Política







Após solicitação de Eduardo Salles, programa Luz para Todos na Bahia será prorrogado

O deputado estadual Eduardo Salles recebeu confirmação do Superintendente de Energia da SEINFRA (Secretaria estadual de Infraestrutura), Celso Rodrigues, na última quinta-feira (23), que até maio será assinado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o contrato que vai permitir a prorrogação do Programa Luz para Todos. O valor do investimento está orçado em R$ 800 milhões e viabiliza a universalização de 50 mil ligações no estado para 2017/2018. “Como engenheiro agrônomo, ex-secretário estadual de Agricultura e agora como deputado estadual, percorro por todas as regiões e municípios baianos e posso afirmar que o Luz para Todos é um dos programas mais estruturantes já realizados em nosso país. É importante destacar que, caso o programa não fosse prorrogado, o consumidor baiano teria que arcar com os custos para ter acesso à energia elétrica em suas comunidades rurais”, argumenta Eduardo Salles. O parlamentar se reuniu, em 2015, na Coelba (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia), com o então presidente Roberto Medeiros, em agosto de 2016 com o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, e com o então superintendente de Energia da SEINFRA (Secretaria Estadual de Infraestrutura), Silvano Ragno, no inicio deste ano, para tratar sobre a universalização do acesso à energia elétrica no estado. “Essa é uma luta minha, do governo do estado e dos deputados e senadores baianos que têm batalhado cada vez mais pela universalização do fornecimento de energia elétrica em todas as residências baianas”, afirmou o parlamentar. O programa que visa acabar com a exclusão elétrica no país e garantir acesso à eletricidade, gratuitamente, começou a ser implantando em 2004 e já atendeu 578 mil domicílios com investimento aproximado de R$ 4 bilhões. A Bahia por ser um dos estados com maior extensão territorial, também possui a maior população rural, com 4,2 milhões de habitantes. A estimativa é de fornecer energia elétrica para todos os baianos até 2021. (ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles)

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Treze baianos foram contra lei das terceirizações e 19 votaram a favor. Veja lista!

A aprovação da lei que permite a terceirização em atividades-fim das empresas, na noite desta quarta-feira (22), teve 13 votos contrários de deputados federais baianos, porém os parlamentares que aprovaram a alteração na legislação foram maioria: 19 no total. O deputado Pastor Luciano (PRB) se absteve e outros seis não participaram da sessão nesta quarta. Apenas deputados de oposição ao governo Michel Temer (PMDB) foram contra o projeto: Afonso Florence (PT), Alice Portugal (PCdoB), Bacelar (PTN), Caetano (PT), Daniel Almeida (PCdoB), Davidson Magalhães (PCdoB), Félix Mendonça Júnior (PDT), Irmão Lázaro (PSC), Nelson Pellegrino (PT), Robinson Almeida (PT), Valmir Assunção (PT) e Waldenor Pereira (PT) – Uldurico Junior (PV), no entanto, foi contra, apesar de votar majoritariamente com o governo. Entre os favoráveis constam: Arthur Oliveira Maia (PPS), Benito Gama (PTB), Cacá Leão (PP), Claudio Cajado (DEM), Elmar Nascimento (DEM), João Carlos Bacelar (PR), João Gualberto (PSDB), José Carlos Aleluia (DEM), José Carlos Araújo (PR), José Nunes (PSD), José Rocha (PR), Jutahy Júnior (PSDB), Márcio Marinho (PRB), Mário Negromonte Jr. (PP), Paulo Azi (DEM), Paulo Magalhães (PSD), Roberto Britto (PP), Ronaldo Carletto (PP) e Sérgio Brito (PSD). Dos seis parlamentares faltosos, o deputado Bebeto (PSB), dirigente sindical ligado ao segmento da construção pesada, não participou da votação. Ainda estavam ausentes Tia Eron (PRB), Antônio Brito (PSD), Erivelton Santana (PEN), Jorge Solla (PT) e Lúcio Vieira Lima (PMDB). Com informações do Bahia Notícias.

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Sistema de lista fechada não é ameaça à Lava-Jato, afirma Lúcio Vieira Lima

Fotos: Vagner Sousa // Bocão News

Em entrevista a jornalistas na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Comissão Especial da Reforma Política, deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), rebateu as interpretações de que uma eventual adoção do sistema de lista fechada para as eleições proporcionais (deputados e vereadores) poderia beneficiar políticos investigados na Operação Lava-Jato. O deputado participou, há pouco, da abertura do seminário internacional sobre sistemas políticos, promovido por TSE, Câmara dos Deputados e Instituto Idea. Segundo Lúcio, “não pode se achar que todas as medidas que serão votadas no Congresso terão relação com a Lava-Jato. O voto em lista fechada não camuflaria as candidaturas de eventuais envolvidos na operação ou que estejam comprovados como culpados. Cada sistema tem pontos favoráveis e contrários. Algum sistema tem que ser adotado para resolver o imbróglio diante da proibição de financiamento de empresas”. O deputado reafirmou que o sistema de votação e o financiamento das campanhas são os principais pilares da reforma política em análise no Câmara. Ele descartou qualquer possibilidade de a comissão especial pautar temas relacionados a eventual anistia para caixa dois de campanhas eleitorais. Na abertura do seminário internacional, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, afirmou que a intenção do evento é traçar panorama geral dos principais sistemas eleitorais do mundo, com as nuances e as consequências que envolvem cada modelo. “Há consenso de que é necessário reformar o sistema brasileiro e buscam-se os melhores caminhos”, afirmou Mendes. Para valer nas próximas eleições, em 2018, as futuras alterações na legislação eleitoral deverão estar definitivamente aprovadas pelo Congresso até o fim de setembro deste ano. Com informações da Agência Câmara.

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Lídice, Geddel, Lúcio e Aleluia são alvos de pedidos de inquéritos de Janot

A senadora Lídice da Mata (PSB), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e os deputados federais baianos Lúcio Vieira Lima (PMDB) e José Carlos Aleluia (DEM) estariam entre os políticos alvos dos pedidos de inquérito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pelo Jornal Nacional e ainda não foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República ou pela Suprema Corte – as delações dos diretores e ex-executivos da Odebrecht seguem sob sigilo judicial. No relato de Mello Filho, os políticos teriam recebido recursos da empreiteira para campanhas eleitorais de 2010 e 2014 – parte deles com o devido registro na Justiça Eleitoral. Lídice era conhecida pelo codinome “Feia”, Geddel seria “Babel”, Lúcio “Bitelo” e Aleluia teria o apelido de “Missa”. Ao telejornal, os citados preferiram não comentar o assunto. Com informações do Bahia Noticias.

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Aécio, Serra, Renan, Lobão e Jucá estão em nova lista de Janot

Ao menos seis senadores estão na lista de pedidos de abertura de inquérito enviada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (14). Conforme reportagem da Folha de S. Paulo, Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG) integram a relação, além do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF 83 pedidos de abertura de inquérito e 211 processos foram remetidos para outras instâncias, por envolver pessoas sem foro privilegiado ou autoridades como governadores e prefeitos. Janot pediu ainda ao relator do caso no STF, ministro Edson Fachin, a retirada do sigilo desse material considerando a necessidade de promover transparência e garantir o interesse público.

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Servidor que chamou Geddel de ‘golpista’ em avião vira réu; caso aconteceu em agosto

O servidor do governo federal que chamou o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) de “golpista” se tornou réu na última terça-feira (7). A juíza substituta Pollyana Kelly Alves acolheu a queixa-crime de Geddel contra Edmilson Dias Pereira, alegando que o termo pode ser entendido como “expressão injuriosa apta a ofender a dignidade ou o decoro”, “As palavras ‘golpe’ e ‘golpistas’ evidenciam, no contexto atual, o inconformismo daqueles que se sentiram insatisfeitos com o resultado do processo político constitucional de impedimento da ex-presidente da República”, escreveu a magistrada. De acordo com a juíza, depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff a expressão ficou banalizada e foi ordinariamente utilizada. De acordo com a Folha, a Justiça deu prazo para que o servidor apresente uma resposta à acusação pelo crime de injúria, para então decidir pela condenação ou absolvição do réu. Na ocasião, Pereira teria anunciado a presença de Geddel como “do governo golpista do Michel Temer”.”Golpista! Golpista! Vocês vão ficar marcados para sempre como golpista”, teria continuado o réu, que filmou o episódio e publicou em redes sociais. Em outra ação, Geddel pede R$ 50 mil ao servidor público.

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Lúcio Vieira Lima defende investigações em doações feitas a políticos não eleitos

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) defendeu que a Justiça investigue doações de campanhas feitas a políticos que não foram eleitos. Em entrevista à colunista Andréia Sadi, do G1, o presidente da comissão especial de reforma política alegou que não pode ficar “à mercê de aparecer um delator, do ouvir dizer que fulano recebeu e vai investigar apenas essas pessoas”. “O objetivo não é investigar quem tem mandato, o parlamento. O objetivo é combater o crime, se houver. Então, nesse caso, não precisa esperar a denúncia. Você já tem uma decisão que pode ter em doações oficiais dinheiro de corrupção. Então vamos pegar examinar todas”, defendeu o peemedebista. Lúcio sugere uma força-tarefa entre Justiça Eleitoral e Polícia Federal. As declarações foram dadas após entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de tornar réu o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), acusado de receber propina por meio de doações eleitorais. De acordo com a colunista, só em 2014 foram registradas 24 mil candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Não estou aqui para dizer o que a Justiça deve fazer ou não. Eu digo que precisa ser igual para todos. Se houve problema em caixa um, precisa esclarecer quais são. E não esperar denúncia. Já tem material para investigar que são as doações Pega as doações, chama as empresas que doaram para que se expliquem uma vez que pode ter corrupção. O que não pode é esperar”, reforçou Lúcio, que defendeu ainda a responsabilização “de todos” – empresas e políticos.

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Marcelo Odebrecht revela que o ‘amigo’ nas planilhas do grupo é o ex-presidente Lula

Nos depoimentos que compõem sua delação premiada, Marcelo Odebrecht confirmou que o “amigo” ou “amigo de EO” que aparece nas trocas de e-mails e planilhas do grupo empresarial é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo informações do Estado de S. Paulo, os procuradores que acompanharam os depoimentos acreditam que as revelações de Odebrecht serão “arrasadoras” para Lula, que tem pressa em lançar sua candidatura à presidência do país 2018. Odebrecht relata que a relação do ex-presidente com seu pai, Emílio, era prejudicial ao grupo porque seu pai cedia demais aos pedidos de Lula e acabava fazendo investimentos desvantajosos.

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Deputado propõe projeto de lei que reduz pena de estupradores

O deputado Fábio Ramalho (PSDB-MG), vice-presidente da Câmara dos Deputados, propôs um projeto de lei polêmico que prevê a redução de pena para o crime de estupro de vulnerável quando o ato não envolver penetração ou sexo oral. A redução seria de um sexto a dois terços da pena. O deputado propôs a redução de pena se o acusado for réu primário e não tiver antecedentes por crimes semelhante. Além disso, não pode haver “violência física ou psicológica” ou penetração “nas cavidades vaginal, oral ou anal da vítima”. Com informações do Varela Noticias.

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‘Não apareceu porque não quis aparecer’, diz Lúcio, sobre ausência de Geddel

Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

Questionado sobre a ausência do irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, frequente folião, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) afirmou que ele está descansando. “Não apareceu porque não quis aparecer. Está descansando com minha mãe, com os filhos. Como ele disse agora ele é babá dos filhos dele. E como babá, está no carnaval com os filhos tomando conta”, contou. De acordo com o parlamentar, os desgastes seguidos ocorridos nas últimas semanas envolvendo o Planalto, como a denúncia referente ao ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, “não preocupa de forma nenhuma”. O governo não são pessoas, o governo é o governo. O governo Temer está mostrando aí fortaleza, a partir do momento em que a inflação cai, os juros despencam, o dólar cai, a bolsa sobe. Você já começa ter a recuperação da credibilidade. Um governo desse está mostrando que veio realmente para consertar o que o PT estragou, deixou o país totalmente quebrado”, avalia, acrescentando que há “remédios amargos”. “Logicamente a recuperação é lenta, é dura, tem remédios amargos, mas o presidente temer está enfrentando, e com certeza, em 2018, entregará um país bem melhor ao novo presidente”, acredita.? Com informações de Fernando Duarte / Luana Ribeiro/Bahia Noticias.

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Davidson Magalhães defende Concurso Público para CEPLAC

Davidson Magalhães (PCdoB-BA)

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-BA) defendeu a realização de concurso público para a contratação de novos servidores para a Ceplac, que completou 60 anos ontem (20). “A Ceplac se encontra, neste momento, em dificuldades. Há 29 anos não tem contratação de servidores. Já teve 4,5 mil funcionários. Hoje tem 1.756, dos quais 1,2 mil estão em abono de permanência”. Esse número, disse, pode cair para 600, se a Reforma da Previdência for aprovada. No plenário da Câmara Federal, Davidson lembrou que a Ceplac foi fundamental para o sul da Bahia e embrionária da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), quando foi criada a Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (Fespi).

ORÇAMENTO MENOR

O orçamento de 2016 é igual ao orçamento de 2008. “Isso implica no completo comprometimento do trabalho de extensão da Ceplac”, afirmou, lembrando da perda de autonomia administrativa e financeira ao ser transformada em departamento da Secretaria Executiva do Ministério da Agricultura. O governo federal sequer teve representante na festa dos 60 anos da Ceplac, ontem. “Uso a tribuna para dizer que estamos lutando pela revitalização da Ceplac, novos concursos para reforçar o seu quadro”, reforçou, enfatizando que o departamento tem ainda importante papel a jogar no desenvolvimento do sul da Bahia. O Governo Temer aprovou orçamento ainda menor para a Ceplac neste ano. Caiu de R$ 17 milhões em 2016 para R$ 14 milhões agora. A redução no orçamento é uma das razões para que haja a junção das áreas e pesquisa e extensão no sul da Bahia. A junção está prevista, também, no decreto que rebaixou-a de órgão para departamento do Ministério da Agricultura.

CESSÃO DE IMÓVEL À UFSB

As dificuldades orçamentárias da Ceplac podem levá-la a ceder o edifício onde funciona o Centro de Extensão (Cenex), por até três anos, para a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o que reduziria despesa com manutenção predial, reforma e energia elétrica, por exemplo. O prédio está em ruínas e a Ceplac, sem dinheiro para executar as obras. A cessão é defendida pela direção-geral da Ceplac, porém tem como adversários os pesquisadores e funcionários da área de extensão, em torno de 40 funcionários que ocupam área de aproximadamente 4 mil metros quadrados. Ontem, durante as festividades dos 60 anos da Ceplac, pesquisadores fizeram protesto contra a junção e a possibilidade de aluguel da área para a UFSB. A manifestação foi puxada pelo pesquisador Roberto Setúbal, que aponta ação unilateral da direção do órgão. Com informações do Pimenta.

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PF pede denúncia contra Lula e Dilma por ’embaraço ao avanço’ da Lava Jato

Foto: Reprodução/ Fato News

Um relatório da Polícia Federal acusa os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff de cometer obstrução de Justiça. O documento assinado pelo delegado de Polícia Federal Marlon Oliveira Cajado dos Santos, do Grupo de Inquéritos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), também atribui ao ex-ministro Aloizio Mercadante os crimes de tráfico de influência e também obstrução de Justiça. A acusação sustenta que Dilma “embaraço ao avanço da investigação” ao nomear Lula para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil em março de 2016. No caso de Mercadante, a PF lembra a conversa gravada com o ex-chefe de gabinete do ex-senador Delcídio Amaral, na qual o então ministro tentou barrar a delação premiada de Delcídio. Como os inquéritos estão no STF, o relatório sugere o declínio da competência dessa parte da apuração para a Justiça Federal do Distrito Federal para que Mercadante, Lula e Dilma possam ser denunciados na primeira instância judicial. O material de 47 páginas foi encaminhado ao ministro do STF Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo, e ao procurador-geral da República Rodrigo Janot.

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‘Jacaré’: Geddel ganha novo apelido na PF, diz coluna

O ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB), era identificado como “Babel” na lista da Odebrecht que supostamente organizava o repasse de propinas. Mas parece que a Polícia Federal criou um novo nome diferente para se referir ao baiano. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, Geddel é conhecido pelos investigadores como “Jacaré”. O apelido seria uma referência ao doleiro Lucio Funaro, apontado como operador do PMDB no esquema investigado pela Lava Jato, que em delação disse que a “boca para receber” de Vieira Lima era comparada à do animal.

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“Levei mala de dinheiro para Lula”, diz Davincci

Um dos principais sócios da Camargo Corrêa, Davincci Lourenço, é o principal personagem de capa da revista IstoÉ desta semana. Davincci, entre 2011 e 2012, privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa. Ele narrou a mais delicada das tarefas as quais ficou encarregado de assumir em nome de acionistas da Camargo Corrêa: o transporte de uma mala de dinheiro destinada ao ex-presidente Lula. “Levei uma mala de dólares para Lula”, afirmou à ISTOÉ. É a primeira vez que uma testemunha ligada à empreiteira reconhece ter servido de ponte para pagamento de propina ao ex-presidente.

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Mais um: Sobrinho de Otto Alencar ganha cargo na Assembleia Legislativa

Fotos: Gilberto Junior//Bocão News

Se ontem o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ângelo Coronel (PSD), nomeou a sobrinho o senador Otto Alencar (PSD), Fernanda Alencar, na Escola Legislativa, nesta sexta-feira ele resolveu nomear mais um parente do senador. Filho de Carlos Alencar, Carlos Filho foi nomeado assessor especial na Procuradoria Geral da Assembleia. O salário é R$ 3.992. Na mesma edição do diário oficial, Carlos é exonerado do cargo de assessor de comunicação social.

Na edição de ontem do Diário Oficial, foi nomeada Fernanda Alencar, também sobrinha do senador Otto. Ao ser questionado pela equipe do Bocão News, Otto Alencar demonstrou indignação com a imprensa por ‘explorar’ o assunto. “É natural [a nomeação]. Ela reúne os pré-requisitos todos e não sei porque tem que ter esse patrulhamento por ser minha sobrinha. Se fosse outra pessoa, talvez, não tivesse esse patrulhamento todo”, sugeriu, ao Bocão News.

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Política: Imbassahy assumirá ministério deixado por Geddel

Foto: Reprodução

Resolvida a presidência da Câmara, o presidente Michel Temer assina nesta quinta-feira a nomeação do ex-líder do PSDB, Antonio Imbassahy, para a Secretaria de Governo. A nomeação deve sair no Diário Oficial da União dessa sexta-feira (03). Imbassahy assumirá no lugar de Geddel Vieira Lima, que deixou o governo no fim de novembro passado, após ser acusado de tráfico de influência. Geddel, que é muito próximo de Temer, teria pressionado o então ministro da Cultura Marcelo Calero a liberar uma obra em Salvador, onde já tinha comprado um apartamento. A nomeação de Imbassahy levou todo esse tempo para ser feita porque Temer resolveu esperar o fim da eleição na Câmara e evitar ser acusado de interferência na disputa. Imbassahy chegou a se movimentar para ser candidato à presidência da Casa. (O Globo)

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Política: Rodrigo Maia é reeleito para presidência da Câmara

Foto: Reprodução

Apesar da disputa jurídica que envolve sua candidatura, o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi eleito para um mandato completo, de dois anos. Ele levou a disputa em primeiro turno, com 293 votos. Em segundo lugar, ficou Jovair Arantes (PTB-GO), com 105 votos. André Figueiredo (PDT-CE) teve 59; Júlio Delgado (PSB-MG) teve 28; Luiza Erundina (PSOL-SP) teve 10 e Jair Bolsonaro (PSC-RJ) teve 4 votos. Outros cinco deputados votaram em branco. Como 504 deputados votaram, Maia precisava de 253 votos para ser eleito no primeiro turno. No ano passado, quando foi escolhido para um “mandato-tampão”, Maia teve 120 votos na primeira votação –no segundo turno, ele bateu Rogério Rosso (PSD-DF) por 285 a 170. O político do DEM comandará a Casa até fevereiro de 2019. Apesar de o Palácio do Planalto não ter declarado abertamente, Maia era o nome favorito do presidente Michel Temer (PMDB) para o comando da Casa. O presidente reeleito ainda costurou uma aliança com ao menos 10 dos 26 partidos com representação na Câmara, o que também deixou sem força as candidaturas dos oponentes.

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Bahia: Ângelo Coronel monta chapa para eleição de chapa única na AL-BA

Fotos: Reprodução

Com a eleição a Assembleia Legislativa marcada para começar às 14h45 desta quarta-feira (1), o candidato único a presidência, deputado Ângelo Coronel (PSD), começa a montar a chapa. São ao todo nove cargos na Mesa Diretora. Para amealhar os votos necessários, Coronel garantiu três assentos a oposição no colegiado. Informações chegadas ao Bocão News dão conta de que Sandro Regis, que entrega a liderança da oposição a Leur Lomanto Junior (PMDB), ficara na 1ª secretaria; Carlos Geilson (PSDB), 2ª vice-presidência; Luciano Simões (PMDB), 4ª secretaria. Com informações do editor de política Luiz Fernando Lima.

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Bahia: Presidente por 05 vezes, Nilo desiste de disputar reeleição da AL-BA

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo (PSL), desistiu de concorrer pela sexta vez ao cargo. A informação foi confirmada pela assessoria do parlamentar. Nilo renunciou à candidatura após o PCdoB confirmar que retiraria seu apoio, seguindo os deputados da oposição e até de seu próprio partido. Nilo insistiu até o último momento na disputa com Ângelo Coronel (PSD), mas o social democrata conseguiu reunir mais nomes e passou a tarde desta terça-feira (31) em uma pesada articulação com seus pares. Nilo conseguiu manter aliados ao seu lado, mas acabou perdendo na conta feita por Coronel, que já tinha ao seu lado a oposição (19 votos), o PSD (7), o PP (5), o PCdoB (3), além do apoio de dois membros do PSL e um do PTN. A possibilidade de renúncia foi negada pelo presidente mais cedo. Porém, uma eventual manutenção de sua candidatura poderia ampliar um racha na base governista – um dos principais temores do Palácio de Ondina. (Bahia Notícias)

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Geddel se desespera com delação de empresário Lúcio Funaro, diz colunista

O ex-ministro de governo do presidente Michel Temer, o baiano Geddel Vieira Lima, se desesperou com a delação premiada que está por vir do empresário Lúcio Funaro, preso há sete meses pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo o colunista Lauro Jardim, do O Globo, Geddel passou a “telefonar insistentemente para a mulher de Funaro para prestar solidariedade e, como quem não quer nada, saber se ele já havia começado a delatar”. Ainda conforme o jornalista, três políticos são alvos da delação: o deputado cassado Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Eliseu Padilha. Preso em julho de 2016, Funaro é acusado de envolvimento no esquema de cobrança de propinas de empresas que obtinham empréstimos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS). O esquema era comandado por Cunha e Funaro, segundo o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto. Conforme o delator, as irregularidades teriam ocorrido entre 2011 e 2015. Cunha é acusado de ficar com 80% da propina desviada do fundo de investimento, Funaro com 12%, Cleto com 4% e Margotto, com outros 4%.

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Política: PF encontra indícios de crime em gastos da chapa Dilma e Temer

A novela da ação que pede a cassação da chapa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e seu vice Michel Temer (PMDB) ganhou novo capítulo. Nesta terça-feira (24), a reportagem da Globo News divulgou o teor de um relatório feito pela Polícia Federal a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde há irregularidades em pagamentos realizados pela chapa PT-PMDB a três gráficas na campanha eleitoral de 2014. A PF aponta a existência de elementos que permitem concluir que parte dos valores oficialmente apresentados como pagamentos às gráficas “não foi, de fato, direcionada a essa atividade”. Segundo a PF, parte do dinheiro, declarado como verba de campanha, foi desviado para pessoas físicas e jurídicas “em benefício próprio ou de terceiros”.  As empresas subcontratadas por gráficas que não teriam prestado os serviços contratados foram visitadas pela PF: a Rede Seg Gráfica, VTPB Serviços Gráficos e a Focal Confecção e Comunicação. A intenção das visitas era observar se as companhias tinham capacidade de entregar os produtos contratados. Os investigadores afirmam que elas não conseguem provar a realização dos serviços. Segundo a PF, o esquema funcionava assim: essas três gráficas receberam R$ 56 milhões da campanha. Em cada uma delas havia um núcleo que movimentava esse dinheiro por meio de laranjas e empresas subcontratadas.

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Política: Rede Bahia se recusa a exibir as inserções do PSOL sobre o “Fora Nilo”

Ronaldo Santos (Presidente – PSOL/BA).

Todas as emissoras do Estado exibiram na última sexta-feira(20) as inserções do PSOL relativas à campanha do “Fora Nilo”, com exceção da Rede Bahia de Televisão. Nesta segunda-feira (23) as demais emissoras irão transmitir as novas inserções do PSOL. Até o momento, a posição da Rede Bahia é de não veicular o programa gravado pelo Partido Socialismo e Liberdade que tem como objetivo denunciar a tentativa da sexta reeleição de Marcelo Nilo à frente da Presidência da Assembleia Legislativa. A Resolução 20.034/97, da Justiça Eleitoral, concede direito aos partidos políticos de poderem exibir inserções partidárias nas emissoras de rádio e televisão. As datas das veiculações são homologadas pela Justiça Eleitoral que deve informar os veículos no prazo mínimo de 15 dias. O Presidente Estadual do PSOL na Bahia, Ronaldo Santos, explica que a Justiça Eleitoral comunicou a Rede Bahia com dois meses de antecedência e, mesmo assim, a empresa se recusa a transmitir as inserções da sigla. Santos ressalta que o PSOL foi o único partido que a empresa se recusou a exibir as inserções. Segundo o psolista, como a Rede Bahia pertence a família de ACM Neto, eles fizeram uma interpretação política e resolveram, mais uma vez, perseguir o Partido Socialismo e Liberdade. ” Fato que ocorreu durante as eleições do ano passado, à Prefeitura de Salvador, no qual o nosso candidato Fábio Nogueira foi proibido de participar do debate promovido pela emissora . A família de ACM Neto faz usa a rede Bahia como uma ferramenta política contra os partidos ideológicos que divergem da política adotada pelo prefeito de Salvador!”, denuncia Ronaldo Santos.

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PMDB vai definir se Lúcio será candidato a vice na Câmara, desconversa Maia

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) tem conversado com seus pares em busca de apoio para ocupar a vice-presidência na chapa de Rodrigo Maia (DEM-RJ), que disputa reeleição na Câmara. Mas o democrata desconversou ao ser questionado sobre a vaga. Segundo Maia, que esteve na Bahia para consolidar o apoio do PSD do estado à sua candidatura, caberá ao PMDB definir o nome para a vice-presidência. Ainda assim, o presidente da Câmara fez questão de frisar que Lúcio é um “grande amigo” e que seria uma ótima escolha da sigla. (Bahia Noticias)

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Empresas investigadas na Cui Bono receberam R$ 4,3 bi da Caixa

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Varela Noticias

As empresas investigadas pela Polícia Federal na Operação Cui Bono receberam R$ 4,3 bilhões da Caixa Econômica Federal (CEF) entre 2011 e 2013, período em que o ex-ministro baiano Geddel Vieira Lima (PMDB) esteve à frente da vice-presidência de Pessoa Jurídica do órgão financeiro. De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo deste domingo (15), os valores estão registrados publicamente em diferentes documentos, como demonstrações contábeis e atas de reuniões de diretoria, das quatro maiores empresas investigadas pela PF: JBS e sua holding J&F, Bertin e Marfrig. As companhias fazem parte do que o mercado chama de “campeões nacionais”, grupo beneficiado, nos governos do PT, com financiamento de bancos públicos para fazer fusões e aquisições e se tornarem líderes em seus setores. Os procuradores entendem que havia um esquema organizado de crime na Caixa que atingia duas áreas: a de pessoas jurídicas, sob o comando de Geddel, e a do FI-FGTS, fundo com recursos do trabalhador que é gerido pela Caixa. O frigorífico JBS recebeu um financiamento de R$ 1,8 bilhão; a J&F, recebeu R$ 500 milhões por meio de uma emissão de debêntures que foi totalmente adquirida pela Caixa; o grupo Bertin contou ao menos com R$ 1,6 bilhão, liberado para as obras do Rodoanel de São Paulo; a Marfrig, outra do setor de carnes, fez ao menos dois empréstimos na Caixa no período investigado, um de R$ 300 milhões e outro de R$ 50 milhões.

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MPF diz que Geddel integrava ‘verdadeira organização criminosa’

Fotos: Valter Campanato/Agência Brasil

No documento em que pediu a realização de busca e apreensão em resiências de Geddel Vieira Lima, o Ministério Público Federal escreveu que ele e outras pessoas “faziam parte de uma verdadeira organização criminosa”. Os investigados manipularam recursos e créditos que seriam emprestados pela Caixa Econômica Federal. Conforme já mostramos, as buscas e a quebra de sigilo bancário foram autorizadas pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, em 19 de dezembro de 2016. “Os elementos de prova colhidos até o presente momento apontam para a existência de uma organização criminosa integrada por empresários brasileiros e agentes públicos que, ocupando altos cargos na Caixa Econômica Federal e no Parlamento brasileiro, desviavam de forma reiterada recursos públicos a fim de beneficiarem a si mesmos, por meio do recebimento de vantagens ilícitas, e a empresas e empresários brasileiros, por meio da liberação de créditos e/ou investimentos autorizados pela Caixa Econômica Federal em favor desses particulares”, escreveu o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes.

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