Rio Real: Major é ouvido pela Corregedoria da PM e nega acusações

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O comandante da 6ª CIPM (Rio Real), major Florisvaldo Ribeiro, foi ouvido na sede da Corregedoria da PM, na Pituba, na tarde de sábado (23). Em entrevista ao Correio, ele afirmou que a autoria dos homicídios atribuída a policiais da sua companhia é de criminosos ligados ao tráfico. “Não existe tortura. São acusações infundadas”, disse. Segundo o major, ao menos dois dos dez PMs que respondem a acusações não trabalham mais na companhia: “(Tenente) Leanderson (Antônio dos Santos) está na Polícia Federal. (Tenente) Marcus (Vinícius Pereira) também não está mais lá”. O comandante argumenta que todos os supostos casos teriam acontecido antes de assumir o comando, em setembro de 2011. Como parte da sindicância aberta para apurar as denúncias, o corregedor adjunto da PM, tenente-coronel Manoel Amâncio Souza Neto foi até Rio Real para ouvir os envolvidos. Os supostos abusos na 6ª CIPM também são investigados pelo Ministério Público  (MP-BA). O promotor Pedro Safira, da 5ª Promotoria de Alagoinhas, que também atua como promotor substituto em Rio Real, informou que o trabalho é feito em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco).

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