contra Lula, a defesa tenta anular a decisão de Gilmar Mendes que, ao suspender a posse do ex-presidente como ministro da Casa Civil  determinou que as investigações do petista ficassem a cargo da Justiça no Paraná.

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Política: Aécio se torna o principal alvo dos investigadores da Lava Jato, diz colunista

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O senador Delcídio do Amaral tem dito a fontes próximas que agora o senador Aécio Neves (MG), líder do PSDB, se tornou no principal alvo da Operação Lava Jato agora, segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Os investigadores estão atrás da oposição e querem “arrastar um peixe grande tucano”, segundo o colunista, para não serem acusados de fazer uma investigação partidarizada, que busca incriminar somente o PT. Ainda segundo a coluna, uma investigação em cima do senador seria uma forma de contrabalançar a operação e as acusações que a Operação vem sofrendo nos últimos dias.

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Política: Contra impeachment, Maluf e Collor engrossam defesa de Dilma no Congresso

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Maluf e Collor são contra impeachment de Dilma l Foto: Montagem/Agência Câmara/Agência Senado

Duas das personagens mais emblemáticas de escândalos de corrupção do Brasil vão engrossar a defesa do governo Dilma Rousseff no Congresso Nacional.O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e o senador Fernando Collor de Mello (sem partido-AL) já declararam publicamente ser contrários ao impeachment e já se comprometeram com petistas a impedir que avance o processo de afastamento da presidente.Um é criminoso procurado pela Interpol por fraudes e roubos milionários dos cofres paulistas. Outro é o primeiro presidente que sofreu impeachment por um esquema de cobrança de propina de empresários e pagamento de suas despesas pessoais — crimes pelos quais foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal anos depois. Atualmente, é investigado pela Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.Maluf integra a comissão especial do impeachment na Câmara, instalada na semana passada.Ele aceitou a proposta do PP para ser um dos três deputados do partido na tropa pró-governo. Outros dois pepistas querem o impeachment.Se o impeachment passar na Câmara, Collor fará o que estiver a seu alcance para barrar o processo no Senado.Ele chegou a se desfiliar do PTB na última sexta-feira (18) por causa da diretriz nacional da sigla de apoiar o impedimento de Dilma. Neste momento, ele está estudando “convites” para uma nova casa. Na mira da Lava Jato, Collor protagonizou uma cena controversa no Plenário em agosto do ano passado.Ele xingou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, depois que teve bens apreendidos por policiais federais — carros de luxo. (MSN).

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Política: Temer começa a discutir nomes para possível mandato

Fornecido por Notícias ao Minuto

Fornecido por Notícias ao Minuto

De acordo com jornal “Folha de S.Paulo”, a cúpula da oposição e o vice-presidente Michel Temer (PMDB), já estão a discutir possíveis nomes e perfis que integrariam o governo, caso ele assumisse. Em meio a esse debate, partidos como PSDB, DEM e PPS começaram a dar declarações de que darão suporte ao peemedebista no caso de impeachment de Dilma. A oposição tem uma lista de demandas. O PSDB quer que Temer adote parte das propostas pregadas pela sigla como carro-chefe de um eventual governo peemedebista. Em troca, caciques do partido como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o senador José Serra (SP) e agora o próprio presidente da legenda, Aécio Neves (MG), prometem trabalhar para dar sustentação a Temer. Procurado pela Folha, Aécio disse que o PSDB “terá grandeza e responsabilidade”. “O processo [impeachment] agora é inexorável. Estamos dispostos a conversar em torno de uma agenda, não de cargos.”

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Marina Silva bate Aécio e Lula nas eleições presidenciais de 2018, diz Datafolha

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A dois anos e meio das próximas eleições presidenciais, pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (19) mostra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) como favorita neste cenário de crise política. Ela tem entre 21% e 24% das intenções de votos, segundo texto da Folha que não detalha os percentuais de todos os candidatos apresentados aos entrevistados. O cenário mais disputado tem Marina, com 21%, Aécio Neves (PSDB), com 19%, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 17%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, os três estão empatados tecnicamente, ainda que numericamente Marina e Aécio estejam na frente de Lula. Nos cenários contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o senador José Serra (PSDB), Lula fica em segundo lugar, atrás apenas de Marina. De acordo com o Datafolha, Aécio é quem mais perdeu nas simulações: ele caiu de 24% das intenções de voto, em fevereiro, para 19% agora. Os manifestantes que lotaram as ruas no domingo, 13 de Março, encampavam principalmente a bandeira do combate à corrupção. Apesar de ter o PT, Lula e Dilma Rousseff como principais alvos, os manifestantes hostilizaram Alckmin e Aécio, em São Paulo, e bradaram contra os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB) e Renan Calheiros (PMDB), respectivamente, em várias partes do País. A pesquisa foi feita nos dias 17 e 18 de março. No total, 2.794 eleitores foram ouvidos pelo Datafolha em 171 municípios brasileiros.

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Política: Dirigente diz que PMDB vai romper com o governo

Foto: Reprodução / Youtube

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Um dos dirigentes peemedebistas mais próximos do vice-presidente Michel Temer, o ex-ministro Moreira Franco disse nesta sexta-feira (18) que a reunião do diretório nacional do PMDB marcada para o próximo dia 29 vai aprovar rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff. Em sua conta no Twitter, escreveu: “O sentido de urgência do PMDB é conectado à vontade do povo. No passado foi assim. Agora, na saída de Dilma também. Terça, 29, vai decidir rompimento”. “A tendência é de rompimento, acho que se consolidou. É só você olhar as ruas”, disse Moreira à reportagem, em referência aos protestos contra o governo e o PT. “O PMDB tem o sentido da urgência, anda de acordo com a vontade popular”, afirmou. Questionado sobre como será, na prática, o rompimento com o governo, o ex-ministro disse que esse tipo de decisão será tomada pelo diretório nacional. “Romper é romper”, declarou. Em convenção realizada no sábado (12), o PMDB optou por um prazo de trinta dias para decidir se continuará aliado ou se romperá com o governo. No entanto, o agravamento da crise, motivado pela divulgação de grampos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, levou o partido a antecipar a reunião. Na quinta (17), o comando do PMDB decidiu não participar da posse conjunta de Lula na Casa Civil, do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) na Secretaria de Aviação Civil e do procurador Eugênio Aragão no Ministério da Justiça. A ida de Lopes para o governo aconteceu à revelia da decisão da convenção nacional do partido, que proibiu os filiados a assumirem cargos no governo. O novo ministro da Aviação Civil deverá ser expulso do PMDB. (Bahia Noticias).

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