Política

Avião da TAM com deputados federais baianos dá pane em Brasília

Cinco deputados federais baianos passaram por um susto nesta quinta-feira (19), em Brasília, quando o avião em que embarcariam, da companhia TAM, teve uma pane antes de decolar do aeroporto. Estavam a bordo Félix Mendonça Júnior (PDT), Bacelar (Podemos), Fernando Torres (PSD), Pastor Luciano Braga (PRB) e Irmão Lázaro (PSC). Em entrevista ao Bahia Notícias, Félix relatou a situação. “Por volta de meio-dia, saímos de Brasília. Indo para a pista, o avião ficou parado um tempo. Teve todo mundo que descer do avião”, contou o pedetista. Por causa do problema, os passageiros tiveram que esperar mais de seis horas até embarcar em outro voo. O parlamentar ainda disse que, apesar do ocorrido, não sentiu nenhum tipo de medo. Ele ficou tranquilizado com a presença de Luciano e Lázaro, ambos lideranças evangélicas e pregadores contumazes. “Eles estavam orando”, brincou.

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Relatório da PF aponta 33 ligações em dois meses entre Aécio e Gilmar pelo WhatsApp

Um relatório da Polícia Federal aponta que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, fizeram 33 ligações entre si pelo aplicativo WhatsApp em dois meses. De acordo com informações divulgadas inicialmente pelo BuzzFeed News, o período avaliado pela PF foi entre 16 de março e 13 de maio, justamente quando Aécio passou a ser investigado por suspeita de receber propina da JBS e foi alvo de uma operação da Polícia Federal. As conversas feitas por meio do WhatsApp não ficam gravadas nos aparelhos e são imunes a grampos. Portanto, não é possível saber o conteúdo dos diálogos, “restando tão somente evidenciado a frequência de contato entre as autoridades em questão”, diz o relatório. O documento foi anexado a um dos processos que tramitam em sigilo no STF e tem o ministro Edson Fachin como relator. As ligações foram descobertas a partir dos celulares apreendidos com Aécio na Operação Patmos, deflagrada no dia 18 de maio. Uma das ligações aconteceu no dia 25 de abril, quando Gilmar suspendeu um depoimento que Aécio prestaria à PF no dia seguinte.

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Dodge aponta Geddel como ‘líder de organização criminosa’

Em manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que o ex-ministro Geddel Vieira Lima “fez muito em pouco tempo” e o apontou como “líder de organização criminosa”. Dodge fez o comentário em meio a um recente pedido de liberdade da defesa do ex-ministro, suspeito de obstruir investigações e ocultar R$51 milhões em um apartamento. Geddel foi preso pela segunda vez no dia 8 de setembro na operação Tesouro Perdido, quando cumpria prisão domiciliar.

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Senado ‘liberou um corrupto pego em flagrante’, ataca Davidson Magalhães sobre Aécio Neves

O deputado federal baiano Davidson Magalhães (PCdoB) criticou o Senado por conta da decisão da maioria dos senadores por devolver o mandato ao tucano Aécio Neves durante votação ocorrida na manhã desta quarta-feira (18). O parlamentar mineiro foi afastado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do mandato por conta das denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) de organização criminosa e obstrução de Justiça. Em discurso na Câmara dos Deputados, o comunista disse que a decisão do Senado em manter Aécio no mandato mostra que a Casa não está à altura do povo brasileiro. “Liberou um corrupto pego em flagrante, um chefe de quadrilha”, atacou. De acordo com o parlamentar, o tucano foi liberado apesar da quantidade de prova material colhida. “É uma vergonha para o Senado Federal”, constatou.

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Senado rejeita decisão do STF e devolve mandato a Aécio Neves

O plenário do Senado reprovou nesta terça-feira (17) as punições do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o senador Aécio Neves, com 44 votos favoráveis ao tucano. No final de setembro, a 1ª Turma do STF decidiu afastar o parlamentar das suas funções Legislativas atendendo a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), com base nas delações premiadas de executivos da J&F. Apesar de ter negado a prisão de Aécio na oportunidade, o colegiado também determinou que o senador não poderia deixar o país e deveria cumprir recolhimento domiciliar noturno. Com a decisão do Senado, Aécio teve as punições retiradas e pode voltar a trabalhar na Casa. A votação desta terça foi viabilizada depois que o STF definiu que o Congresso Nacional é quem deve dar a palavra final sobre medidas cautelares contra parlamentares.

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Eu respondo pelos meus atos e eles respondem pelos seus, diz Neto sobre irmãos Vieira Lima

O prefeito ACM Neto (DEM) afirmou que a lei “deve ser aplicada para todos de igual maneira” ao ser questionado sobre o que achou de mais uma operação da Polícia Federal contra os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima (PMDB), seus aliados, na Bahia. Nesta segunda-feira (16), a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao deputado Lúcio Vieira no intuito de coletar elementos que possam estabelecer o vínculo do parlamentar com os R$ 51 milhões encontrados em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador. Durante o ato de entrega de uma escola no bairro Castelo Branco, na manhã desta terça (17), ACM Neto defendeu a continuidade das investigações. “A gente chegou, no Brasil, a um nível de maturidade das instituições que permite que o Judiciário tenha absoluta independência, assim como o Ministério Público e que a Polícia Federal tenha todo o suporte para o trabalho investigativo que deve ser feito. Eu já disse algumas vezes e repito, para mim, ninguém está acima da lei. Espero que tudo possa se chegar a uma conclusão o quanto antes por parte destas investigações para que se saiba efetivamente qual a responsabilidade de cada um dos investigados”, apontou.  “Se por um lado não me sinto a vontade para pré-julgar ninguém, por outro eu defendo todo apoio e suporte para que a investigação aconteça e que a gente saiba a responsabilidade de cada um, não interessa a que partido pertença, se é aliado ou adversário. A lei deve ser aplicada para todos de igual maneira”, frisou. Questionado se estava arrependido de ter se aliado aos Vieira Lima, o democrata negou e fez elogios ao PMDB. “É um partido muito forte, muito estruturado sobretudo no interior do estado. Não se resume, portanto, ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. Cada um deve responder pelos seus atos. Eu respondo pelos meus atos e eles respondem pelos seus atos. É evidente que ao fim de tudo isso restar comprovado a responsabilidade em atos ilícitos, que paguem o preço. Ninguém podia ter o dom da vidência para saber o que estava acontecendo”, ressaltou.

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Ex-deputado diz em delação que Lula tinha ‘pleno conhecimento’ de propinas no mensalão

O ex-deputado Pedro Corrêa disse em acordo de delação premiada que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha “pleno conhecimento” de pagamento de propina no mensalão. Os recursos arrecadados junto a órgãos governamentais eram destinados à manutenção da base do governo, votando matérias de interesse do Executivo no Congresso. De acordo com o Estadão, Corrêa disse que a tese do caixa 2 foi discutida com Arnaldo Malheiros, então advogado de Delúbio Soares, e Márcio Tomaz Bastos em virtude da baixa pena do delito e da possibilidade de prescrição. “Então, para fechar a tese criada, foi comunicado a Lula de que o Arnaldo Malheis e Márcio Tomaz Bastos, que o PT e Marcos Valério admitiriam que o Banco Rural e o BMG tinham emprestado dinheiro a Marcos Valério, o qual teria repassado ao PT através de Delúbio Soares para pagar as contas do partido e resquícios das dívidas das campanhas eleitorais, sem contabilizar o dinheiro, formando um caixa 2”, disse Corrêa na delação. Segundo anexos do acordo do ex-deputado do PP, Lula e José Dirceu comunicaram aos réus do mensalão a tese criada e disse “que todos poderiam ficar tranquilos”. “As reuniões envolvendo o julgamento do mensalão eram periódicas entre os envolvidos, sendo que pelo menos duas reuniões foram realziadas no Palácio do Planalto com a presença do presidente Lula. As outras reuniões periódicas ocorriam nas casas de parlamentares envolvidos, com a presença de José Dirceu”, acrescentou Corrêa. O deputado também disse, segundo o Estadão, que Lula aprovou a nomeação de Paulo Roberto Costa, condenado na Lava Jato, à Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Inicialmente, no entanto, o PP apadrinharia a nomeação de Rogério Manso, a pedido de Dirceu. Seria Manso o responsável pela arrecadação de propinas para o partido, mas duas reuniões depois o possível indicado teria se recusado a se comprometer com o PP. Com a recusa, Corrêa e os deputados Pedro Henry e José Janene pleitearam a nomeação de Paulo Roberto Costa, já funcionário de carreira na estatal. Uma reunião entre os interessados, Lula e o presidente da Petrobras na época, José Eduardo Dutra, foi marcada para tratar da demora na nomeação do novo diretor. “Lula questionou a demora para nomeação de Paulo Roberto Costa por José Eduardo Dutra, o qual disse que essa cabia ao Conselho de Administração da Petrobras. Na ocasião, Lula disse a Dutra para mandar um recado aos conselheiros, que se Paulo Roberto Costa não estivesse nomeado em uma semana, ele iria demitir e trocar os conselheiros da Petrobras”, relatou. Pouco tempo depois, ele foi nomeado. O advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, disse que o material é antigo e segue a lógica de que réus presos na Operação Lava Jato precisam inventar acusações contra Lula para que possam destravar delações com o Ministério Público. “Tanto Paulo Roberto Costa quanto Nestor Cerveró já disseram em depoimentos como testemunhas desconhcer qualquer participação de Lula em irregularidades na Petrobras. O próprio juiz Sérgio Moro já reconheceu que não há qualquer elemento que possa vincular o ex-presidente Lula a recursos provenientes de contratos da Petrobras”, diz a nota enviada pela defesa. Segundo o advogado, Lula é vítima de “lawfare”, quando há uso indevido de leis e procedimentos jurídicos para perseguição política.

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Advogado de Lúcio afirma que operação foi ‘absolutamente desnecessária’ e ‘drástica’

O advogado Gamil Föppel, que faz a defesa do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), chamou de “absolutamente desnecessária” a operação deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta segunda-feira (16), contra o peemedebista. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão no gabinete dele na Câmara e em seu apartamento em Salvador para investigar se o parlamentar tem alguma relação com o bunker onde foram encontrados R$ 51 milhões que seriam de propriedade de seu irmão, o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (veja aqui e aqui). Em nota enviada à imprensa, a defesa disse que só vai se pronunciar sobre a “drástica medida” quando “lhe for garantido o acesso integral aos autos, o que já vem sendo há muito tempo requerido”. “Ressalta-se que, em sucessivas petições, o Deputado Federal Lúcio Vieira Lima colocou-se à plena disposição do Supremo Tribunal Federal e da Procuradoria Geral da República para prestar esclarecimentos e entregar documentos, a evidenciar a desnecessidade da drástica medida realizada na presente data”, posicionou-se. Com informações do Bahia Noticias

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Pinheiro é exonerado da Secretaria de Educação; chefe de Gabinete assume

O senador Walter Pinheiro foi exonerado nesta terça-feira (17) do comando da Secretaria de Educação (SEC), conforme publicação no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça para reassumir sua cadeira no Senado e participar da votação referente ao afastamento do senador Aécio Neves (PSDB), que está prevista para acontecer nesta terça.  Após a votação, ele retorna ao posto. A chefe de Gabinete da pasta, Isabella Paim Andrade, assumirá o cargo durante o período, acumulando com sua função. 

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Além de gabinete, PF faz buscas em apartamentos de Lúcio em Salvador e Brasília

Foto: Reprodução/G1

Além das buscas em seu gabinete na Câmara dos Deputados, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) é alvo de outros mandados de busca e apreensão em sua residência em Brasília e no prédio em Salvador onde ele tem imóveis, assim como seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). O edifício fica no Chame-Chame, ao lado do prédio onde mora Geddel. Segundo informações do portal G1, a operação dessa segunda-feira (16) procura indícios de vínculos entre o parlamentar e os R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador, no último dia 5 de setembro, durante a operação Tesouro Perdido. O dinheiro é atribuído a Geddel. Inicialmente, a informação era de que o apartamento foi emprestado ao ex-ministro pelo empresário Sílvio Silveira – este, no entanto, afirmou em depoimento que o imóvel foi emprestado a Lúcio. Outra pista da ligação do deputado é uma nota fiscal de uma funcionária dele que foi apreendida no mesmo local onde estava o dinheiro. Diante desses indícios, o caso foi transferido para o Supremo Tribunal Federal (STF), já que Lúcio tem foro privilegiado.

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PF faz buscas na Câmara; gabinete de Lúcio Vieira Lima é um dos alvos

A Polícia Federal está fazendo buscas na Câmara dos Deputados na manhã desta segunda-feira (16) em Brasília, e um do alvos é o gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA). A operação acontece a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Lúcio é irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso preventivamente desde julho, após a polícia apreender R$ 51 milhões em um imóvel que estaria sendo emprestado ao político – é a maior apreensão de dinheiro vivo da história da corporação. Em setembro, as investigações foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo da transferência para o STF são os indícios encontrados nas investigações em relação a Lúcio Vieira Lima, que tem foro privilegiado na Corte por ser deputado federal. As investigações apontam que, na verdade, o apartamento foi emprestado a Lúcio Vieira Lima e era usado por Geddel. Com informações do Bahia Notícias

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Funaro diz que Geddel ficava com até 65% de propinas em época da Caixa Econômica

Foto: Reprodução

O operador Lúcio Funaro disse à Procuradoria-Geral da República (PGR) que Geddel Vieira Lima ficava com 60% a 65% do valor arrecadado com propina na Caixa Econômica Federal. Segundo a Folha, a informação foi passada por Funaro no dia 23 de agosto, quando ele prestou depoimento à PGR. O operador, ligado ao PMDB e a Eduardo Cunha, teve o acordo de delação homologado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Funaro, a porcentagem de Geddel foi acordada assim que o baiano assumiu a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa, em 2011. Conforme Funaro, depois da parte de Geddel, o operador e Eduardo Cunha dividiam o resto [40% a 35%]. Ainda no depoimento, Funaro disse que Cunha funcionava “como se fosse um banco de corrupção de políticos” e havia “uma fila de gente atrás dele”.

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TCU determina bloqueio de bens de Dilma por prejuízo à Petrobras

Dilma Rousseff (PT) I Foto: Reprodução

O plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) determinou nesta quarta (11) o bloqueio de bens da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros ex-membros do Conselho de Administração da Petrobras para ressarcimento de prejuízo causado à estatal no caso da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Além dos de Dilma, foram bloqueados os bens do ex-ministro Antônio Palocci, Claudio Luis da Silva Haddad, Fábio Colletti Barbosa, Gleuber Vieira e do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli. Segundo o tribunal, o dano causado foi de US$ 580 milhões. Ainda é possível recorrer da decisão. O bloqueio tem duração de um ano. Em 2006, quando a compra de Pasadena foi fechada, Dilma era presidente do Conselho de Administração da Petrobras. A estatal comprou 50% da refinaria americana por US$ 360 milhões. Em agosto, o plenário do TCU já havia condenado Gabrielli e o ex-diretor da área Internacional Nestor Cerveró pelo envolvimento de ambos na compra da refinaria. O tribunal determinou que ele deveriam ressarcir à estatal o valor de US$ 79,9 milhões (cerca de R$ 250 milhões), além de pagar multa de R$ 10 milhões cada um. O TCU também proibiu que ambos ocupem cargos públicos.

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Bebeto discute com Ministro da Agricultura a reestruturação da Ceplac

Foto: Reprodução

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB/Bahia) participou, na tarde desta terça-feira, dia 10, de audiência com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em Brasília. O encontro, que teve a participação de outros parlamentares e do secretário estadual de Agricultura, Vitor Bonfim, discutiu o processo de reestruturação da Ceplac, órgão que, mesmo vital para a lavoura cacaueira do sul da Bahia, vem sendo sucateado há anos. A reestruturação foi iniciada pelo Governo Federal em junho deste ano, com o objetivo de redesenhar e adequar a Ceplac à nova realidade do Ministério da Agricultura (Mapa). Na reunião, Bebeto defendeu a manutenção dos servidores que já estão lotados no setor e a contratação de outros como o primeiro passo para uma reestruturação efetiva. Na oportunidade, o parlamentar falou da necessidade de dar “condições a Ceplac de continuar a ser um órgão singular, mantendo suas funções de pesquisa e extensão”. Ao ministro Blairo Maggi, o deputado criticou as sucessivas tentativas de esvaziamento do órgão, que recentemente foi rebaixado ao status de diretoria do Mapa. Ao fim da reunião ficou acertado que um novo encontro será realizado com os parlamentares baianos no dia 8 de novembro, para amadurecer as pautas. “Vamos construir mais uma unidade em torno dos interesses da região. A Ceplac é nossa e deve ser mantida”, afirmou Bebeto.

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Oposição desconfia que anúncio de duplicação da BR-415 seja promessa eleitoreira

Deputado estadual Leur Lomanto Jr. I Foto: Reprodução

Um dia após o governo do estado promover o ato de assinatura que autoriza a duplicação da BR 415, que liga os municípios de Ilhéus e Itabuna, na região cacaueira, a conclusão é de que ainda não foi aprovado o projeto executivo para a obra, que o governador Rui Costa (PT) prometeu iniciar em 90 dias. Além disso, não estão previstos recursos para a intervenção no orçamento de 2018. Diante dessas lacunas, a Bancada de Oposição questiona a assinatura do protocolo de intenções para uma obra ainda com pendências. O líder da Bancada, deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB), disse esperar que o governo não tenha usado apenas do artifício de lançar obras, às vésperas do ano eleitoral. “Que não seja mais uma promessa eleitoreira, como essa intervenção se resumiu nesses últimos dez anos do governo”, afirmou, destacando que a Oposição cumpre dessa forma o seu papel de fiscalizar para que os pleitos da população sejam atendidos. O líder lembrou que o DNIT autorizou o governo do estado a executar a obra, sendo os recursos provenientes de um convênio assinado com o Ministério dos Transportes em 2014, no valor de R$108 milhões, mas o projeto executivo ainda não foi reconhecido. O deputado Adolfo Viana (PSDB), alertou para o fato de o governador lançar uma obra que mais uma vez não sabe se vai tirar do papel, como fez com a Ponte Salvador -Itaparica e com o Centro de Convenções, fechado há mais de um ano. “Esperamos que dessa vez seja cumprida”, frisou. Em pronunciamento, o deputado Hildécio Meireles (PMDB) recordou que o ex-governador Jaques Wagner (PT) também autorizou em setembro de 2014, a duplicação da BR-415 com a presença do então ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. “Anunciaram a época que a licitação seria finalizada em 45 dias e a expectativa era que a obra fosse entregue em dois anos. Agora ludibriam os baianos ao dizerem que a obra será iniciada em 90 dias, quando na verdade já sabem que não existem recursos para isso, já que o governo do PT quebrou o país. Fazem isso para depois colocarem a culpa no governo federal e tentarem atingir o prefeito ACM Neto de quem estão morrendo de medo. Esse é mais um jogo de encenação do governo Rui Costa”, criticou.

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Projeto de Coronel prevê serviço 0800 gratuito via celular na Bahia

Foto: Josemar Pereira / Ag. Haack / bahia.ba

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Angelo Coronel (PSD), deseja que todo serviço de atendimento 0800 na Bahia, disponibilizado por empresas pública e privada, passe a receber ligações de forma gratuita via telefone celular também. Atualmente o serviço é concedido exclusivamente via aparelho fixo. Projeto de Lei nesse sentido foi apresentado à Mesa Diretora da Casa. Para o chefe do Legislativo baiano, como a função precípua dos serviços de atendimento 0800 é a resolução das demandas de “consumidores, clientes ou cidadãos”, faz-se pertinente que se recorra ao vertiginoso crescimento da telefonia móvel no País. Na justificativa, o parlamentar vale-se de dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), onde apontam que o número da assinatura móvel no Brasil saltou de 133 milhões para 242 milhões no período compreendido entre julho/2008 a julho/2017. E de modo oposto, a telefonia fixa manteve-se estável no citado período, na faixa dos 40 milhões de assinantes. A iniciativa parlamentar, em seu Parágrafo Único, prevê ainda que as empresas “poderão substituir o atendimento 0800 gratuito via celular pela oferta de aplicativos gratuitos ou números de telefones que possam ser acessados via celular gratuitamente, a serem disponibilizados aos usuários dos seus serviços”. O autor do projeto entende que o mesmo vai otimizar e tornar mais eficiente a relação entre os prestadores de serviços e usuários. Angelo Coronel alicerça ainda sua argumentação com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD/IBGE-2013 –, que mostram que 51,3% das residências brasileiras usam apenas linhas móveis ou celular. E que as camadas mais desfavorecidas economicamente não dispõem de telefone fixo, o que reforça o caráter social da iniciativa. O chefe da ALBA destaca ainda que o celular se tornou um objeto de uso em elevada escala, em todas as estratificações sociais da população, o que leva o projeto a ratificar as facilidades que o celular atinge na vida das pessoas.

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Fazendas da família de Geddel são desocupadas no sudoeste da Bahia

Foto: Reprodução

As fazendas da família do ex-ministro Geddel Vieira Lima no sudoeste e no sul da Bahia, que foram invadidas por índios e integrantes de movimentos de lutas por terra, foram desocupadas. A informação foi confirmada ao G1 pelo advogado da família, como também pela Polícia Civil, nesta terça-feira (10). A ocupação mais longa, que durou 13 dias, ocorreu na Fazenda Esmeralda, que fica na zona rural do município de Itapetinga, no sudoeste da Bahia. Segundo o advogado Franklin Ferraz, oficiais da Justiça cumpriram mandado de reintegração de posse na sexta-feira (6). Ele diz que os oficiais foram acompanhados de forças militares, mas que a reintegração ocorreu de forma pacífica. O delegado Antônio Roberto Gomes da Silva Júnior, que atua na região, confirma que a reintegração ocorreu sem confrontos. A Fazenda Esmeralda estava ocupada desde o dia 23 de setembro por índios da tribo pataxó Hã Hã Hãe. Eles afirmavam que a terra era sagrada e pediam demarcação. Com informações do G1

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Lula diz que está ‘lascado’, mas que ainda tem força como cabo eleitoral

Com a possibilidade de uma condenação impedir sua candidatura em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez, nesta segunda (9), um discurso inflamado contra a Lava Jato, no qual disse saber que está “lascado”, exigiu um pedido de desculpas do juiz Sergio Moro e afirmou que, mesmo fora da disputa pelo Planalto, será um cabo eleitoral expressivo para a sucessão de Michel Temer. Segundo o petista, réu em sete ações penais, o objetivo de Moro é impedir sua candidatura no ano que vem, desidratando-o, inclusive, no apoio a um nome alternativo, como o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), caso ele não possa concorrer à Presidência. “Eu sei que tô lascado, todo dia tem um processo. Eu não quero nem que Moro me absolva, eu só quero que ele peça desculpas”, disse Lula durante um seminário sobre educação em Brasília. “Eles [investigadores] chegam a dizer: ‘Ah, se o Lula não for candidato, ele não vai ter força como cabo eleitoral’. Testem”, completou o petista. Para o ex-presidente, Moro usou “mentiras contadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público” para julgá-lo e condená-lo a nove anos e seis meses de prisão pelo caso do tríplex em Guarujá (SP). O ex-presidente disse ainda não ter “medo” dos investigadores que, de acordo com ele, estão acostumados a “mexer com deputados e senadores” que temem as apurações. “Eu quero que eles saibam o seguinte: se eles estão acostumados a lidar com deputado que tem medo deles, a mexer com senadores que têm medo deles, quero dizer que tenho respeito profundo por quem me respeita, pelas leis que nós ajudamos a criar, mas não tenho respeito por quem não me respeita e eles não me respeitaram”, afirmou o petista. De acordo com aliados, Lula não gosta de discutir, mesmo que nos bastidores, a chance de não ser candidato ao Planalto e a projeção do nome de Haddad como plano B do PT tem incomodado os mais próximos ao ex-presidente. O ex-prefeito, que estava no evento nesta segunda, fez um discurso rápido, de menos de dez minutos, em que encerrou dizendo esperar que Lula assuma a Presidência em 2019. “Espero que dia 1º de janeiro de 2019 esse pesadelo chamado Temer acabe e o senhor assuma a Presidência da República”, disse Haddad.

DEMÔNIO DO MERCADO

Lula voltou a fazer um discurso mais agressivo em relação ao mercado e disse que “não tem cara de demônio”, mas quer que o respeitem “como se fosse”. “Não tenho cara de demônio, mas quero que eles me respeitem como se eu fosse, porque eles sabem que a economia não vai ficar subordinada ao elitismo da sociedade brasileira”, disse o ex-presidente. O petista rivalizou ainda com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), segundo colocado nas últimas pesquisas empatado com Marina Silva, e disse que se ele “agrada ao mercado”, o PT tem que “desagradar”. A Folha de S.Paulo publicou nesta segunda (9) reportagem em que mostrou que o deputado ensaia movimento ao centro no debate econômico, adotando um discurso simpático aos investidores do mercado financeiro.

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Desesperado, Geddel diz a colegas de cela: ‘Não sei mais o que fazer para sair daqui’

De volta à cadeia desde que a Polícia Federal (PF) encontrou R$ 51 milhões em um apartamento ligado a ele, o ex-ministro Geddel Vieira fez questão de mostrar aos colegas de cela seu desespero. “Não sei mais o que fazer para sair daqui”, teria afirmado o baiano, de acordo com informações da coluna Radar, da revista Veja. O peemedebista se encontra encarcerado no presídio da Papuda, em Brasília, há quase um mês. Entre pessoas próximas a ele, já começam a circular rumores de que o ex-ministro estaria disposto a firmar um acordo de delação premiada.

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Bebeto critica “disputa menor” pela duplicação da Ilhéus-Itabuna

Bebeto Galvão (PSB) I Foto: Reprodução

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB) classificou de “disputa menor” a queda de braço promovida pelo Governo Federal em relação à assinatura da ordem de serviço da obra de duplicação da Rodovia Jorge Amado (BR-415), no trecho que liga Ilhéus a Itabuna. A ordem será assinada pelo governador Rui Costa nesta segunda-feira (9), na Avenida Juracy Magalhães, em Itabuna, às 9h. Ainda por meio do Facebook, Bebeto convidou a população para “acompanhar a solenidade e comemorar a conquista”. A obra resultará na construção de pista dupla e ciclovia na margem direita do Rio Cachoeira, e promete melhorar o fluxo de veículos entre as duas maiores cidades da região sul. “Uma obra que vai garantir maior segurança ao corredor técnico-científico que leva a duas universidades, ao Senai, IFBA, que vai salvar vidas, ao diminuir o risco de acidentes e facilitar o acesso ao novo Hospital da Costa do Cacau”. O parlamentar também ressalta que a duplicação vai estimular o turismo e a atividade econômica. “No momento de crise econômica e social, estimulará a cadeia da construção e gerará emprego e renda. Portanto, vital para nossa região”, declarou o parlamentar agradecendo ao governador o atendimento dessa demanda de Ilhéus e região. No entanto, de acordo com Bebeto, “lamentavelmente essa conquista do povo sul-baiano tem sido alvo de uma mesquinharia política que não tem lugar na vida dos baianos”. O deputado lamentou também o fato de o ministro dos transportes, Mauricio Quintela, ter desistido de vir a Bahia assinar a ordem de serviço e ter agendado um ato à parte em Brasília, com o intuito de ofuscar essa conquista do povo do sul da Bahia.

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Geddel vendeu aeronave de R$ 700 mil para grupo J&F

Foto:Minervino Junior/CB/D.A Press.

Preso na Papuda desde setembro, o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB), vendeu, em 2012, uma aeronave de R$ 700 mil para a J&F, holding que reúne negócios de Joesley e Wesley Batista e controla a JBS. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o negócio foi realizado no período em que Geddel ocupava a vice-presidência de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal e era responsável por liberar empréstimos para empresas, entre elas, as companhias da J&F. Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, o peemedebista baiano atuou na liberação de empréstimos, em troca de propina entre 2011 e 2013, e teria beneficiado empresas da J&F, como a JBS. A aeronave vendida por Geddel à J&F é uma Piper Seneca prefixo PT-WNP, declarada entre os bens do político nas eleições de 2006 e 2010. A venda do avião não é a única ligação entre Geddel e J&F. Ele é dono de fazendas na região de Itapetinga, no interior baiano, e vende gado para a JBS, que tem um frigorífico na cidade.

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Temer gasta R$ 8 mil em caixas de bombons folheadas a ouro

O governo do presidente Michel Temer (PMDB) continua a surpreender com sua extravagância em relação a guloseimas. Depois de desistir da licitação de 500 potes de sorvete Haagen Dazs em dezembro do ano passado, um levantamento feito pela organização Conta Abertas deu conta de que R$ 8 mil foram gastos em chocolates. Segundo a pesquisa, as sete caixas de bombons da marca Aquim foram compradas pelo Ministério das Relações Exteriores, e foram dadas de presente a autoridades estrangeiras que visitaram o Brasil. As caixas são estojos especiais, com pinça folheada a ouro, fabricadas artesanalmente no município de Imbuia, em Santa Catarina, de acordo com a organização. Na nota de empenho da compra estão as características dos bombons: chocolate sabor ao leite e sem recheio.

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TCE pede que Rui, Wagner e Florence sejam investigados

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) quer abertura de investigação contra o governador Rui Costa (PT), o secretário de Desenvolvimento Econômico Jaques Wagner, o procurador-geral do Estado, Paulo Moreno, o deputado federal Afonso Florence e o chefe de gabinete de Rui, Cícero Monteiro, por possíveis irregularidades na execução de um convênio firmado pelo Executivo com o Instituto Brasil. A Corte enviou cópias de um processo que aponta irregularidades no contrato para o Ministério Público da Bahia (MP-BA), Ministério Público Federal (MPF), à Procuradoria Geral da República (PGR), ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), à Câmara dos Deputados, ao Tribunal Federal de Recursos (TRF) da 1ª Região e à Procuradoria Geral do Estado (PGE). Com isso, os órgãos devem apurar possível prática de ilícito disciplinar, criminal e ato de improbidade contra os citados. Florence, Monteiro, além da ex-presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele Paiva, e outros seis ex-dirigentes da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano a devolverem mais de R$ 11 milhões aos cofres públicos por conta das ilegalidades apontadas no convênio. Em 2014, às vésperas do pleito que elegeu Rui Costa governador do Estado, Dalva Sele foi pivô de um escândalo. Em entrevista, à revista Veja a ex-dirigente da entidade denunciou um suposto esquema que teria desviado mais de R$ 6 milhões do Fundo de Combate à Pobreza para as campanhas eleitorais do PT, por meio de recursos de convênios para a construção de casas populares, que não eram feitas. Com informações do Bahia Noticias

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DIAP Elege Bebeto Galvão “parlamentar em ascensão” pelo terceiro ano

Bebeto ao lado da prefeita de Ubaitaba, Suka (PSB) I Foto: Jackson Cristiano

Pelo terceiro ano consecutivo, o deputado federal Bebeto Galvão (PSB da Bahia) foi incluído na lista dos parlamentares em “ascensão”, divulgada em setembro pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e que integra mais uma edição do levantamento “Cabeças do Congresso”, que aponta anualmente os congressistas mais influentes do Brasil. De acordo com o DIAP, pode-se afirmar que os parlamentares em ascensão estão entre os 150 mais influentes do Congresso Nacional. A pesquisa apura a atuação dos deputados e senadores, tomando como critérios a “capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”. Em seu primeiro mandato como deputado federal, Bebeto ocupa a lista dos parlamentares em ascensão desde 2015, seu primeiro ano no Congresso. O parlamentar credita a escolha do Diap à sua atuação contínua em defesa dos trabalhadores e por pautar seu mandato, ano a ano, na defesa de um desenvolvimento pro País que alie ganhos econômicos e a manutenção e ampliação dos direitos trabalhistas. Também em setembro, o jornal A Tarde elegeu Bebeto como o oitavo parlamentar baiano mais influente na internet. A pesquisa, realizada pelo Instituto FS-B Pesquisas e Métricas em parceria com o Núcleo de Estratégia Digital e Inteligência da FSB Comunicação, considerou aspectos como o número de seguidores, alcance das publicações, interação e engajamento no Facebook. “Agradeço a todos vocês que nos seguem, compartilham e interagem com o nosso mandato através das mídias sociais”, declarou Bebeto.

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Senado acaba com coligações e cria cláusula de barreira para partidos

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (3) a votação de um projeto que acaba com as coligações para a eleição do Legislativo e cria regras para barrar legendas com baixo desempenho nas urnas. O texto foi aceito por unanimidade dos senadores presentes, com 58 votos, e segue agora para promulgação. Depois de vários meses de impasse sobre o tema, o projeto foi aprovado em dois turnos de forma expressa, em menos de 30 minutos. Pelo texto, a cláusula de barreira passa a ser aplicada já a partir das eleições do ano que vem. Já o fim das coligações é previsto apenas para 2020. A autoria inicial da PEC (proposta de emenda à Constituição) é dos senadores tucanos Ricardo Ferraço (ES) e Aécio Neves (MG). Na Câmara, a relatora foi a deputada Shéridan (PSDB-RR). O texto havia sido aprovado em novembro de 2016 pelo Senado, mas a apreciação só foi concluída na semana passada pela Câmara, no limite do prazo para ter validade em 2018. Como sofreu alterações pelos deputados, a PEC teve de passar por novo crivo dos senadores.

COLIGAÇÕES

Pelas regras em vigor atualmente, partidos podem se coligar livremente, mesmo que tenham ideologias as mais díspares possíveis. Essas uniões eleitoreiras têm o objetivo de reunir o maior número de votos para a chapa, já que as cadeiras do Legislativo são distribuídas de acordo com o número de votos obtidos por candidatos eleitos e não eleitos do partido ou da coligação. A proposta acaba com isso a partir da eleição de 2020. A outra medida da PEC também afeta os pequenos e os nanicos. Ela cria uma cláusula de desempenho (ou de barreira) para sufocar siglas que tenham baixíssimo desempenho. Hoje essas legendas já têm algumas restrições ao seu funcionamento, como uma menor fatia das verbas públicas e do tempo de propaganda partidária e eleitoral. A proposta veda completamente, para as siglas que não atingirem determinado patamar de votos, acesso a esses recursos, que são essenciais à sua sobrevivência política. Pelo texto, haverá a partir da eleição de 2018 uma cláusula de desempenho progressiva: 1,5% dos votos válidos nacionais a deputado federal, distribuídos em pelo menos um terço dos Estados. Em 2030, a cláusula chegará a 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço dos Estados, com um mínimo de 2% em cada uma deles. A estimativa é a de que a medida, ao final, reduza as atuais 35 siglas a menos da metade. Com informações do BNews

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