Ubaitaba Urgente

Ubaitaba: Artista ubaitabense é homenageado pela Secretaria de Educação de Belo Horizonte

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Vice Prefeito de Belo Horizonte entrega prêmio a músico ubaitabense

O músico ubaitabense MC Pierre se despediu de Belo Horizonte depois de três anos ensinando sua arte e transmitindo valores para crianças e jovens. Nesse período o artista representou a cidade de Ubaitaba como professor de violão e palestrante na Escola Municipal e Professora Eleonora Pieruchett e atuou como agente cultural e coordenador da no período de férias na Escola Municipal Oswaldo França Jr. Pierre foi o compositor de oito músicas para o Programa Escola Integrada, além de ser o autor do projeto “Sou Criança”, que teve como objetivo garantir os direitos da criança e do adolescente, bem como combater os maus tratos e abusos sofridos por elas. A Secretaria de Educação de Belo Horizonte montou uma exposição com foto do músico e letra de uma das suas 153 canções. Sendo visitada por alunos, professores, coordenadores e diretores de toda rede municipal de educação de Belo Horizonte. (Alessandro Granda/Ubaitaba Urgente).

Ubaitaba: Jovem desaparecido é encontrado pelo conselho tutelar andando pela BR 101

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Um jovem foi encontrado pelo conselho tutelar de Ubaitaba andando pela estrada em direção da cidade de Itabuna, na manhã desta segunda feira (28). Familiares do adolescente Victor Hugo de Jesus Santos, mais conhecido como “Nininho”, de 14 anos, estavam preocupados depois que o jovem desapareceu desde a última terça-feira dia 22 desse mês.  A última informação sobre o paradeiro de “Nininho” foi que ele foi visto na última sexta-feira (25), em companhia de um andarilho, de prenome Marcelo, cozinhando um peixe. O jovem teria seguido em direção a São João do Panelinha. Parentes e amigos chegaram a disponibilizar um telefone de contato para quem tivesse qualquer informação manter contato pelos telefones 8120- 6439 / 8125 7660.

Ibirapitanga: Prefeitura Municipal inaugura creche de Itamarati

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O prefeito de Ibirapitanga, Isravan Barcelos (PSD) inaugurou nesta segunda-feira (28) a creche Antônio Carlos Passos Santana, em Itamarati, distrito de Ibirapitanga. Além do atual gestor municipal estiveram presentes diversas lideranças políticas do município e da região. Esse importante empreendimento é uma parceria entre a gestão municipal e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por intermédio do Governo Federal. A creche tem capacidade para atender a 120 crianças e oferece um ambiente amplo e agradável aos alunos e também aos profissionais da educação. (Alessandro Granda/Ubaitaba Urgente).

Bahia: PRF registra 58 acidentes com 7 mortes no período da Semana Santa

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Sete pessoas morreram e 57 ficaram feridas em 58 acidentes nas rodovias federais da Bahia entre a quinta-feira (24) e domingo (27), na Operação Semana Santa da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (28). O acidente mais grave ocorreu em um trecho da BR 324 entre Nova Fátima e Riachão do Jacuípe, na noite de quinta-feira (24). Das Cinco pessoas mortas, quatro eram da mesma família. Os outros óbitos ocorreram na BR 101 e outro na BR 324 Norte. Ainda segundo a PRF, houve redução de 55% em relação ao número de acidentes de 2015, quando ocorreram 123 registros. Em relação ao número de óbitos, a diminuição foi de 44%, com 12 pessoas mortas no ano passado. Na Operação Semana Santa, 22 pessoas foram detidas e responderão por posse de veículos roubados, embriaguez, armas, drogas etc. Em uma das ocorrências, os policiais prenderam um condutor com deficiência visual, pilotando uma moto sem CNH [carteira de motorista] e ainda embriagado. (Bahia Noticias).

Entrega de pedido de impeachment da OAB causa confusão no congresso

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A entrega do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff feita pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), causou uma confusão na tarde dessa segunda-feira (28), no Congresso Nacional, em Brasilia. O embate aconteceu entre o grupo de advogados da OAB e o grupo pró-governo. O grupo pró-Dilma contou com a participação de deputados e senadores do PT, entre os quais o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PE).

Entre as pessoas que defendiam o afastamento da presidente, estavam vários servidores da Câmara e deputados da oposição.
Com a chegada do presidente da ordem, Claudio Lamachia, ao salão verde do Congresso, o grupo contra o afastamento da presidente iniciou a manifestação. Lamachia tentava, com o apoio de deputados, chegar até a sala do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), para fazer a entrega do pedido de impeachment.

O documento se somará agora a outros 11 pedidos pendentes de análise por Cunha. A decisão da OAB tem por base a aprovação, no último dia 19, de um relatório que aponta suposto cometimento de crime de responsabilidade pela petista no atual mandato. No dia 18, a entidade já havia decidido apoiar o pedido de afastamento de Dilma.

“Tivemos o apoio de advogados de diversos estados, além do acompanhamento de centenas de advogados de Brasília que vieram aqui sem nenhum tipo de chamamento. Isso demonstra que a instituição está correta no estudo técnico que fez. Isso demonstra também, mais uma vez, que a OAB não está aqui defendendo o governo ou a oposição, a Ordem dos Advogados está aqui em nome do cidadão e não se manifesta na linha da política partidária e das paixões ideológicas. Só temos a lamentar o clima de ódio que vemos hoje no Brasil, “ justificou Lamachia.

Sobre um efeito de racha na Ordem após o pedido de impeachment, o presidente da OAB foi categórico. “Não acredito em uma divisão de maneira alguma. A Ordem dos Advogados do Brasil tem um milhão de advogados, se nós temos um manifesto de 50, isso não pode ser considerado um racha, não quando vemos que isso são posições ideológicas e a Ordem não pode se manifestar baseada em considerações partidárias,” declarou.

Em reunião do Conselho Federal, 26 das 27 bancadas estaduais da OAB votaram a favor do apoio à instauração do processo – somente a do Pará votou contra o apoio.

O pedido de afastamento da OAB se baseia em quatro pontos: nas pedaladas fiscais, na delação premiada do senador Delcidio do Amaral, contra a nomeação do ex-presidente Lula a ministro da Casa Civil, e a desoneração fiscal em favor da FIFA para realizar a Copa do Mundo em 2014.

Mucuri: Crianças são acorrentados por tia e fogem após serem libertados

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Dois garotos estão desaparecidos desde de domingo (27) após serem libertados por vizinhos em Itabatã, distrito do município de Mucuri, na região sul da Bahia. De acordo com matéria publicada pelo site G1, os meninos de sete e nove anos tiveram os pés acorrentados pela tia. Segundo informações do Conselho Tutelar da cidade na publicação, a parente, que cuidava das crianças, contou que amarrou os meninos porque eles costumavam praticar roubos e precisou viajar no sábado (26) para a cidade de Itamaraju. Segundo informações da conselheira tutelar Maria D’Ajuda Oliveira da Silva ao G1, as crianças conseguiram sair de casa e andaram cerca de 30 metros na manhã de domingo (27), quando as correntes foram retiradas pelos vizinhos. Integrantes do conselho chegaram a fazer buscas pela região no domingo, mas não conseguiram localizar os meninos. De acordo com a conselheira, a tia das crianças já havia procurado o órgão relatando que eles tinham roubado bicicletas. A conselheira disse que as crianças foram orientadas pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A retirada das correntes pelos vizinhos chegou a ser filmada e publicada na internet, mas, conforme a conselheira, a pessoa que realizou a filmagem ainda não foi localizada. O caso foi denunciado ao conselho por meio de denúncia anônima por telefone, no domingo. A tia das crianças retornou de Itamaraju à Mucuri ainda no domingo e foi ouvida pelo conselho. Maria D’ Ajuda contou que a tia, que é lavradora, relatou que tinha que viajar e, para as crianças não fugirem, decidiu acorrentar. Disse também que eles roubavam e a tia declarou que não conseguia conter a situação. Segundo a conselheira, a parente cuida dos menores porque a mãe tem problemas com álcool e o pai morreu. Segundo Maria D’Ajuda, o desaparecimento e a denúncia de maus tratos contra as crianças foram informados à delegacia da cidade nesta segunda (28).

Cuba não precisa de presentes dos EUA, afirma Fidel Castro

O ex-presidente cubano Fidel Castro afirmou que, apesar da recente visita de Barack Obama, a ilha não precisa de presentes dos Estados Unidos, nem esquecerá o passado de confrontos com Washington. “Não necessitamos que o império nos presenteie nada”, escreveu Castro, em um artigo publicado nesta segunda-feira no jornal oficial Granma, com o título “O irmão Obama”, uma semana depois da histórica visita do presidente americano ao país. Durante a estadia em Havana entre 20 e 22 de março, Obama afirmou em um discurso transmitido ao vivo pela televisão cubana que “é hora de esquecermos o passado, deixarmos o passado, e olharmos para o futuro, olharmos juntos, um futuro de esperança”.

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Castro, que completará 90 anos em agosto e que governou Cuba durante 48 anos, até 2006, destacou que Obama utilizou as “palavras mais melosas” no discurso. “Se supõe que cada um de nós corria o risco de um infarto ao escutar estas palavras do presidente dos Estados Unidos”, escreveu Castro com ironia, recordando o embargo imposto por Washington em 1962 e seu respaldo a ações violentas contra o governo da ilha. “Ninguém tenha a ilusão de que o povo deste nobre e abnegado país renunciará à glória e aos direitos, e à riqueza espiritual que ganhou com o desenvolvimento da educação, da ciência e da cultura”, reafirmou o histórico líder cubano, que se afastou do poder há 10 anos por uma grave crise de saúde e foi substituído na presidência por seu irmão Raúl Castro. Fidel Castro sugeriu a Obama que “reflita e não tente agora elaborar teorias sobre a política cubana”. “Não necessitamos que o império nos presenteie nada. Nossos esforços serão legais e pacíficos, porque é nosso compromisso com a paz e a fraternidade de todos os seres humanos que vivem neste planeta”, concluiu o líder cubano.

Menina morre ao receber descarga elétrica quando alisava cabelo

Foto: Reprodução / Facebook
Foto: Reprodução / Facebook

Uma garota de 14 anos morreu após receber uma descarga de choque elétrico quando alisava o cabelo, em Pé de Serra, na Bacia do Jacuípe. O fato ocorreu no povoado de Santo Agostinho, no sábado (27). Ainda segundo a polícia, a adolescente estava com as mãos molhadas quando fazia o procedimento conhecido como “chapinha” e levou o choque ao tocar na parte descascada do fio do aparelho. Segundo o G1, a polícia recolheu o equipamento para perícia.. A vítima chegou a ser socorrida até o hospital da cidade, mas não resistiu.

Ubaitaba: Irmão Igor lança seu nome como pré-candidato a vereador

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Locutor Neguei e Irmão Igor.

O funcionário público municipal, mais conhecido como irmão Igor resolveu colocar seu nome como pré-candidato a vereador da cidade de Ubaitaba. Irmão Igor tem uma proposta de cuidar dos interesses do povo ubaitabense na Câmara de Vereadores e bem representar o segmento evangélico do município que precisam ter uma maior representatividade. Irmão Igor conta com o apoio do locutor sertanejo Neguei do Programa Na Fumaça do Gongo, da Rádio Ubaitaba 87.9 FM, que também é seu irmão. O pré-candidato, caso tenha o voto de confiança do povo, pretende fazer um trabalho sério e que atenda os interesses dos munícipes e também dos evangélicos. (Alessandro Granda/Ubaitaba Urgente).

Brumadense morre após ter o pescoço cortado com um facão pelo namorado

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Natural da cidade de Brumado, Cíntia Tatiane Assis Silva, 27 anos, foi morta a facadas na última sexta-feira (25), em Barra da Estiva, no sudoeste baiano.  O crime bárbaro chocou a população da cidade já que a vítima teve o pescoço cortado. O seu namorado, Daniel Ferreira, que é o principal suspeito pelo crime já foi preso pela polícia de Barra da Estiva. Cíntia morava na Vila Presidente Vargas em Brumado e deixou três filhos. (Brumado Noticias).

BR 101: Ônibus da Cidade Sol que seguia para Jequié tomba e cai em ribanceira

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Um ônibus da Viação Cidade Sol tombou na BR-101, por volta das 14h deste domingo (27), após o condutor perder o controle da direção ao desviar de um carro que seguia a frente, segundo informações de testemunhas ao Blog Marcos Frahm. O motorista do carro teria freado e, ao desviar, o ônibus precipitou-se numa ribanceira, na região do município de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano.  O ônibus seguia de Salvador com destino à cidade de Jequié e a informação é de que os passageiros sofreram ferimentos leves no acidente, registrado pela Polícia Rodoviária Federal, que realiza a Operação Semana Santa.

Ubaitaba: Pré-candidato Jailton Araújo faz visita para verificar condições do Rio Orico

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Jailton Araújo, Ismaile e Dai Sanches l Foto: Jackson Cristiano.

Atento ao problema de crise hídrica que atinge o país, o empresário e presidente da CDL, Jailton Araújo pré-candidato a prefeito na sucessão municipal, acompanhado do vereador Ismaile Mota dos Santos (PTC) e dos comerciantes Jai de Nego de Artur e Dai Sanches foram ver de perto a situação do Rio Orico, distrito que leva o mesmo nome, em Ubaitaba.  O motivo dessa visita foi verifica a denúncia de que o rio que fornece água para a cidade de Ubaitaba estava secando e os moradores já estavam apreensivos com um possível racionamento. Após avaliação foi constatado que o rio não apresenta uma redução no seu volume e que esse risco está a princípio descartado.

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Bombas de água da Embasa l Foto: Jackson Cristiano

A preocupação agora é com a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) que está retirando diariamente 40 carros pipas para abastecimento da população de Itabuna que sofre com a crise e estava consumindo água de péssima qualidade. Jailton Araújo e equipe ficaram de manter contato com os técnicos da Embasa para saber se essa retirada diária não vai afetar o volume do Rio Orico e prejudicar no futuro o povo de Ubitaba. (Alessandro Granda/Ubaitaba Urgente).

Brasil: Ministro Teori Zavaski pede informações a Dilma sobre Lula na Casa Civil

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JUSTIÇA – Cabe ao ministro Teori Zavascki homologar o acordo de delação premiada(Fellipe Sampaio/SBT)

Relator de uma das ações que questionam a nomeação do ex-presidente Lula na Casa Civil, o ministro Teori Zavascki solicitou nesta quinta-feira que a presidente Dilma Rousseff se manifeste sobre os critérios que a levaram a acomodar o petista no mais importante ministério do governo. Teori também pediu um posicionamento à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Advocacia-Gera da União. O prazo estipulado pelo ministro é de cinco dias. (Marcela Mattos, de Brasília – Veja/Abril)

Brasil: Novo ministro da Justiça foi acusado pela PF de atrapalhar investigações do mensalão

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Em fevereiro de 2015, VEJA revelou que o então ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, em um dos mais evidentes arroubos como advogado dos interesses do PT e do governo, assumiu o papel de negociador com os empreiteiros envolvidos na Lava Jato, orientou a empreiteira UTC a não aceitar acordos de colaboração com a Justiça e afirmou a advogados que a operação da Polícia Federal – órgão ligado a sua pasta na época – mudaria de rumo logo no início daquele ano. Às vésperas de a Operação Lava Jato completar dois anos, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, fechou, sim, acordo de delação premiada e agora as investigações atingiram em cheio o ex-presidente Lula, ele próprio alvo da última fase das investigações, deflagrada no dia 4. Sucessor de Cardozo depois da trapalhada na nomeação de Wellington César Lima e Silva, Aragão também é conhecido na Polícia Federal como um dos responsáveis por atuar para barrar as investigações de outro escândalo petista, o do mensalão. No final de 2005, quando o primeiro grande escândalo do governo Lula já batia às portas do Supremo Tribunal Federal (STF) com a autuação do inquérito do mensalão, um relatório da PF encaminhado ao então diretor-geral Paulo Lacerda e assinado, entre outros, pela delegada que atuava na Lava Jato Erika Marena, afirmava que Eugênio Aragão atuou junto ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, para convencer autoridades americanas a não repassar documentos da quebra do sigilo bancário da offshore Dusseldorf, do publicitário Duda Mendonça, nos EUA. Como pano de fundo para tentar barrar o envio de documentos, Aragão insinuou que policiais federais estariam por trás de vazamentos de informações de investigações com participação dos Estados Unidos. Em meio ao escândalo da compra da base aliada do primeiro mandato petista, em um depoimento revelador na CPI dos Correios, Duda Mendonça havia admitido que recebera 10,5 milhões de reais da campanha de Lula fora do país. As suspeitas contra Eugênio Aragão acabaram no Conselho Superior do Ministério Público. O novo ministro, que agora será superior hierárquico da mesma Polícia Federal, sustentou na época que, no episódio envolvendo a remessa de documentos, atuou para que os papéis fossem enviados por canais formais e, com isso, não pudessem ser desconsiderados como provas. O caso de Aragão acabou arquivado.

OAB: Tese do governo sobre impeachment ofende STF

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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, interpreta como uma agressão ao Supremo Tribunal Federal (STF) a tese do Palácio do Planalto de que há um “golpe” em curso no país para destituir a presidente Dilma Rousseff. A entidade irá entregar na segunda à Câmara um novo pedido de impeachment da presidente. O documento de 43 páginas defende que a petista deve perder o mandato e ser declarada inelegível por oito anos sob acusação de crime de responsabilidade.

“Essa afirmação do governo, com tanta frequência, de que há um golpe em curso me parece ofensiva ao próprio Supremo Tribunal Federal. Se dizem que é golpe, então o Supremo, há poucos dias, regulamentou o golpe. Ou seja, tanto não é golpe que a instância máxima da Justiça, numa sessão histórica, regulamentou o procedimento de impeachment. Isso acaba com a ladainha de golpe”, declarou Lamachia.

Além das pedaladas fiscais, argumento central do pedido de impeachment que tramita em comissão especial na Câmara, as justificativas do pedido da OAB envolvem renúncias fiscais em favor da Fifa na Copa do Mundo de 2014 e a intenção de blindar o ex-presidente Lula, investigado na Operação Lava Jato, ao dar-lhe foro privilegiado com a nomeação à Casa Civil do governo Dilma.

O presidente da OAB enfatiza que a Constituição é clara, no artigo 85, quando define que o crime de responsabilidade se caracteriza quando o presidente viola o texto constitucional. A denúncia é subscrita por Lamachia e pelo relator do processo, Erick do Nascimento.

(Com Estadão Conteúdo)

Brasil: Judas recebe folga e bonecos de Dilma e Lula são malhados na Paulista

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Manifestantes que são contrários ao governo da presidente Dilma Rousseff fizeram um protesto neste sábado, 26, na Avenida Paulista. Encenando a “malhação de Judas”, os bonecos de Dilma e do ex-presidente Lula receberam chutes, socos e pauladas. Em seguida, os manifestantes atearam fogo aos bonecos.O protesto foi convocado pelo grupo Resistência Brasil, que está acampado há mais de uma semana em frente ao prédio da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp, na Avenida Paulista. Durante a malhação, os manifestantes gritaram palavras de ordem como “Fora PT” e elogiavam o trabalho do juiz federal Sérgio Moro. Na cultura cristã, a tradicional malhação de Judas acontece sempre no Sábado de Aleluia e simboliza a morte de Judas Iscariotes, que teria entregue Jesus Cristo aos romanos por apenas 30 moedas. Esse costume foi introduzido no país pelos colonizadores portugueses.Também há registros de protestos e malhação com os bonecos de Dilma e Lula no Rio, em Curitiba, Salvador, Fortaleza e Brasília.

Política: “Dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”, diz Dilma

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Em meio à crise política e econômica que o país enfrenta, são muitas as especulações sobre o futuro incerto do governo. O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou neste domingo (29) que a presidente Dilma Rousseff fez uma declaração bastante surpresa em conversa recente com um presidente de partido da base. Segundo o interlocutor, Dilma declarou: “dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”. As próximas semanas devem ser decivisas para a política brasileira, em jogo está o desembarque do PMDB do governo, o processo de impeachment da presidente Dilma, a investigação e o impasse sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as investigações sobre o presidente da Câmara Eduardo Cunha, entre outros temas.

STF e o impeachment: os rumos do Brasil nas mãos de 11 ministros

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Os rumos da crise política brasileira estão nas mãos de nove homens e duas mulheres, ou como define o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto, “onze pares de olhos, onze experiências, onze altíssimas responsabilidades”. “Este momento é de confiança vigilante no Judiciário. Esse Poder tem, pela Constituição, a competência de falar por último quando as controvérsias lhe chegam”, resume Ayres Britto.

A principal controvérsia do momento é o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Após dois meses de paralisado no STF, que foi demandado a definir o rito que deve ser seguido para o impedimento, o impeachment avança a passos largos na Câmara. Segue tão rápido num cenário com um Governo cada vez mais isolado e assistindo a uma debandada dos aliados que o Palácio do Planalto pretende mandá-lo de volta para o Supremo, sob a alegação de que não há base legal para questionar o mandato da presidenta. “O pacto entre nós é a Constituição de 1988. Ela assegura que não se pode tirar um presidente da República legalmente eleito a não ser que haja prova de crime de responsabilidade. Não tendo, é golpe contra a democracia”, disse a presidenta em entrevista ao EL PAÍS e a outros meios estrangeiros. Outra questão importante que acabou judicializada é a posse do ex-presidente Lula na chefia da Casa Civil. Como os onze ministros responsáveis decidirão sobre esses assuntos é a pergunta que o país inteiro se faz no momento.

De todos os ministros que compõem a Corte, Teori Zavascki é o mais relevante para a Lava Jato. O relator dos processos da maior operação da história do país tem sob sua tutela o destino de mais de 50 autoridades. E a lista pode aumentar nos próximos dias, com a presença de Dilma, do vice-presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves (PSDB), todos mencionados na delação premiada de Delcídio do Amaral.

Indicado para o STF durante o Governo Dilma, Zavascki tem demonstrado discrição ao longo do processo, inclusive quando solicitou os processos do caso Lula na Lava Jato ao juiz Sérgio Moro. A investigação sobre o ex-presidente Lula acirrou os ânimos dos apoiadores do PT e do Governo, principalmente depois que Lula foi alvo de uma condução coercitiva para depor e que o sigilo de telefonemas do ex-presidente foi quebrado por Moro. As suspeitas públicas que pairavam sobre esses procedimentos foram balanceadas pela intervenção de Zavascki. O ministro criticou duramente Moro pela divulgação, mas encaminhou a decisão final para o plenário com 11 nomes do STF, a quem caberá definir se detentores de foro gravados pelos grampos, como a presidenta Dilma, serão investigados.

“Precisamos de mais plenário e menos liminares, mais decisões colegiadas e menos decisões individualizadas”, diz o professor da FGV Direito Rio Joaquim Falcão

A decisão de Zavascki alterou parte de uma liminar concedida dias antes pelo ministro Gilmar Mendes, de quem não se pode falar exatamente em discrição. Reconhecido como crítico ferrenho dos governos petistas, foi Mendes que suspendeu a posse de Lula na Casa Civil, sob a suspeita de que o ex-presidente estava atrás do foro privilegiado que o cargo lhe garantiria. Na mesma decisão, Mendes, que chegou ao STF sob indicação do então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, havia remetido a investigação sobre Lula para Curitiba — pela decisão de Zavascki, isso só deverá ocorrer após o Supremo definir que parte do processo fica no STF e que parte volta para a primeira instância.

Votos

Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo. Nelson Jr.STF

Para Joaquim Falcão, professor da FGV Direito Rio, o Supremo tem plena competência para lidar com essas questões, mas precisa tomar cuidado com a individualização das decisões. “Precisamos de mais plenário e menos liminares, mais decisões colegiadas e menos decisões individualizadas”, diz Falcão. O problema, segundo o professor, é que existem mais de 30 maneiras de acionar o Supremo, entre mandados de segurança, ações diretas de inconstitucionalidade, petições, agravos e embargos que tornam o sistema extremamente complexo.

A ministra Rosa Weber, outra indicada por Dilma de atuação discreta na Corte, negou na terça-feira um pedido de habeas corpus da defesa do ex-presidente Lula contra a decisão de Gilmar Mendes de suspender a posse na Casa Civiil. No mesmo dia, o ministro Luiz Fux — que chegou ao Supremo pouco antes do julgamento do mensalão e votou duramente contra os condenados pelo esquema — também negou provimento a um mandado de segurança que questionava a decisão de Mendes de remeter o processo de Lula para o juiz Sérgio Moro. Ambos citaram jurisprudência que visa evitar uma guerra de liminares entre ministros da corte.

Outro ministro do STF que negou pedido da defesa de Lula nesta semana foi Edson Fachin, também pelo mesmo motivo. Juiz mais novo da Corte Suprema, Fachin enfrentou pressões públicas e teve de fazer campanha de gabinete em gabinete para conseguir convencer os senadores de que não assumiria vaga no Supremo para defender o Governo Dilma. O motivo: Fachin apoiou a candidatura de Dilma publicamente em 2010, com direito a discurso disponível na internet. Na primeira votação importante, contudo, votou contra a vontade do Governo, ficando entre os vencidos quanto ao rito do impeachment que atribuiu mais importância ao Senado no processo.

“O Judiciário não é um órgão de Governo, mas um órgão impeditivo do desgoverno”, diz o ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto

A desconfiança com Fachin se assemelha àquela sentida em relação aos ministros Luis Roberto Barroso e Antonio Dias Toffoli. Um dos mais novos na Corte, Barroso participou da mobilização para a criação do PT nos anos 1980 e tem adotado posições progressistas no Supremo, em particular no seu voto pela liberação da maconha. No rito do impeachment, abriu a dissidência que resultaria em desfecho celebrado pelos governistas. Já Dias Toffoli, que foi advogado do PT e ficou marcado popularmente no julgamento do mensalão por supostamente votar para amenizar a situação de petistas como o ex-ministro José Dirceu, tem adotado com muito vigor posições parecidas com as do antipetista Gilmar Mendes.

Golpe ou não golpe

Os ministros do STF não vivem completamente apartado do mundo político — prova disso são a polêmica em torno da reunião de Lewandowski com Dilma em Portugal, no ano passado, por exemplo. Oficialmente, eles disseram que discutiram o aumento do Judiciário. Mais recentemente, a polêmica envolveu o encontro público de Gilmar Mendes com o senador oposicionista José Serra (PSDB). “Eu não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio (Neves, também senador tucano), nem com pessoas do Governo”, disse Mendes, em entrevista à BBC Brasil.

Nos últimos dias, a participação deles no cenário político se intensificou.  Ao menos dois deles, Carmém Lúcia e Dias Toffoli,  foram instados por órgãos de imprensa a comentar se “impeachment é golpe”. Responderam o óbvio, sem entrar no mérito do caso de Dilma Rousseff: reafirmaram que o instrumento está previsto na Constituição. Desde que respeitados os preceitos legais, não é golpe.

Indicada por Lula, a ministra Cármen Lúcia foi dura com os petistas durante o julgamento do mensalão, em particular ao condenar os argumentos de defesa que apresentaram o caixa dois como um crime menor ou corriqueiro. Nesta semana, foi a que mais falou sobre os caminhos do processo de impeachment. Em entrevista à GloboNews, disse: “O  processo de impeachment é previsto na Constituição. Não se pode falar em golpe se houver observância da Constituição. Agora, é preciso observar a Constituição para a gente ter garantia de que não há golpe, que, aí sim, teria de afrontar a Constituição, deixar de cumpri-la”, começou.

E acrescentou: “O processo do impeachment é político-penal, no sentido de que há uma previsão e a necessária e imprescindível observância das leis e da Constituição, para se instalar – autorizar pela Câmara, e processar e julgar pelo Senado – um crime.  E crime é uma prática que precisa ser comprovada. Só que, como tem o conteúdo político, o julgamento se faz por uma outra Casa que não o Poder Judiciário. O Senado se transforma em órgão de julgamento presidido pelo presidente do Supremo”.

Questionada se o processo poderia ser judicializado, ele sugeriu que, após chegar ao Senado, é pouco provável. “Pela singela circunstância de que o que vai para Poder Judiciário é a não observância das leis e um processo conduzido pelo presidente do Supremo, que neste caso preside a Casa julgadora, não deixará ocorrer nada que transgrida a Constituição e e as leis. A competência é do Senado, não é do Poder Judiciário.” Lúcia deve ser a próxima presidenta do Supremo.

Demais votos

Já o ministro Marco Aurélio Mello, um dos mais antigos da Corte — ele foi indicado por Fernando Collor de Mello, seu primo, em 1990 —, tem feito declarações públicas em defesa da estabilidade institucional, o que, alguns leem, como indiretamente um benefício ao Governo em atividade.

Completam a lista o atual presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, marcado por setores da opinião pública, assim como Toffoli, por ser mais suave com os petistas no julgamento do mensalão e por seus embates com o relator daquele caso, Joaquim Barbosa; e, por último, o decano Celso de Mello. Membro mais antigo do grupo (desde 1989), Mello se posicionou publicamente, em nome do STF, sobre o conteúdo das gravações em que oex-presidente Lula se referiu à Corte como “acovardada” diante do que chamou de “República de Curitiba”. A julgar pelo duro tom escolhido por Mello para a ocasião, as apostas são de que Lula e o Governo Dilma não terão vida fácil por ali.  Neste fim de semana, um vídeo com declarações dele a uma mulher que o abordou num lugar público circulou nas redes sociais. Mello defendeu a Operação Lava Jato,  que, segundo ele, “tem por finalidade expurgar a corrupção que tomou conta do Governo e de poderosíssimas empresas brasileiras”.

Nas próximas semanas, todos estarão atentos a todas as falas e gestos dos 11 do Supremo. Pressões e politizações à parte, o ex-ministro Ayres Britto repete que “o Judiciário não é um órgão de Governo, mas um órgão impeditivo do desgoverno”.

Colaborou Flávia Marreiro

Dilma teme que PP, PR e PSD também deixem o governo

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Com a possibilidade de que o PMDB confirme o rompimento com o governo Dilma, aliados da presidente temem um “efeito manada” sobre a base do governo. A decisão do PMDB será discutida em reunião de seu diretório nacional na próxima terça (29). Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os mais afetados podem ser PP, PR e PSD. O governo acredita que a saída do PMDB será concretizada. O Planalto entende que a ala rebelde do partido é agora majoritária e deve sacramentar a ruptura da aliança com o PT. Os partidos PP, PR e PSD somam juntos 121 deputados. Seus líderes têm dito que não veem sinal de reação de Dilma diante da crise.

A reportagem destaca que parlamentares estariam pressionando os dirigentes nacionais dessas siglas para deixar o governo. Senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, disse que recebeu recados de que sua bancada não está disposta a ir para o sacrifício por Dilma. Os aliados dizem que ele chegou a informar o Palácio do Planalto sobre esse movimento. Segundo relatos, Nogueira afirmou que poderia reunir cerca de 30 dos 49 votos para Dilma na Câmara, “mas só se fosse para vencer”. O discurso indica que com o agravamento progressivo do desgaste do governo, as chances de segurar aliados na base de Dilma Rousseff é cada vez menor.

Outro fator que aponta o distanciamento é o recente encontro do presidente nacional do PSD, o ministro Gilberto Kassab (Cidades), com o vice-presidente Michel Temer, principal beneficiário do impeachment de Dilma.

O PSD foi fundado por Kassab em 2011, hoje, segundo integrantes do partido, cerca de 70% da bancada é a favor do impeachment. Integrantes do PMDB avaliam que a ala que resiste ao afastamento do Planalto perdeu força nos últimos dias, especialmente após a decisão do diretório do Rio de Janeiro de romper com o PT.

A reportagem cita que existe uma tentativa do governo de atrair siglas nanicas, oferecendo a elas cargos de segundo escalão. Na próxima semana, um exemplo dessas tratativas deve ser oficializado, quando um nome do PTN, que tem 13 deputados, deve ser alçado à presidência da Funasa (Fundação Nacional de Saúde). O cargo ficou vago após a demissão de um afilhado do vice Michel Temer. Aliados de Dilma teriam conseguido, com essa estratégia, uma promessa de que 10 dos 13 deputados do PTN votarão contra o impeachment.

No entanto, o governo admite que a capacidade de segurar aliados com a oferta de cargos está limitada por dois motivos: a perspectiva de um governo Temer e o fato de que Dilma teria que sobreviver pelos próximos dois anos com baixa popularidade e sob pressão das ruas.

Policial que denunciou Aécio é encontrado morto em Belo Horizonte

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Lucas Gomes Arcanjo, policial civil de Belo Horizonte, MG, foi encontrado morto, neste sábado (26), em sua casa. Segundo o site Debate Progressista, o policial foi visto com uma gravata amarrada no pescoço na janela de seu quarto. Familiares descartam a possibilidade de suicídio. Como Arcanjo era muito conhecido por denunciar políticos tucanos em MG, há também a probabilidade de ter sido uma retaliação. Inclusive, o ele já tinha sido vítima de 4 atentados em respostas às denúncias que fazia. O caso ainda está sob investigação.