Ubaitaba Urgente

Ibirapitanga: Homem morre em acidente na BA-120

50f43239-f58e-4aa4-bd31-53c801f4bc88-e1460913574383
Acidente ocorreu próximo a ponte que dá acesso a Gongogi l Foto: Ubatã Notícias

Um morador de Ibirapitanga, morador do distrito de Camamuzinho, identificado até o momento apenas pelo prenome de Eduardo, idade ignorada, foi a óbito por volta das 13h:30min deste domingo (17) num acidente na BA-120, à cerca de 100m da BR-330, nas proximidades na Ponte Nova, acesso ao município de Gongogi. O homem estava numa Honda CG preta com uma carga de banana e teria perdido o controle da motocicleta ao trafegar numa região um pouco sinuosa. O motociclista invadiu o acostamento e chocou-se contra o chão, indo a óbito ainda no local do acidente. Guarnições da Polícia Militar de Ubatã e do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) estiveram no local do acidente, organizaram o trânsito e aguardavam a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para retirar o corpo do local. No local, foi levantada a hipótese de o motociclista ter se sentido mal, o que poderia ter motivado o acidente. Um laudo do DPT apontará as causas da morte do motociclista. Com informações do Ubatã Notícias.

Moto ficou completamente destruída l Foto Ubatã Noticias
Moto ficou completamente destruída l Foto Ubatã Noticias

Bahia: ‘Não falávamos contra o PT, falávamos a favor do Brasil’, afirma Lúcio Vieira Lima

Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB) reforçou neste domingo (17) que o resultado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff não é uma vitória pessoal para os irmãos Vieira Lima, que se posicionavam contra o governo do PT. “Isso não é uma vitória pessoal. Nós não falávamos contra o PT, nós falávamos a favor do Brasil. Não precisava ser muito inteligente para ver que esse projeto do PT já havia se esgotado e, principalmente, a forma que ele queria tocar, que era um projeto hegemônico onde, a qualquer custo, queria se perpetuar no poder”, argumentou após o fim da votação do processo na Câmara dos Deputados. De acordo com o parlamentar, o placar já era já era previsto e se manteve dentro da estimativa. No entanto, o peemedebista afirmou que não se deve comemorar esse resultado. “Um processo desse não é um para se comemorar, para se festejar. Eu acho que agora o próximo passo é justamente não ter o salto alto para começar a dialogar com todos para fazer o que Michel já disse que é um governo de aliança nacional, não é um governo de cooptação”. Para Lúcio, o importante a partir de agora é não cometer o mesmo erro da presidente Dilma: “disse que ia dialogar e esse diálogo ficou da boca para fora”. (Fernando Duarte, de Brasília / Renata Farias/Bahia Noticias).

Ubaitaba: Prefeito Vane visita município para agradecer o abastecimento de água

IMG-20160416-WA0091_resized

O prefeito de Itabuna, Vane do Renascer (PRB), esteve na cidade de Ubaitaba, na última sexta feira (15), acompanhado de secretários Municipais, para agradecer a retirada de água do município para a cidade de Itabuna que vem sofrendo com a seca. Vane foi recebido pelo prefeito em exercício Paulo Bidú (PP) e pelo prefeito licenciado Bêda (PMDB), que estava na cidade. Vane percorreu o trajeto feito pelos caminhões pipas e se comprometeu em ajudar no que for necessário para sanar os estragos causados pelos caminhões no calçamento da cidade. “Quero aqui em nome de todo povo de Itabuna agradecer esse ato de solidariedade de vocês ubaitabenses com minha cidade, Itabuna está precisando muito do apoio de vocês de Ubaitaba”, agradeceu o prefeito Vane do Renascer. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente)

IMG-20160416-WA0092_resized

Brasil: Jean Wyllys cospe em Bolsonaro e diz que faria de novo

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse que realmente cuspiu em direção a seu colega Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e afirmou que faria de novo. “Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse”, declarou. O deputado disse que não teme ser processado. Wyllys disse ter sido insultado por Bolsonaro. “Na hora que eu fui votar, esse canalha decidiu me insultar na saída e tentar agarrar meu braço; ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando eu vi o insulto, eu devolvi com um cuspe na cara dele, que é o que ele merece”, afirmou. Bolsonaro disse que a cusparada foi um fato gravíssimo, mas ele não decidiu se processará o parlamentar. “Eu vou ver o que eu faço. Isso aí é gravíssimo. Uma cusparada não pode existir no parlamento. Não gosto de processar ninguém, não. Tenho centenas de processos aí por homofobia. Respeito os outros e tenho direito a ser respeitado nas minhas ideias, palavras, votos e opiniões. Uma cusparada foge da normalidade”, declarou Bolsonaro. De acordo com ele, o deputado federal Luiz Carlos Heinz (PP-RS) também foi atingido. “É o desespero. Perderam, democraticamente perderam. Chegou uma parte [do cuspe], 30% em mim e o resto no Luiz Carlos Heinz.” Bolsonaro afirmou que as homenagens feitas por ele no discurso que fez ao votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) irritaram Wyllys. “O meu encaminhamento [voto] ele não gostou obviamente porque eu peguei pesado. Perderam em 1964 e em 2016, parabéns ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que era o pavor de Dilma Rousseff. Me encaminhei pelas Forças Armadas, pela democracia, em defesa da família e das crianças nas escolas. Talvez seja isso, né? Ele queria aprovar o kit gay aqui, perverter nossas crianças em sala de aula. Talvez seja isso que tenha tornado ele um tanto quanto agressivo. Baixou o nível.” Antes, Bolsonaro havia dado declaração inflamada e polêmica ao aceitar o impeachment da presidente Dilma (PT). Ele exaltou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi e acusado de comandar torturas durante a ditadura militar.

Câmara aprova envio de processo de impeachment de Dilma ao Senado

dilma_lula

A Câmara dos Deputados decidiu na noite deste domingo (17) enviar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff ao Senado. Em votação parcial, por 342 a 135, a maioria dos parlamentares deu votos favoráveis ao parecer pró-impeachment do relator do processo, deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO). Com isso, a ação de autoria dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal será remetida ao Senado, a quem caberá instalar, ou não, o procedimento contra a petista. Já na câmara alta do Congresso Nacional, é montada uma comissão com 42 senadores, com 21 titulares e 21 suplentes, que terá dez dias para elaborar um parecer sobre a denúncia. A recomendação é lida pelo presidente do Senado e votada no plenário da Casa. Caso 41 dos 81 senadores optem por instaurar o processo, Dilma fica afastada da Presidência da República por 180 dias. Neste ínterim, quem assume o cargo é o vice-presidente Michel Temer. Durante o período de afastamento, é aberta uma investigação contra a presidente. Caso o Senado não conclua o processo nestes seis meses, Dilma reassume a cadeira de chefe do Executivo Nacional. Com o fim do procedimento investigativo, a petista será julgada pelo Senado, em uma sessão comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Como em um júri comum, há protocolos como discurso da acusação e da defesa. Na mesma sessão, ocorre o juízo final de Dilma Rousseff. Caso dois terços da Casa, o equivalente a 54 senadores, votem pelo impeachment, a presidente perde definitivamente o mandato. Em desfecho do processo, o vice assume a presidência durante o período restante de governo do presidente afastado. Dilma, por sua vez, ficaria inelegível por oito anos.

Ubaitaba: Bebeto Galvão vota “não” ao impeachment da presidenta Dilma

Foto_Bebeto_Comissao

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB) votou “não”, e ficou ao lado governo na votação do processo de impeachment neste domingo (17). Horas antes de iniciar a votação, Bebeto confirmou que não existiria possibilidades de trair a história construída e se alinhar a grupos que articulam um processo frágil. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente).

Bahia: Liberado por Neto, Irmão Lázaro defende impeachment de Dilma

001

O secretário de Relações Institucionais de Salvador, Irmão Lázaro (PSC), foi liberado pelo prefeito ACM Neto (DEM) para votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara Federal, onde possui o mandato de deputado federal. Em seu discurso na Casa, na madrugada desse domingo (17), o parlamentar disse estar indignado “com a presente situação política do nosso país”. “Represento uma extensa faixa da população do meu estado, a minha querida Bahia, como também milhões de brasileiros que acreditam na plena mudança politica que atenda nossos anseios de igualdade social, associada à boa condução governamental, longe de escândalos e assaltos bilionários aos cofres público do nosso país”, discursou. “Tenho recebido incansáveis apelos em todas as minhas redes sociais, nas quais tenho por volta de nove milhões de brasileiros, milhões de brasileiros dignos, iluminados pela boa fé, cansados de tantos desastres políticos promovidos pelo atual governo. Não queremos que o Brasil siga em constante decadência, como se fosse um caminhão sem freio, desgovernado, derrapando ladeira a baixo, levando em sua caçamba pedaladas fiscais, crimes de responsabilidades, rombos na Petrobras, BNDES, enfim, e em tantos outros”, disse Irmão Lázaro. Com informações do Bocão News.

Ao defender impeachment, Imbassahy diz “corrupção não se compara, se pune”

Imbassahy_bahia

Ao defender o impeachment, o líder do PSDB na Câmara, deputado federal Antonio Imbassahy, criticou, no início deste domingo (17), a “corrupção sistêmica e desenfreada” do governo. “Corrupção não se compara, corrupção se pune.”, afirmou. Ainda na sua fala, o tucano salientou que PSDB irá votar pelo impeachment porque o Brasil não pode ser governado por uma presidente “desenganada, que maculou o cargo”. Imbassahy ressaltou que “estamos diante de um momento histórico” que exige “responsabilidade”. “Vamos escolher o país que queremos daqui para a frente”, pontou, frisando que a escolha é entre dar ao Brasil a chance do “recomeço” ou votar pelo “vale tudo e pela corrupção”. Segundo ele, quem votar contra o impeachment vai entrar para a história “pela porta dos fundos”, por apoiar uma presidente que “mentiu, cometendo crime de responsabilidade e levando o país à crise”. Ele disse ainda que a presidente Dilma Rousseff (PT) “não respeita as instituições, a imprensa livre” e “trama para obstruir as investigações da Lava Jato” para “proteger o presidente Lula”. Para ele, o Brasil precisa de uma “reconstrução moral”, respeitando a Constituição, a democracia, a liberdade de imprensa e opinião. Com informações do Bocão News.

Ápice da turbulência, impeachment marcará nova fase da crise

129_1842-Dilma (2)

A votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, prevista para este domingo, 17, na Câmara dos Deputados, é o ápice até agora da maior crise política brasileira desde a redemocratização. Enquanto o afastamento será votado no plenário da Casa, a partir das 14h, manifestações contra e a favor do afastamento deverão ocorrer em diversas cidades do País. Segundo especialistas ouvidos pelo Estado, qualquer que seja resultado, o cenário de turbulência deverá prevalecer por mais alguns meses, especialmente se a presidente for derrotada e a sua luta para permanecer no cargo se arrastar por muito tempo no Senado e no Supremo Tribunal Federal (STF).

O Placar do Impeachment do Estado mostra que a oposição à presidente contabilizava, à 0h deste domingo, 350 votos favoráveis ao impeachment, oito a mais do que o mínimo necessário (342, de um total de 513). Portanto, se esses deputados mantiverem a decisão de apoiar o afastamento logo mais, Dilma será derrotada na Câmara neste domingo. Há ainda 133 contrários ao impeachment, 9 indecisos, 2 prováveis ausências e 19 deputados que se recusam a abrir o voto. O Palácio do Planalto, no entanto, trabalha intensamente para reverter esse cenário, com envolvimento direto de Dilma, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu antecessor na Presidência, e de um time de ministros e governadores. Caso sejam derrotados neste domingo, os petistas preparam um projeto para propor ao Congresso a convocação de novas eleições no País.

Em fevereiro de 2015, o deputado Eduardo Cunha (PMDB) era eleito presidente da Câmara e iniciava ali um longo embate político com o governo. Investigações, delações, protestos e manobras políticas. Relembre os principais momentos que levaram ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que será votado pelos deputados neste domingo, 17.

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) também passou o sábado reunido com aliados em busca de apoios nesta reta final. Dilma acusou Temer de planejar o fim do programa Bolsa Família, marca das gestões petistas na área social, exatamente como o partido fez com os opositores da presidente nas eleições de 2010 e 2014. O vice reagiu: “Mentira rasteira”.

Dilma Rousseff, de 68 anos é filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001, economista de formação. Ela é alvo de pedido de afastamento que tem por base as pedaladas fiscais (manobras contábeis) e decretos orçamentários do ano passado. Conforme as mais recentes pesquisas, a forma de governar da presidente – acossada pelas crises política e econômica – é desaprovada por 82% dos brasileiros (Ibope). Se perder na Câmara, Dilma será processada pelo Senado. A votação será a segunda de um impedimento desde a redemocratização. Fernando Collor foi derrotado pelo plenário da Casa em 1992.

Contra o impeachment, Evanildo Costa promete: ‘Se houver golpe, criaremos problema’

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) está presente no Farol da Barra para os protestos contra o impeachment da presidenta Dilma, neste domingo (17). O diretor estadual do grupo, Evanildo Costa, é um dos participantes do movimento. Para ele, caso haja um ‘golpe’, o movimento criará ‘problemas’ nas ruas do país. “Se houver um golpe nesse país, não será de forma pacífica. Nós iremos para a rua, vamos criar problema. Não pode. Pessoas corruptas cassarem uma presidenta eleita democraticamente e ser acusada de um crime que não cometeu”, disse o manifestante, em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com Costa, a saída de Dilma da presidência é um ‘retrocesso’ para o país, e o MST está ao lado dos brasileiros na defesa da democracia. (Francis Juliano / Matheus Caldas/Bahia Noticias).

Diário do Impeachment: 12 abstenções podem salvar Dilma

BBrOgps.img
Dilma reafirmaria em fala que a tentativa de impedimento é um golpe (Evaristo Sa/AFP)

Quem dá o impeachment da presidente Dilma Rousseff como fato consumado pode ter uma surpresa na votação do pedido pelo plenário da Câmara neste domingo (17). Após perder aliados durante toda a semana, o governo finalmente registrou uma reação nesta sexta-feira (15), com a mudança de posição de alguns deputados. E mais: bastariam 12 abstenções, dentre 513 parlamentares, para Dilma derrubar o processo, ainda que por uma margem mínima.

A estimativa é da Pulso Público, consultoria de análise política. Com base nas últimas notícias, o melhor cenário da Pulso é que os votos contrários ao impeachment chegarão a, no máximo, 170. Ou seja, dois a menos que o necessário para barrá-lo. No cenário intermediário, o total baixa para 160 defensores. O elemento decisivo seria, portanto, quantos deputados optariam por faltar a votação para não se comprometer com nenhum dos lados. O único exemplo à mão é a votação, em 1992, do impedimento de Fernando Collor de Mello.

Naquele episódio, 5% dos parlamentares se abstiveram. Trata-se de uma taxa de ausência bem inferior aos 20% de taxa média de outras votações que requerem maioria qualificada na Câmara. Se esse percentual de 5% de abstenções se mantiver no domingo, corresponderá a 25 deputados. Assumindo que essas faltas afetem por igual tanto os pró-impeachment, quanto os aliados de Dilma, significaria 12,5 votos a menos para cada grupo. Mas, quando se soma essa dúzia de abstenções aos 170 votos do melhor cenário da Pulso, ou mesmo ao cenário intermediário de 160 votos, o total obtido indica que a presidente poderá se salvar, ainda que por uma estreitíssima margem.

“Desde o começo da semana, está claro que o governo sozinho não vai mobilizar deputados suficientes para barrar o impeachment”, explica o cientista político Vítor Oliveira, sócio da Pulso. “Mas partidos pequenos e alguns deputados podem optar por não votar para se proteger”, completa. A esta altura, isso já ajudaria bastante Dilma. (MSN).

Impeachment: PMDB e PP conseguem conter número de dissidentes e azedam dia do governo

BBrQ4Je.img
Parlamentares pró-impeachment se manifestam em sessão da Câmara (Evaristo Sa/AFP)

Se o otimismo prevalecia no Palácio do Planalto na manhã deste sábado (16), o clima piorou um pouco ao anoitecer na véspera da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados. De acordo com fontes, a presidente teria lamentado a interlocutores o êxito das novas manobras de PMDB e PP, partidos que tinham as duas maiores bancadas da base aliada do governo antes de se decidirem pelo desembarque. Com movimentos bem distintos entre si, as legendas conseguiram conter o número de dissidentes e azedaram o humor dos governistas.  Após restringir sua bancada a votar a favor do impedimento de Dilma, o PP ameaçou expulsar os parlamentarem que não seguissem a orientação da sigla. Com isso, conseguiu reverter pelo menos três votos a favor dos oposicionistas: de André Abdon e Toninho Pinheiro, que mantinham mistério sobre como votariam neste domingo (17), e de Nelson Meurer, que já tinha apontado que apoiaria o governo. No mesmo sentido, três peemedebistas também estariam mais próximos do vice-presidente Michel Temer (PMDB): João Arruda e Flávio Reis, além do ministro licenciado da Aviação Civil. Este último teria dito que mesmo gostando de Dilma, não poderia ser desleal com o PMDB. Os dois primeiros, por sua vez, não tinham acenado para nenhum lado até então e fomentavam uma esperança entre os governistas. “O governo está contando com 20 votos do PMDB para chegar a soma de 172 votos. Com essas mudanças, tudo fica mais arriscado”, disse a O Financista uma fonte próxima ao núcleo do governo. (MSN).

Pai do sertanejo Marrone morre aos 83 anos

BBrQbzx

Vicente Domingos Ferreira, pai do sertanejo Marrone, morreu neste sábado (16), em Goiânia, Goiás, aos 83 anos de idade, de Insuficiência Cardíaca e complicações nos pulmões.”Faleceu na tarde de hoje, 16 de abril, o pai do cantor Marrone. Vicente Domingos Ferreira tinha 83 anos e estava internado há alguns dias em Goiânia com Insuficiência cardíaca, pneumonia e derrame nos pulmões. Na tarde de hoje sofreu uma parada cardíaca e veio a falecer”, disse a assessoria de imprensa do cantor ao “Ego”. O corpo de Vicente será velado ainda hoje e o sepultamento acontecerá no próximo domingo (17), no Cemitério Jardim das Palmeiras, na capital goiana. Por conta do ocorrido, Bruno, que faz dupla com Marrone, seguirá com a agenda de shows sozinho nos próximos dias. “Marrone, que estava no Nordeste realizando shows, já está em Goiânia. Bruno cumprirá a agenda, hoje o show será em Teresina/PI”, completou os representantes dos artistas. No perfil oficial da dupla Bruno e Marrone no Facebook, uma mensagem de luto também foi publicada, com uma foto de Vicente e o seguinte texto: “Descanse em paz, seu Vicente. Nossas orações serão para que Marrone e todos de sua família tenham forças para superar esta perda”.

Itabuna: Taxista foi encontrado morto na cidade de Coaraci na tarde deste sábado (16)

Ar1_-wvkkZ00gtqZw9dETsxlGj9AraB8KoXMZADwRoMQ
Ademar trabalhava na praça do Bairro Vila Zara em Itabuna l Foto: Verdinho

O taxista Ademar Santos Gomes, que era conhecido como “Popó”, 33 anos, foi encontrado morto na tarde deste sábado (16), dentro de um veículo taxi, placa OKZ-0628, na zona rural do município de Coaraci. Popó dirigia um veículo da empresa Chame Taxi, com sede em Itabuna. O taxista morava no Bairro Conceição em Itabuna e foi morto a tiros. O corpo já foi removido para o DPT do Complexo Policial de Itabuna. A polícia Civil vai investigar o crime. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente).

taxista_morto
Vitima foi encontrada morta dentro do Taxi l Foto: Verdinho

Itambé: Homem foi morto a tiros na manhã deste sábado (16), na rodoviária da cidade

Foto: Itapetinga Agora
Foto: Itapetinga Agora

O município de Itambé que fica a 243 km da cidade de Ubaitaba, registrou na manhã deste sábado (16), o 3º homicídio em menos de 48hs. Foi morto a tiros na manhã de hoje no terminal rodoviário da cidade um homem conhecido como “Marcinho do BN”. O jovem estava na rodoviária de malas prontas para viajar quando foi morto a tiros por dois homens desconhecidos. Marcinho do BN foi vítima de cinco tiros e morreu no local. A polícia Civil está investigando o crime. Segundo informações, as mortes estão relacionadas a uma disputa pelo tráfico de drogas na cidade. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente).

Itabuna: Jovem de 20 anos foi morto a tiros na tarde deste sábado (16)

Foto: Rede Brasil de Noticias.
Foto: Rede Brasil de Noticias.

O jovem Cláudio Pinto da Silva Junior, vulgo “Fifiu”, 20 anos, morreu a caminho do Hospital de Base na tarde deste sábado (16). Fifiu foi vítima de disparos de arma de fogo na Rua Macário dos Reis, bairro Santo Antônio, município de Itabuna. A vítima foi atingida na região do tórax. A polícia foi comunicada que momentos antes do crime, Segundo informações, Cláudio Pinto da Silva Junior é acusado de envolvimento com o mundo do crime. Itabuna já tem este ano 51 homicídios. A polícia Civil vai investigar o crime. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente).

‘É mentira rasteira’, rebate Temer sobre fim do Bolsa Família

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A um dia da votação do impeachment, o vice-presidente Michel Temer usou uma rede social na manhã deste sábado (16) para desmentir que irá acabar com programas sociais, como o Bolsa Família, caso ele assuma o governo. “Leio hoje (sábado) nos jornais as acusações de que acabarei com o Bolsa Família. Falso. Mentira rasteira. Manterei todos programas sociais”, escreveu em sua conta pessoal no Twitter, por volta das 7h30. Temer voltou a Brasília na noite de sexta-feira, 15, alterando seu plano inicial de passar o fim de semana em São Paulo. O vice-presidente marcou uma reunião de trabalho às 12h, no Palácio do Jaburu. Apesar de seus aliados demonstrarem confiança na vitória do impeachment, ainda há o receio de que o governo possa evitar os 342 votos em favor do impedimento. A notícia de que três deputados do PP voltaram atrás na decisão de apoiar o impeachment acionou o alerta no grupo de Temer. Ainda assim, o ex-ministro Eliseu Padilha, que integra o núcleo duro do vice, classificou como “piada” a suposta reação. Também numa conta de rede social, Padilha ressaltou o pedido de demissão do presidente do PSD, Gilberto Kassab, do Ministério das Cidades.Com informações do Bahia Noticias.