Conquista: Fotógrafo é acusado de calote em formandos
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O fotógrafo desapareceu e não responde a nenhum contato

Uma situação decepcionante aconteceu com formandos em Psicologia de Barra da Estiva e Tanhaçu, de Agronomia de Ituaçu e Cascavel, Ibicoara e de outros municípios que realizaram os cursos superiores em Vitória da Conquista e que foram vítimas de um golpe. De acordo com informações de uma das vítimas identificada como Mariana Pires, acusa o fotógrafo Mike Jeferson de não cumprir com o serviço contratado por formandos de pelo menos 10 turmas na Capital do Sudoeste Baiano. Cada um dos formandos pagou antecipadamente a quantia R$ 400 reais pelo serviço, mas, decorridos quatro meses da cerimônia, ainda não receberam as fotografias. Os ex-estudantes contam que ele chegou a ter quatro endereços diferentes em Vitória da Conquista. O último escritório, que funcionou no bairro Brasil, foi abandonado. Questionado sobre sua procedência ele havia informado ser natural de Goiânia. Segundo as vítimas o fotógrafo desapareceu e não responde a nenhum contato deixado pelo profissional. Além do prejuízo financeiro, as vítimas lamentam a perda do registro de imagens com um valo sentimental inestimável. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Conquista. O delegado Nei Brito, que investiga o caso, explicou que não conseguiu encontrar o acusado e que ainda não tem certeza se ele usa o nome verdadeiro. “O problema nosso em relação ao indiciamento e até mesmo ao pedido de prisão é estar cometendo injustiça. Ele pode estar usando documento falso. O ideal é que as vítimas nos ajudem, no sentido de tentar qualquer informação para que a gente possa localizá-lo e conduzi-lo ao Disep [Distrito Integrado De Segurança Pública] para fazer a identificação criminal”, afirmou. “Na época que ele abriu uma empresa aqui em Vitória da Conquista, em alguns lugares, mudou de endereço e hoje ele não está mais na cidade. Ele é considerado pela polícia como foragido”, completou o delegado. Mike Jeferson deve ser responder pelo crime de estelionato. A reportagem não conseguiu contato com o fotógrafo. Pelo menos mais cinco turmas de cursos superiores de outras faculdades também foram vítimas. (Alessandro Granda / Ubaitaba Urgente)

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