Política







ASSIM NÃO DÁ: Vice-prefeito de Amélia Rodrigues é vítima de sequestro relâmpago

O vice-prefeito do município de Amélia Rodrigues passou por um grande susto na noite da última quinta-feira (4). Tony Clécio foi vítima de um sequestro-relâmpago seguido de assalto no centro do município, que fica na Região Metropolitana da cidade de Feira de Santana. Segundo o site Berimbau Notícias, Clécio estava dentro do seu carro aguardando a entrega de uma pizza, quando uma dupla armada o abordou. Os três foram até uma localidade conhecida como Passagem Teixeira, na BR-324, no município de Candeias. A vítima foi abandonada no local e seu estado de saúde não foi divulgado. O caso já foi denunciado à polícia, que realizou rondas na região, mas não identificou nenhum suspeito.

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LAVA-JATO: Ex-diretor da Petrobras diz que Lula pediu para fechar contas no exterior

O ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, teria contato ao juiz Sergio Moro nesta sexta-feira (5), por meio de delação premiada, que teve um encontro secreto com o ex-presidente Lula, num hangar do Aeroporto de Congonhas, durante as investigações da Operação Lava-Jato, onde recebeu ordens para fechar as contas que mantinha no exterior para recebimento propina de contratos da Petrobras. As informações são da Veja.

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POLÍTICA: TSE afasta governador e vice do Amazonas e determina nova eleição

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (4), por 5 votos a 2, manter a cassação do governador de Amazonas, José Melo (PROS), e do vice, Henrique Oliveira (SD), por compra de votos nas eleições de 2014. A corte informou que vai comunicar o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas para que o governador deixe o mandato imediatamente. A defesa ainda pode entrar com recursos. Além da cassação do governador e do vice, o tribunal decidiu pela realização de eleições diretas no estado. A expectativa é que isso ocorra num período entre 20 e 40 dias. De acordo com o TSE, quem assume a cadeira do governador até a realização das eleições é o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, David Almeida (PSD). A cassação já havia sido determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas. A decisão do TSE foi tomada na análise de um recurso movido pela defesa do governador, que contestava a primeira instância.

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POLÍTICA: Eduardo Salles nega troca de socos na Al-BA: “Não houve agressão física”

Foto: Reprodução

O deputado Eduardo Salles (PP), em contato com o Varela Notícias, negou que houve agressão física durante uma briga envolvendo outros parlamentares nesta quarta-feira (03). Apesar disso, dois outros deputados próximos aos protagonistas da confusão garantiram ao VN que houve contato físico entre os mesmos, inclusive com um soco. “Não houve nada de diferente de outras confusões que já aconteceram, apenas uma discussão. Não houve agressão física, ele gosta de aparecer”, disse Salles. “Estávamos na Al-BA desde 9h da manhã e saímos pra almoçar às 13h30, por isso cheguei atrasado na sessão”, explicou.

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POLÍTICOS: Deputados estão no lixo, diz parlamentar baiano em discurso na Câmara

O deputado federal baiano João Gualberto (PSDB) fez um discurso, na tarde desta quarta-feira (3), de autorreflexão. O tucano afirmou que a entidade em que o brasileiro mais confia atualmente é Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras. No entanto, o parlamentar ressaltou que os comentários mais recentes apontam para a movimentação de alguns setores do Judiciário querendo prejudicar a Lava Jato. Gualberto citou a soltura de José Dirceu e disse que tal ato seria “exatamente para não acontecer a delação do [Antônio] Palocci”. Em seu discurso para os colegas, o tucano disse que não viu nenhuma manifestação de repúdio ao gesto dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Meus caros colegas, todos nós sabemos a situação em que nós estamos perante a opinião pública brasileira. Os deputados, senadores e outros políticos hoje não valem nada! A população não acredita em nós, ou alguém tem dúvida disso?”, questionou. O parlamentar baiano também relacionou o papel dos legisladores diante das reformas discutidas no Congresso Nacional. “Muitos estão preocupados em não votar tal reforma, porque acham que vão perder voto, mesmo que ela seja importante para o Brasil. Mas eu quero só fazer um parêntese: realmente está muito difícil para a população aceitar determinadas reformas, porque elas serão feitas por estes deputados e senadores, em que a população não confia mais. Não temos credibilidade. Os deputados estão no lixo! A verdade é essa”, desabafou. “Temos que reagir, mas é trabalhando, e não com esses discursos demagogos que existem aqui. Ninguém aguenta mais discurso de políticos, porque a maioria esmagadora são mentirosos (sic). Fazem discursos mentirosos, discursos para plateias, discursos talvez para conseguirem voto. Está na hora de mudar esta Casa. Não é possível! Eu sei que aqui há pessoas honestas, há pessoas sérias. São poucos, mas há. Temos que mudar a cara deste Brasil. Não é possível continuar desse jeito”, disse o tucano, para completar: “Talvez algum deputado esteja me olhando feio, porque não está gostando do que estou falando, mas esse é o sentimento da população em relação a todos os políticos”.

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POLÍTICA: Lídice e mais dois vão desembolsar R$ 25 mil por propaganda irregular

Foto: Reprodução

A senadora Lídice da Mata, o prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos e o deputado estadual Marcos Viana, todos pessebistas, terão que desembolar R$ 25 mil, cada, por propaganda eleitoral irregular. O motivo se dá pelo fato dos três terem participado de ações de caráter partidário de maneira antecipada, no dia 29 de junho de 2016. Com a denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), a sentença foi expedida nesta terça-feira (02), pelo juiz Genivaldo Alves Guimarães, no Diário da Justiça Eletrônico.

CONFIRA TRECHO DA INTERPRETAÇÃO:

“Pelo exposto, julgo procedente o pedido e condeno Eduardo Lima Vasconcelos, Marcos Aguiar Viana e Lídice da Mata e Souza. Considerando os meios utilizados para a propaganda, o grande número de eleitores influenciados, o fato de todos os condenados serem antigos políticos, familiarizados com as normas eleitorais e bem assessorados”, diz parte da sentença.

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BRASIL: Apontada como laranja da Odebrecht, Itaipava doou propinas a 81 políticos

Pelo menos 57 políticos que estão fora das investigações da Operação Lava Jato podem ter recebido, por via indireta, recursos do esquema de caixa 2 da Odebrecht, segundo o jornal Estadão.  A reportagem explica que o dinheiro, que soma cerca de R$ 5 milhões, foi distribuído como doação de campanha, entre 2010 e 2014, por empresas ligadas à cervejaria Itaipava, apontada em delações como parceira da empreiteira na entrega de propina a agentes públicos. Segundo o jornal, no total, a Itaipava fez doações oficiais a 81 candidatos entre 2010 e 2014. Destes, 24 já são alvo da operação. Os demais receberam doações registradas na Justiça Eleitoral e, ao menos por enquanto, não foram citados nominalmente nos acordos de delação premiada firmados por executivos e ex-executivos da Odebrecht. A publicação esclarece que, nos depoimentos, há indícios de que todas as doações da Itaipava foram, na verdade, repasses da Odebrecht. O próprio Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, confessou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral que sua empresa usava a Itaipava como fachada para ocultar doações eleitorais a políticos. Há ainda comprovação de que isso aconteceu em quatro casos, relacionados a doações recebidas pelo senador Aécio Neves (PSDB), pelo ex-ministro Aloizio Mercadante (PT), pelo ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e pelo PPS, presidido pelo atual ministro da Cultura, Roberto Freire. Os quatro já divulgaram notas à imprensa citando repasses da Itaipava quando questionados sobre doações da Odebrecht. Entre os 57 beneficiários da Itaipava que não são alvo de inquérito estão candidatos a quase todos os cargos eletivos: governador, senador, deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. As doações foram registradas sob o CNPJ das empresas Praiamar e Leyroz de Caxias (depois rebatizada como Rof Comercial), ambas distribuidoras de bebidas do Grupo Petrópolis, fabricante das cervejas Itaipava e Cristal. Em alguns casos, a contribuição foi feita de forma direta – em outros, o dinheiro foi das empresas para o partido, e só então chegou ao candidato. A existência de uma parceria entre a Itaipava e a Odebrecht foi revelada em março de 2016, quando a Polícia Federal apreendeu na casa de um executivo da empreiteira uma planilha com nomes de cerca de 300 políticos que teriam recebido dinheiro em 2012 e 2014.

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BAHIA: Comissão de Minas e Energia debate construção de gasoduto em Ipiaú e Itagibá

Davidson Magalhães (PCdoB) I Foto: Bahiagás

Por iniciativa do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB), a Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados vai até a Bahia na próxima sexta-feira (05/05) para uma reunião e visita técnica aos municípios de Ipiaú e Itagibá, cidades que terão, na sua divisa, o ponto de partida para a construção do Gás Sudoeste – Duto de Distribuição de Gás Natural do Sudoeste, obra da Companhia de Gás da Bahia – Bahiagás. O objetivo da visita, que será realizada na Câmara Municipal de Ipiaú, às 9h, é verificar e debater junto às lideranças locais, prefeitos e vereadores, os impactos da implantação do gasoduto na região. O empreendimento é o principal projeto da Bahiagás para os próximos anos e já está em fase de contratação da empresa ou consórcio especializado para a execução dos serviços de construção e montagem do 1º trecho, que parte de Ipiaú e Itagibá, passando pelos municípios de Aiquara e Itagi, chegando até Jequié. Com extensão total de 306 km e investimentos da ordem de R$ 505 milhões, o duto de distribuição passará por 13 municípios. A estimativa de tempo de execução total é de quatro anos, entre projeto e obra. O objetivo é fornecer gás natural aos setores industrial, comercial e automotivo, com destaque para o ramo de alimentos e bebidas e para as grandes mineradoras instaladas na região. Para Davidson Magalhães, o gasoduto é uma das obras mais importantes para a região Sudoeste do estado. “Além de ampliar a oferta de gás para a indústria e comércio, vai beneficiar muito a população. É uma obra grande, só no primeiro trecho já são R$ 117 milhões de investimento. Isso significa geração de emprego e renda pro povo do Sudoeste”, defende. O diretor-presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, foi convidado a apresentar o projeto para os membros da CME e demais lideranças.  Gás Sudoeste – A primeira etapa do projeto, com aproximadamente 73 km de extensão, em dutos com diâmetro de 10 polegadas, e montagem de três estações de Distribuição de Gás Natural, tem prazo estimado de conclusão de 18 meses e custo total orçado em 117,5 milhões. Depois de concluído, o gasoduto vai beneficiar outras cidades da região, impactando uma população de mais de 400 mil habitantes. A Comissão pretende realizar atividade semelhante em outras cidades afetadas pelas demais etapas do projeto.

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Lula e Bolsonaro lideram pesquisa de intenções

A primeira pesquisa DataFolha divulgada após a quebra de sigilo das delações da Odebrecht aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda na liderança da corrida eleitoral. O petista registra 16% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O pré-candidato conservador subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários analisados pela pesquisa. Segundo colocado na eleição de 2014, Aécio Neves segue caindo e apresenta agora apenas 8% das intenções. Diante disso, o PSDB ainda não definiu quem deve lançar como candidato em 2018. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, segue na disputa, com 6% das intenções de voto. Outro nome sempre cotado é o de Marina Silva, da Rede. O levantamento considera que, num segundo turno, ela estaria empatada tecnicamente com Lula. Já no quesito rejeição, é também o petista, dessa vez ao lado do tucano Aécio, quem lidera a pesquisa. Os dois aparecem com 44% de rejeição. Alckmin também viu seu número crescer de 17% para 28%. Já Bolsonaro é rejeitado por apenas 23% dos entrevistados. A pesquisa ouviu 2.781 eleitores em 172 municípios brasileiros entre quarta (26) e quinta-feira (27).

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Doria atira no chão flores oferecidas por ciclista

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), jogou no chão as flores que recebeu de uma ciclista “em homenagem aos mortos nas marginais”, neste domingo (30), na avenida Paulista. De acordo com a Prefeitura, “o prefeito reagiu a um gesto invasivo e desnecessário”. São Paulo teve seu nível de acidentes com vitimas aumentado após o prefeito autorizar o acréscimo no limite de velocidade das marginais. Além disso, na ultima semana, Doria afirmou que faria mudanças no mapa de ciclovias, trocando algumas delas por ciclorrotas –onde o tráfego das bicicletas é compartilhado com os carros– e extinguindo outras. Com informações do Bocão News

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Delator entrega recibo de relógio de US$ 25 mil dado de presente a Geddel

Foto: Reprodução

O executivo Cláudio Melo Filho, um dos delatores da Odebrecht na Operação Lava Jato, entregou ao Ministério Público Federal o recibo da compra de um relógio suíço Patek Philippe, dado de presente ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo/Michel Temer) em março de 2009. Na nota fiscal da H.Stern consta o valor de R$ 50 mil. Naquele ano, Geddel exercia o cargo de ministro da Integração Nacional do Governo Lula. Cláudio Melo Filho relatou à Lava Jato que o presente foi dado a Geddel pelo aniversário de 50 anos do ex-ministro. “Em março de 2009, demos, em nome da Odebrecht, um presente relevante a ele”, afirmou o delator no anexo de sua delação. “Compramos um relógio Patek Philippe, modelo Calatrava, que foi enviado juntamente com um cartão assinado por Emílio Odebrecht, Marcelo Odebrecht e eu. A compra se deu na loja H. Stern em São Paulo e foi efetivada pelo escritório de Brasília. Conforme nota fiscal, o relógio custou R$ 50 mil.” Geddel é alvo de duas petições decorrentes da delação da Odebrecht. Uma deverá ser enviada à Justiça Federal da Bahia e outra à Justiça Federal do Piauí. A investigação remetida à Bahia apura pagamentos de vantagens indevidas a Geddel “em virtude dos contratos referentes ao Transporte Moderno de Salvador II” e também repasse de valores “a pretexto de contribuição de campanha nos anos de 2006 e 2014”. Com informações do Estadão.

 

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Delator aponta propina a Geddel sobre contrato da Odebrecht de 1987

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Ubaitaba Urgente

O executivo João Pacífico, um dos delatores da Odebrecht na Operação Lava Jato, apontou propina ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo/Michel Temer) sobre um contrato de 1987 para obras do Transporte Moderno de Salvador (TMS). Segundo o delator, foram pagos aproximadamente R$ 3,6 milhões entre 2007 e 2010, período em que Geddel Vieira Lima (PMDB) foi ministro da Integração Nacional do Governo Lula. De acordo com o Estadão, Pacífico relatou à Lava Jato que, em 1987, a Construtora Norberto Odebrecht firmou com a Superintendência de Urbanização da Capital (Surcap), atual Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop), autarquia vinculada à Prefeitura de Salvador, o contrato nº 018/87 para construção do Transporte Moderno de Salvador. As obras, relatou, serviriam para reduzir os congestionamentos e a melhorar o tráfego dos ônibus na capital baiana. “De 1987 até 2001, eu não tive nenhuma participação, nenhum envolvimento nesse projeto”, contou o delator. Ele relatou que em 2002 foi designado diretor-superintendente da Construtora Norberto Odebrecht para Bahia e Sergipe. Por isso, afirmou, passou a tratar da execução dos contratos referentes ao TMS, ‘buscando também viabilizar o pagamento dos valores devidos à CNO pelos serviços já prestados’. O delator narrou que ‘eram frequentes os atrasos nos pagamentos pela Surcap dos valores devidos à Construtora Norberto Odebrecht, que tinha dificuldade em receber seus créditos’. O cenário, segundo João Pacífico, mudou ‘em função de uma alteração do contexto político que envolvia a Prefeitura de Salvador’ em 2007. A mudança, disse, permitiu a Geddel que passasse a exercer ‘forte influência no governo municipal’. “Este era o cenário que existia naquela ocasião. Por isso, eu procurei várias alternativas de como era que nós iríamos melhorar esta situação”, afirmou. João Pacífico declarou que procurou o então diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho. Naquele ano, Geddel exercia o cargo de ministro da Integração Nacional do Governo Lula. “Eu pedi a Cláudio que falasse com o Geddel, já que o prefeito agora era do partido dele, para que houvesse uma regularidade no fluxo de recurso, que ele conseguisse que fosse regularizado. Eu não estive com o sr. Geddel Vieira Lima. Foi quando Cláudio esteve com o ministro e, a partir daí, realmente aconteceu uma melhora significativa no fluxo de recurso referente a essa obra. Os recursos não eram muitos, mas pelo menos tornaram regulares”, afirmou.

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Maioria dos parlamentares baianos votou pela extinção do imposto sindical; veja

Deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB) | Foto: Reprodução

Dentre os destaques propostos após a aprovação do texto-base da reforma trabalhista, a emenda que manteria a contribuição sindical obrigatória foi rejeitada por 259 deputados contra 159 a favor. A proposta do deputado Paulinho da Força (SD-SP) previa uma manutenção do pagamento com valor decrescente até 35% de um dia de trabalho em seis anos, e não a extinção imediata, como previsto no texto original. Atualmente, os trabalhadores pagam o total equivalente a um dia de serviço aos sindicatos de suas categorias. Com a reprovação da emenda, o pagamento da contribuição só será feito com autorização prévia do trabalhador. Com questão fechada contra a emenda, os representantes baianos do PMDB, Lúcio Vieira Lima; do PSDB, Jutahy Júnior; do DEM, Claudio Cajado, José Carlos Aleluia e Paulo Azi; do PR, João Carlos Bacelar e José Rocha; do PSD, José Nunes e Paulo Magalhães; do PRB, Márcio Marinho e Pastor Luciano Braga; do PPS, Arthur Maia; do PP, Cacá Leão, Mário Negromonte Jr., Roberto Brito e Ronaldo Carletto; do PEN, Erivelton Santana; e do PV, Uldurico Júnior votaram contra. Assim como na votação principal, os deputados Antônio Brito, do PSD, e Irmão Lázaro, do PSC, ignoraram a recomendação partidária e votaram a favor da pauta. Em consonância, os partidos que se opuseram à aprovação do texto-base eram favoráveis à manutenção da contribuição. Foi o caso dos representantes do PT, Afonso Florence, Caetano, Nelson Pellegrino, Robinson Almeida, Valmir Assunção e Waldenor Pereira; do PSB, Bebeto; do PTN, Bacelar; e do PCdoB, Alice Portugal e Davidson Magalhães. Por outro lado, os parlamentares Benito Gama, do PTB, e Félix Mendonça, do PDT, contrariaram a determinação do partido e votaram pela rejeição da emenda.

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Lula quer ‘transmissão ao vivo’ de seu depoimento a Moro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer que seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, marcado para o próximo dia 10, seja transmitido ao vivo. O pedido ainda não foi feito oficialmente. A intenção de Lula, segundo interlocutores, é evitar que haja “vazamento seletivo” de trechos de seu interrogatório que será conduzido pelo juiz federal da Lava Jato em primeira instância. O depoimento do petista estava marcado, inicialmente, para o dia 3, mas foi adiado por Moro que atendeu a pedidos da Secretaria de Segurança Pública do Paraná e da Polícia Federal. As duas corporações alegaram necessidade de mais tempo para montar aparato de segurança diante de manifestações populares que deverão ocorrer nos arredores do prédio-sede da Justiça Federal em Curitiba, base da Lava Jato e onde fica o gabinete de Moro. Neste processo, Lula é réu por supostamente receber R$ 3,7 milhões em propinas da empreiteira OAS. Parte do dinheiro teria sido investido na reforma do triplex do Condomínio Solaris, no Guarujá, cuja propriedade a força-tarefa da Lava Jato alega ser do petista. Lula nega categoricamente ser o dono do imóvel. O ex-presidente considera que Moro “não tem provas suficientes” contra ele no processo do triplex e pretende, no depoimento, se capitalizar politicamente. Com informações do Estadão Conteúdo

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Deputados protestam durante leitura de relatório da reforma trabalhista

Deputados contrários contra a reforma trabalhista protestaram na tarde desta quarta-feira (26), durante a votação do projeto de lei (PL 6787/16) que altera a legislação trabalhista no plenário da Câmara. Enquanto o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da matéria lia o relatório, alguns parlamentares fizeram uma manifestação, segundo informações do Congresso em Foco. O texto foi aprovado nesta terça (25) pela comissão especial criada para analisar o tema. Foram 27 votos favoráveis e 10 contrários. Em nova obstrução, membros da oposição ao governo Temer levaram faixas com os dizeres “Não toquem nos nossos direitos” – que permanece esticada próxima à Mesa do plenário –, e cartazes com referências às principais alterações propostas pelo relator. Entre elas estão a terceirização das atividades fim de qualquer setor; a regulamentação do teletrabalho por tarefa e não por jornada, e a redução do salário para quem exerce as mesmas funções na mesma empresa com a demissão coletiva e a recontratação via terceirização. Deputados do PT, PSB, PDT, SD, PCdoB, Psol, Rede e PMB defendem a retirada de pauta da proposta. O PHS liberou sua bancada. Os demais partidos defendem que o substitutivo aprovado pela comissão especial permaneça na ordem do dia desta quarta-feira. Com informações do Bocão News

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Delator diz que não participou da escolha do codinome “Feia” para Lídice

Lídice da Mata (PSB) I Foto: Reprodução

A delação de ex-executivos da Odebrecht traz mais do que informações sobre propina e Caixa 2, mas também notícias sobre como surgiram os codinomes dos políticos envolvidos na investigação. A senadora Lídice da Mata, por exemplo, era chamada de “Feia” no setor de propinas da Odebrecht. De acordo com o delator José Carvalho, ele não teve nenhuma participação na escolha do apelido. “Queria dizer que eu não tenho nenhuma participação nesse codinome”, disse à PGR. Vale lembrar que Lídice é acusada de ter recebido R$ 200 mil da empreiteira.

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Delator diz que tinha o telefone até da mãe de Aécio

O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Junior, expôs as perigosas intimidades entre empreiteiros corruptos e a classe política. Junior contou sobre o livre acesso que tinha com Aécio Neves. Durante depoimento, ele afirmou que o senador mineiro deu-lhe até o telefone da própria mãe, caso não conseguisse encontrá-lo. Aécio recebeu da Odebrecht cerca de R$15 milhões. A s informações são da Veja.

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Propina baiana: Estaleiro Paraguaçu rendeu R$8,7 mi a interesse de Lula, diz MPF

O Ministério Público Federal (MPF) acusa o ex-presidente Lula de ter se beneficiado de R$ 75,4 milhões em propinas de várias obras envolvendo a Odebrecht e a Petrobras investigadas no âmbito da Lava Jato. Desse montante, R$ 8,7 milhões foram desviados do contrato do Consórcio Rio Paraguaçu, responsável pela construção do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, em Maragogipe, no Recôncavo baiano. A acusação do MPF é citada pela defesa de Lula no documento enviado ao juiz Sérgio Moro onde consta a lista de 85 testemunhas de defesa. Segundo a Procuradoria Geral da República, Lula teria administrado a colocação estratégica de Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Pedro Barusco em diretorias da Petrobras no intuito “não só para enriquecimento ilícito dos envolvidos, mas especialmente para alcançar governabilidade e financiar com recursos públicos desviados a permanência no poder”. O contrato do Consórcio Rio Paraguaçu, para construção das plataformas de perfuração autoelevatórias P­59 e P­60, os procedimentos licitatórios foram iniciados em 21/06/2007 e conduzidos por Pedro Barusco e Renato Duque com contrato celebrado no valor de US$ 351.789.000,00 para cada plataforma. “Nessas condições, executivos da Odebrecht teriam prometido e pago propinas de 2% do valor do contrato a Pedro Barusco e Renato Duque para omitirem deveres de ofício, permitirem a escolha interna do cartel para execução da obra e tomarem as medidas necessárias para a contratação”, diz um trecho da acusação. Segundo o MPF, o presidente da Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, declarou que “no período compreendido entre 21/06/2007 e 03/08/2011 – portanto, no lapso temporal de 4 anos e 2 meses –, em conjunto com Marcio Faria e Rogério Araújo, teria oferecido, teria prometido e teria efetivamente pago “vantagens indevidas, no interesse de LULA”, relativas às taxas de 2% para a Diretoria de Serviço, no valor de US$4.816.980,35 (ou R$8.737.128,56) – correspondentes à participação de 33,33% da Odebrecht no Consórcio Rio Paraguaçu”. (Redação: Aparecido Silva)

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Líder sindical, Bebeto é o deputado baiano de esquerda mais alinhado ao governo Temer

Bebeto Galvão (PSB-BA) I Foto: Reprodução

Fazer parte de um partido mais alinhado com os preceitos da esquerda talvez não seja sinal de que os valores de correligionário e legenda estejam alinhados. O deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA), que votou contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) em 17 de abril de 2016, hoje é o parlamentar de esquerda que mais aderiu à pauta proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB), a quem a esquerda intitula como “golpista”. Com base em dados do Basômetro, ferramenta do Estadão que avalia a votação dos parlamentares no Congresso Nacional, Bebeto tem 74% de taxa de governismo, tendo sido favorável aos projetos do Executivo em 83 casos, ante 21 votos contrários em matérias do Planalto. Bebeto acumula oito abstenções em votações. Uma delas é a da Lei das Terceirizações, aprovada em março pelo Congresso. Contraditoriamente, o representante baiano do PSB na Câmara tem histórico na luta sindical, tendo sido fundador do Sindicacau e atual presidente do Sintepav-Bahia. Em sua página no Facebook, Bebeto chega a descrever sua atuação política como “marcada pela superação e luta em defesa do direito dos trabalhadores”. Para o deputado Bebeto, no entanto, o “interesse nacional não pode ser analisado como governismo”. “As condições dos votos têm que ser analisadas, os projetos estão vinculados aos projetos das pessoas. Eu permaneço crítico em relação ao governo, mas é importante ressaltar que o partido foi para a base do governo, que a bancada decide o encaminhamento, os líderes encaminham e você segue o encaminhamento”, afirmou. O deputado ainda destacou que segue o interesse nacional, que vota em matérias não prejudiciais aos interesses nacionais e que é o parlamentar que mais defende as questões relacionadas à Bahia. “Eu sou o maior crítico que tem em relação aos interesses dos trabalhadores”, afirmou. Com relação à abstenção na votação da Lei da Terceirização, o deputado afirmou que a culpa é do modelo de organização da pauta da Câmara. “O projeto não estava na agenda. O que estava na agenda é que teria um debate. Nós tivemos com o presidente da Câmara e as centrais sindicais e ele estabeleceu um acordo que não ia votar o projeto naquela data e lamentavelmente o acordo foi rompido e colocou naquela data a votação da matéria”, afirmou que justificou sua ausência afirmando que tinha um congresso da Força Sindical da Bahia para falar sobre a reforma trabalhista, a reforma previdenciária e a terceirização. O deputado ressaltou que sua posição é “vinculada ao campo de progresso social, aos trabalhadores, e vamos continuar”. (Redação: Estela Marques / Júlia Vigné)

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Essas delações são ficção científica, diz Geddel, chamado de chorão por delator

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente

O ex-ministro dos governo Lula e Temer, o baiano Geddel Vieira Lima (PMDB) rebateu as declarações do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho. Em sua delação premiada feita à Lava Jato, Melo Filho contou que peemdebista era “chorão” ao pedir contribuições da empresa para campanhas eleitorais. “Ele era um chorão […] Me perdoe até o termo, ele reclamava. ‘Não é possível que você não possa fazer nenhum esforço’”, disse o ex-executivo, reproduzindo conversa com Geddel: “E eu disse: ‘Ô senhor Geddel, o senhor participa da reunião, o senhor vai lá e fala com o presidente da empresa’”. De acordo com publicação do site G1, Geddel Vieira Lima rebateu as acusações e disse que as delações são ‘ficção científica’. “Quem tem boca fala o que quer. No momento oportuno, meus advogados vão se pronunciar e mostrar que essas delações são ficção científica”, afirmou Geddel. Com informações do Bocão News

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Geddel recebeu R$ 3,6 milhões da Odebrecht entre 2007 e 2010, diz delator

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente

Em depoimento à Justiça, o ex-executivo da Odebrecht, João Pacífico, relatou que Geddel Vieira Lima (PMDB) recebeu “contribuições de campanha” avaliadas em R$ 3,6 milhões entre os anos de 2007 e 2010. De acordo com Pacífico, o peemedebista, então ministro da Integração Nacional, regularizou junto à empreiteira pagamentos por obras realizadas na capital baiana, citando o Transporte Moderno de Salvador II (TMS II). Em contrapartida, Geddel teria passado a solicitar “contribuições para campanha” por meio do então diretor de Relações Institucionais da empresa, Claudio Melo Filho, com quem mantinha uma relação próxima.  O delator disse ainda que os valores eram sempre retirados em Salvador, no Departamento de Operações Estruturadas (o setor de propinas da Odebrecht). Com informações do Bocão News

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Inquérito contra Lúcio trata de lobby para aprovação de MP e recebimento de R$ 1 mi

A abertura de inquérito autorizada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), batizado com o apelido de Bitelo, versa sobre a atuação do Grupo Odebrecht para a conversão de medidas provisórias (MPs) em lei no Congresso Nacional e inclui os senadores peemedebistas Romero Jucá, Eunício Oliveira e Renan Calheiros e o também deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nas delações de Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, Carlos José Fadigas de Souza, Cláudio Melo Filho, Emílio Alves Odebrecht, José de Carvalho Filho e Marcelo Odebrecht, o parlamentar baiano teria embolsado R$ 1 milhão para auxiliar na aprovação de MPs. “São relatados pagamentos de R$ 7 milhões, sendo R$ 4 milhões destinados aos senadores da República Romero Jucá e Renan Calheiros, atuando o primeiro em nome do segundo, R$ 2 milhões destinados ao senador da República Eunício Oliveira, R$ 1 milhão ao deputado federal Lúcio Vieira Lima e R$ 100 mil ao deputado federal Rodrigo Maia. Todos esses repasses teriam sido implementados por meio do Setor de Operações Estruturadas do grupo Odebrecht, sendo os beneficiários identificados no sistema “Drousys” como “Caju” (Romero Jucá), “Índio” (Eunício Oliveira), “Bitelo” (Lúcio Vieira Lima) e “Botafogo” (Rodrigo Maia)”, escreve Fachin. De acordo com o despacho do ministro do STF, a autoridade policial tem 30 dias para cumprir diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal sobre o caso.

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Marcelo Odebrecht diz que todos os candidatos eleitos tiveram financiamento ilegal

O empresário Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo que leva seu sobrenome, disse em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no início de março, que o financiamento ilegal de campanhas é tão comum no País que inclui todos os candidatos eleitos. “Duvido que tenha um político no Brasil que tenha se eleito sem caixa 2. E, se ele diz que se elegeu sem, é mentira, porque recebeu do partido. Então, impossível”, afirmou. As declarações constam do depoimento prestado na ação que apura abuso de poder político e econômico pela chapa Dilma Rousseff-Michel Temer nas eleições de 2014. Naquele ano, além da então presidente, 1.626 pessoas conseguiram votos para ocupar os cargos em disputa.No caso da Odebrecht, o empreiteiro pontuou que, dos recursos disponíveis para campanhas, 75% eram pagos fora do sistema oficial. “Caixa 2, para a gente, e eu acho que para todas as empresas, era visto como natural. Os valores definidos pelos candidatos eram tão aquém do que eles iam gastar que não tinha como a maior parte das doações não ser caixa 2. Era impossível”, declarou ao TSE. O empreiteiro afirmou que, ao acertar propinas com parlamentares ou ocupantes de cargos executivos, o valor podia ser pago nas eleições tanto como doação oficial, o “caixa 1”, quanto por fora. Mas ponderou também que parte dos valores do chamado caixa 2 não foi destinada a campanhas com uma “contrapartida específica”. Com informações do Estadão.

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Após solicitação de Eduardo Salles, programa Luz para Todos na Bahia será prorrogado

O deputado estadual Eduardo Salles recebeu confirmação do Superintendente de Energia da SEINFRA (Secretaria estadual de Infraestrutura), Celso Rodrigues, na última quinta-feira (23), que até maio será assinado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o contrato que vai permitir a prorrogação do Programa Luz para Todos. O valor do investimento está orçado em R$ 800 milhões e viabiliza a universalização de 50 mil ligações no estado para 2017/2018. “Como engenheiro agrônomo, ex-secretário estadual de Agricultura e agora como deputado estadual, percorro por todas as regiões e municípios baianos e posso afirmar que o Luz para Todos é um dos programas mais estruturantes já realizados em nosso país. É importante destacar que, caso o programa não fosse prorrogado, o consumidor baiano teria que arcar com os custos para ter acesso à energia elétrica em suas comunidades rurais”, argumenta Eduardo Salles. O parlamentar se reuniu, em 2015, na Coelba (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia), com o então presidente Roberto Medeiros, em agosto de 2016 com o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, e com o então superintendente de Energia da SEINFRA (Secretaria Estadual de Infraestrutura), Silvano Ragno, no inicio deste ano, para tratar sobre a universalização do acesso à energia elétrica no estado. “Essa é uma luta minha, do governo do estado e dos deputados e senadores baianos que têm batalhado cada vez mais pela universalização do fornecimento de energia elétrica em todas as residências baianas”, afirmou o parlamentar. O programa que visa acabar com a exclusão elétrica no país e garantir acesso à eletricidade, gratuitamente, começou a ser implantando em 2004 e já atendeu 578 mil domicílios com investimento aproximado de R$ 4 bilhões. A Bahia por ser um dos estados com maior extensão territorial, também possui a maior população rural, com 4,2 milhões de habitantes. A estimativa é de fornecer energia elétrica para todos os baianos até 2021. (ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles)

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Treze baianos foram contra lei das terceirizações e 19 votaram a favor. Veja lista!

A aprovação da lei que permite a terceirização em atividades-fim das empresas, na noite desta quarta-feira (22), teve 13 votos contrários de deputados federais baianos, porém os parlamentares que aprovaram a alteração na legislação foram maioria: 19 no total. O deputado Pastor Luciano (PRB) se absteve e outros seis não participaram da sessão nesta quarta. Apenas deputados de oposição ao governo Michel Temer (PMDB) foram contra o projeto: Afonso Florence (PT), Alice Portugal (PCdoB), Bacelar (PTN), Caetano (PT), Daniel Almeida (PCdoB), Davidson Magalhães (PCdoB), Félix Mendonça Júnior (PDT), Irmão Lázaro (PSC), Nelson Pellegrino (PT), Robinson Almeida (PT), Valmir Assunção (PT) e Waldenor Pereira (PT) – Uldurico Junior (PV), no entanto, foi contra, apesar de votar majoritariamente com o governo. Entre os favoráveis constam: Arthur Oliveira Maia (PPS), Benito Gama (PTB), Cacá Leão (PP), Claudio Cajado (DEM), Elmar Nascimento (DEM), João Carlos Bacelar (PR), João Gualberto (PSDB), José Carlos Aleluia (DEM), José Carlos Araújo (PR), José Nunes (PSD), José Rocha (PR), Jutahy Júnior (PSDB), Márcio Marinho (PRB), Mário Negromonte Jr. (PP), Paulo Azi (DEM), Paulo Magalhães (PSD), Roberto Britto (PP), Ronaldo Carletto (PP) e Sérgio Brito (PSD). Dos seis parlamentares faltosos, o deputado Bebeto (PSB), dirigente sindical ligado ao segmento da construção pesada, não participou da votação. Ainda estavam ausentes Tia Eron (PRB), Antônio Brito (PSD), Erivelton Santana (PEN), Jorge Solla (PT) e Lúcio Vieira Lima (PMDB). Com informações do Bahia Notícias.

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