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Cogitando renunciar, Michel Temer tem medo de ser preso ao descer a rampa

Como já informado por alguns colunistas de política, o presidente Michel Temer (PMDB) decidiu que pode renunciar ao cargo desde que existam garantias de que não será preso após entregar a faixa. Nesta quinta (25), o jornal Valor Econômico informa que Temer tem medo de ser surpreendido e preso “na descida da rampa”. Além da perda do foro privilegiado, outro impasse é a questão do sucessor de Temer. Ainda de acordo com a publicação, uma ala do PMDB não concorda com o nome de Tasso Jereissati, preferido por caciques do PSDB. O núcleo mais próximo a Temer concorda que o ex-ministro do STF, Nelson Jobim, deveria ser o escolhido. “O nome de Jobim, com trânsito nos três maiores partidos e no Judiciário, é bem visto”, diz o texto.

Aécio entrega passaporte e tem 15 dias para se manifestar sobre prisão

Os advogados do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) entregaram nesta quarta (24) o passaporte do tucano ao STF (Supremo Tribunal Federal). Aécio também foi notificado para se manifestar em até 15 dias do pedido de prisão feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República). Ele é investigado junto com o presidente Michel Temer e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) em inquérito aberto no STF a partir da delação da JBS. Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, negou pedido de prisão de Aécio e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ao negar o pedido de prisão, Fachin impôs medidas cautelares ao senador e ao deputado, como suspensão das funções parlamentares “ou de qualquer outra função pública”, proibição de contatar outro investigado e de sair do país, e mandou que entregassem seus passaportes. Na segunda (22), Janot recorreu da decisão. Ele pediu a reconsideração e, em caso de negativa, solicitou que o recurso seja levado com urgência ao plenário do STF. Aécio recorreu da decisão de Fachin de afastá-lo das funções de senador. Segundo Janot, as gravações ambientais e grampos telefônicos decorrentes da delação premiada de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, demonstraram que os parlamentares “vêm adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato”.

Deputado Roberto Britto recebeu mais de R$ 1 milhão da JBS

O baiano que mais recebeu em doação da JBS foi o jequieense Roberto Britto (PP). Segundo o site Varela Notícias, o deputado recebeu R$ 1.100.000,00 para sua campanha, via doação do partido. Já Mário Negromonte Jr. (PP), arrecadou R$ 850 mil da empresa, também via doação partidária. Roberto Britto disse que “acontecer, aconteceu”. “Não recebi dela, mas do partido, que repassou para mim. Não tenho nada com ela (JBS), não sei quem é, agora, foi doação do partido, assim como todos receberam. Não sei o valor exato, tenho que olhar minha prestação de contas”, disse.

Doações não foram “nem caixa 2 nem propina”, rebate Davidson Magalhães

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-BA) emitiu nota na qual nega que seu nome tenha sido citado por delatores da JBS na Operação Lava Jato. Segundo Davidson, os R$ 600 mil da JBS à sua campanha foram doados de forma legal, seguindo a legislação vigente. “Elas não são, portanto nem “caixa 2″ nem propina”.  O parlamentar também disse não conhecer nem possui contato com a JBS, seus proprietários ou outros agentes da empresa. “As doações foram feitas legalmente ao diretório nacional do PCdoB, que repassou aos candidatos a deputados federais”. Abaixo, confira a nota na íntegra. Em virtude das notícias veiculadas nos últimos dias sobre as doações da JBS S/A para campanhas eleitorais, o mandato do deputado federal Davidson Magalhães vem a público esclarecer que:

1) Davidson Magalhães não consta na relação da delação premiada da JBS, nem de qualquer outra, nem constará.

2) Para além do que Joesley Batista denunciou em sua delação, a JBS realizou doações legais para campanhas eleitorais, que seguiram a legislação vigente. As doações estão declaradas no site do TSE, à disposição de qualquer cidadão que queira consultá-las. Elas não são, portanto nem “caixa 2” nem propina.

3) Davidson Magalhães não conhece, nem teve contato, com a JBS, seus proprietários ou outros agentes da empresa. As doações foram feitas legalmente ao diretório nacional do PCdoB, que repassou aos candidatos a deputados federais;

4) A doação feita à candidatura de Davidson Magalhães está registrada no TRE desde 2014, é legal e não se trata de caixa 2 e muito menos de propina. Não temos nada a esconder;

5) Como qualquer doação para campanha, não há exigência de contrapartida, nem de troca de favores. Chamar de “propina”, portanto, é incorreto. Algumas das notícias veiculadas tentam dizer que doações legais, propinas e caixa 2 são a mesma coisa, confundindo a opinião pública e desviando o foco dos corruptos;

6) Por fim, o deputado Davidson Magalhães, como sempre fez na sua história de vida pública, repudia de forma veemente corruptos e corruptores, sejam estes agentes públicos ou privados, e espera que sejam todos investigados e punidos. Com informações do Pimenta

‘Apoiar Aécio foi o maior arrependimento da minha vida política’, diz Sandro Régis

O deputado estadual Sandro Régis (DEM) disse na manhã dessa terça-feira (23), no Programa do radialista Amarelinho, na FM Ipiaú, que apoiar Aécio Neves foi o “maior arrependimento da sua vida política”. Régis ainda disparou na entrevista: “Se forem comprovadas as denúncias, o senador merece ser preso”. (Ouça trecho da entrevista) Na última eleição Sandro Régis apoiou a candidatura de Aécio à presidência da República e acabou sendo derrotado pela então presidente Dilma Roussef. Nessa segunda-feira (22), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, dono da JBS. O depoimento do empresário foi dado à PGR (Procuradoria-Geral da República) em abril e, no dia 10 passado, o conteúdo foi comunicado ao ministro do Supremo Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte. (Giro Ipiaú)

Ex-presidente Lula é denunciado na Lava Jato por caso envolvendo sítio em Atibaia

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) I Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado novamente pela Operação Lava Jato nesta segunda (22). Atingindo a quarta denúncia na força-tarefa, a atual ação do Ministério Público acusa o petista de corrupção e lavagem de dinheiro no sítio de Atibaia (SP). De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, outras 12 pessoas foram denunciadas. Entre elas, Emílio e Marcelo Odebrecht; Leo Pinheiro, da OAS; o pecuarista José Carlos Bumlai e Fernando Bittar, proprietário formal do sítio. A denúncia afirma que o ex-presidente se beneficiou de R$ 1,02 milhão em benfeitorias no sítio. O montante teria sido advindo de contratos das empreiteiras na Petrobras e repassado como vantagem ilícita a Lula. A Procuradoria acredita que o sítio pertence a Lula.

OAB decide apresentar à Câmara pedido de impeachment de Michel Temer

O Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) decidiu na madrugada deste domingo (21) apoiar o impeachment do presidente Michel Temer e formular pedido a ser protocolado na Câmara dos Deputados. Formado por bancadas com representantes dos 26 Estados do país e o Distrito Federal, o Conselho decidiu fazer uma reunião extraordinária, na sede da instituição, em Brasília, diante dos fatos da última semana. Antes das deliberações deste sábado, a maior parte das bancadas já havia se posicionado pela cassação do presidente. Em geral as bancadas expressam a opinião das seccionais da OAB nos estados. Ao todo, 25 bancadas decidiram pelo impedimento do presidente. O Amapá votou contra. Acre não compareceu. O presidente Michel Temer já possui ao menos oito pedidos de impeachment protocolados na Câmara. A OAB montou uma comissão com quatro conselheiros para analisar os documentos divulgados na última quinta-feira pelo STF (Supremo Tribunal Federal), sobre a delação dos irmãos Batista, donos da JBS. A delação serviu de base para abertura de inquérito contra o presidente no STF. No início da tarde de sábado, o presidente Temer discursou à nação e buscou descreditar o delator.

Gravação de Joesley Batista com Michel Temer tem cortes, avaliam peritos

A gravação feita entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer pode ter sido editada. Peritos ouvidos pelos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo avaliam que o áudio possui cortes. No entanto, as partes mais relevantes estariam intactas, a exemplo do momento em que o dono da JBS fala do relacionamento com Eduardo Cunha e Temer respondeu “Tem que manter isso, viu?”. Assim como no trecho em que o presidente ouve de Joesley que está manipulando a Justiça. Peritos contratados pela Folha concluíram que a gravação sofreu mais de 50 edições ou interrupções, mas não é possível saber o que as provocou. O perito contratado pelo jornal Estado de S. Paulo avaliou que houve 14 cortes na conversa entre Temer e Joesley. Nesta sexta-feira (19), o advogado criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira disse que o governo tem “informações seguras” sobre a existência de adulterações e montagens no áudio da conversa. Amigo do presidente há 40 anos, Mariz se reuniu com Temer na noite de ontem e nesta sexta, em Brasília, e vai assumir a defesa dele.

Para Bebeto Galvão, renúncia de Temer causará menos trauma ao país

Bebeto defende renúncia de Temer como medido menos traumática.

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer (PMDB). A decisão se baseia em imagens e áudios colhidos com a ajuda de Joesley Batista, um dos proprietários da JBS. O peemedebista teria estimulado o pagamento de propina em troca do silêncio ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), que está preso. Diante da crise política instaurada ontem pelas informações do jornalista Lauro Jardim (O Globo), o deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA) acredita que a renúncia de Temer seria o caminho menos traumático para o Brasil. “A renúncia causará menos trauma à economia e ao país. Seria um procedimento político célere”, disse o parlamentar, na tarde desta quinta-feira (18), em conversa por telefone com o Blog do Gusmão. O deputado está em Brasília. Viu a notícia das gravações provocar uma “hecatombe política” na capital do país. Não tem dúvidas de que os pagamentos aconteceram com a “aquiescência direta do presidente da República”. Segundo Bebeto, o “medo” de eventual delação de Cunha levou o núcleo do Planalto a estimular a “operação abafa”. Caso Temer insista em permanecer no cargo, poderá responder a pedidos de impeachment. Pelo menos três já foram apresentados ao Congresso Nacional. Outro caminho para o afastamento do presidente, aponta Bebeto, leva o caso ao Supremo Tribunal Federal. Nessa hipótese, a corte decidiria se Michel Temer cometeu “crime de responsabilidade de obstrução à Justiça”, explica. Ainda segundo o deputado do PSB, a permanência de Michel Temer no cargo ameaçaria as investigações em curso. Por outro lado, na sua opinião, uma escolha indireta do novo presidente “aprofundaria a crise” e “aumentaria a força corporativa do Congresso”. Ele é a favor da proposta de emenda constitucional que pode antecipar a eleição do próximo presidente. Defende essa posição dentro do PSB. Só “uma eleição direta poderia pacificar o país”, pois é necessário devolver o poder ao povo, “o senhor das decisões”, argumenta. Com informações do Blog do Gusmão

Lula e Dilma tinham US$ 150 milhões em conta de propina da JBS, diz Joesley

O dono da JBS, Joesley Batista, disse que transferiu para contas no exterior US$ 70 milhões destinados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais US$ 80 milhões em conta, também no exterior, em benefício da ex-presidente Dilma Roussef. Os montantes, afirmou, foram enviados por meio do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e usados gastos “tudo em campanha”. Joesley falou que tanto Lula quanto Dilma tinham conhecimento dos repasses. A declaração foi dada por Joesley em 3 de maio de 2017 na sede da Procuradoria Geral da República, em Brasília. “Teve duas fases, a do presidente Lula e teve a fase da presidente Dilma”, disse. “Na fase do presidente Lula chegou a US$ 80 milhões de dólares, na fase da presidente Dilma chegou a uns US$ 70 [milhões]. Ou ao contrário: US$ 70 [milhões] na do Lula e US$ 80 [milhões] na da Dilma.” Joesley disse que inicialmente não tinha se dado conta de que os valores eram destinados às campanhas eleitorais de Lula e Dilma. Ele afirma ter percebido quando, ainda segundo ele, Guido pediu a abertura de uma segunda conta, em nome do próprio empresário. “Foi aí a primeira vez que eu desconfiei que o dinheiro não era dele [Guido]”. “Quando terminou o governo Lula, ele falou: agora tem que abrir outra conta. Essa conta é da conta do Lula. Essa aqui.. tem que abrir uma para Dilma”, disse. Fiz uma pergunta pra eles sabem disso? Lula sabe disso, Dilma sabe ? Não, sabe sim, eu falo tudo pra eles”.

Planalto desconfia que gravação da JBS foi editada e envia áudio a peritos

O Palácio do Planalto decidiu enviar o arquivo da gravação feita pelo empresário Joesley Batista para peritos. Auxiliares de Michel Temer desconfiam que a conversa foi editada, de acordo com a colunista Mônica Bergamo. Se for comprovada a montagem, o governo deve reforçar a ideia de que o presidente foi vítima de uma “conspiração”, conforme dito pelo peemedebista a aliados logo que os áudios foram divulgados. O Planalto ainda deve reforçar o discurso de que o grampo foi ilegal, feito sem autorização da Justiça, e questionarão a Procuradoria-Geral da República. Joesley Batista, da JBS, gravou uma conversa em que Michel Temer compactua e estimula a compra do silêncio de Eduardo Cunha, e o ouve revelar suas tentativas de obstrução à Justiça.

Temer e Aécio agiram ‘em articulação’ para deter a Lava Jato, afirma Janot

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) atuaram “em articulação” para impedir o avanço da Operação Lava Jato. Segundo informação do portal G1, a afirmação consta da decisão do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) pela abertura de inquérito contra Temer, Aécio e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), a partir da delação de executivos da JBS. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (19). “Além disso, verifica-se que Aécio Neves, em articulação, dentre outros, com o presidente Michel Temer, tem buscado impedir que as investigações da Lava Jato avancem, seja por meio de medidas legislativas, seja por meio de controle de indicação de delegados de polícia que conduzirão os inquéritos”, afirma Janot, acrescentando que, neste caso, vislumbra-se a possível configuração do crime de obstrução de Justiça. No pedido, a Procuradoria afirma que o senador teria “organizado uma forma de impedir que as investigações [da Lava Jato] avançassem por meio da indicação de delegados que conduziriam os inquéritos, direcionando as distribuições”.

Ex-prefeito preso por manter escopeta em casa é solto após fiança de R$ 90 mil

Após ser preso pelo fato de policiais encontrarem uma escopeta em um imóvel, o ex-prefeito de Itagimirim, na Costa do Descobrimento, Rogério Andrade foi liberado nesta quinta-feira (18). O ex-gestor pagou uma fiança de R$ 90 mil e para ser solto. Um ex-secretário da prefeitura de Itagimirim, Rilson Neres, continua preso nesta sexta-feira (19) por portar um fuzil 762, arma de calibre restrito, o que configura crime inafiançável. Rogério Andrade, Rilson Neres e os ex-secretários Rafael Amaral, Sérgio Murilo e Wesley Gonçalves, foram conduzidos coercitivamente na quarta-feira (17) para a delegacia de Eunápolis, em uma ação do Ministério Público com apoio da Polícia Civil. Eles são acusados de peculato [desvio de dinheiro público]. Os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão em casas do prefeito, que é fazendeiro, e de ex-secretários. Segundo o site Radar 64, até uma cadeira que servia ao gabinete do então prefeito foi apreendida na operação.

Delação da JBS também cita Lula, Dilma, Renan e Serra, diz colunista

Depois do impacto devastador sobre o presidente Michel Temer (PMDB), a delação dos donos da JBS – os irmãos Joesley e Wesley Batista – recairá também sobre os ex-presidentes Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o ex-chanceler e ex-presidenciável José Serra (PSDB), segundo a colunista Eliane Cantanhêde, do Estadão. As informações devem vir à tona nesta sexta-feira (19) com valores estratosféricos, citação de nomes que até então estavam ilesos e com desdobramentos parecidos ou ainda mais danosos que os da Odebrecht. A diferença é que os irmãos Batista estão há meses gravando seus interlocutores e pautando os monitoramentos da Polícia Federal.

Geddel era ligação entre dono da JBS e Michel Temer

Geddel Vieira Lima (PMDB) I Foto: Ubaitaba Urgente

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi apontado, na gravação feita pelo dono da empresa JBS, Joesley Batista, como a “ponte” entre o presidente Michel Temer e a empresa. No áudio, Joesley destaca que “Geddel sempre estava ali”. “Mas Geddel também, com esse negócio, eu perdi o contato porque ele virou investigado, agora eu não posso também. Eu não posso encontrar com ele”, explica o empresário ao presidente durante o diálogo. Temer concorda com o dono da JBS, afirmando para ele “ir com cuidado” porque isso poderia figurar “obstrução da Justiça”. O empresário, então, questiona qual seria a melhor forma de falar com o presidente, uma vez que por intermédio de Geddel estaria mais difícil. O homem apontado por Temer para fazer essa transição seria Rodrigo da Rocha Loures, presidente da Fiep. “Se for alguma coisa que eu preciso tratar, falo com Rodrigo. Se for algum assunto desse tipo aí.. marcamos aqui.. Funciona super bem. [Nos encontramos] onze horas, dez e meia.. vem aqui, a gente conversa uns dez minutinhos, meia horinha”, disse Joesley. (Bahia Notícias)