Ubaitaba Urgente

Ubaitaba: Irmão Igor lança seu nome como pré-candidato a vereador

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Locutor Neguei e Irmão Igor.

O funcionário público municipal, mais conhecido como irmão Igor resolveu colocar seu nome como pré-candidato a vereador da cidade de Ubaitaba. Irmão Igor tem uma proposta de cuidar dos interesses do povo ubaitabense na Câmara de Vereadores e bem representar o segmento evangélico do município que precisam ter uma maior representatividade. Irmão Igor conta com o apoio do locutor sertanejo Neguei do Programa Na Fumaça do Gongo, da Rádio Ubaitaba 87.9 FM, que também é seu irmão. O pré-candidato, caso tenha o voto de confiança do povo, pretende fazer um trabalho sério e que atenda os interesses dos munícipes e também dos evangélicos. (Alessandro Granda/Ubaitaba Urgente).

Brumadense morre após ter o pescoço cortado com um facão pelo namorado

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Natural da cidade de Brumado, Cíntia Tatiane Assis Silva, 27 anos, foi morta a facadas na última sexta-feira (25), em Barra da Estiva, no sudoeste baiano.  O crime bárbaro chocou a população da cidade já que a vítima teve o pescoço cortado. O seu namorado, Daniel Ferreira, que é o principal suspeito pelo crime já foi preso pela polícia de Barra da Estiva. Cíntia morava na Vila Presidente Vargas em Brumado e deixou três filhos. (Brumado Noticias).

BR 101: Ônibus da Cidade Sol que seguia para Jequié tomba e cai em ribanceira

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Um ônibus da Viação Cidade Sol tombou na BR-101, por volta das 14h deste domingo (27), após o condutor perder o controle da direção ao desviar de um carro que seguia a frente, segundo informações de testemunhas ao Blog Marcos Frahm. O motorista do carro teria freado e, ao desviar, o ônibus precipitou-se numa ribanceira, na região do município de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano.  O ônibus seguia de Salvador com destino à cidade de Jequié e a informação é de que os passageiros sofreram ferimentos leves no acidente, registrado pela Polícia Rodoviária Federal, que realiza a Operação Semana Santa.

Ubaitaba: Pré-candidato Jailton Araújo faz visita para verificar condições do Rio Orico

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Jailton Araújo, Ismaile e Dai Sanches l Foto: Jackson Cristiano.

Atento ao problema de crise hídrica que atinge o país, o empresário e presidente da CDL, Jailton Araújo pré-candidato a prefeito na sucessão municipal, acompanhado do vereador Ismaile Mota dos Santos (PTC) e dos comerciantes Jai de Nego de Artur e Dai Sanches foram ver de perto a situação do Rio Orico, distrito que leva o mesmo nome, em Ubaitaba.  O motivo dessa visita foi verifica a denúncia de que o rio que fornece água para a cidade de Ubaitaba estava secando e os moradores já estavam apreensivos com um possível racionamento. Após avaliação foi constatado que o rio não apresenta uma redução no seu volume e que esse risco está a princípio descartado.

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Bombas de água da Embasa l Foto: Jackson Cristiano

A preocupação agora é com a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) que está retirando diariamente 40 carros pipas para abastecimento da população de Itabuna que sofre com a crise e estava consumindo água de péssima qualidade. Jailton Araújo e equipe ficaram de manter contato com os técnicos da Embasa para saber se essa retirada diária não vai afetar o volume do Rio Orico e prejudicar no futuro o povo de Ubitaba. (Alessandro Granda/Ubaitaba Urgente).

Brasil: Ministro Teori Zavaski pede informações a Dilma sobre Lula na Casa Civil

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JUSTIÇA – Cabe ao ministro Teori Zavascki homologar o acordo de delação premiada(Fellipe Sampaio/SBT)

Relator de uma das ações que questionam a nomeação do ex-presidente Lula na Casa Civil, o ministro Teori Zavascki solicitou nesta quinta-feira que a presidente Dilma Rousseff se manifeste sobre os critérios que a levaram a acomodar o petista no mais importante ministério do governo. Teori também pediu um posicionamento à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Advocacia-Gera da União. O prazo estipulado pelo ministro é de cinco dias. (Marcela Mattos, de Brasília – Veja/Abril)

Brasil: Novo ministro da Justiça foi acusado pela PF de atrapalhar investigações do mensalão

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Em fevereiro de 2015, VEJA revelou que o então ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, em um dos mais evidentes arroubos como advogado dos interesses do PT e do governo, assumiu o papel de negociador com os empreiteiros envolvidos na Lava Jato, orientou a empreiteira UTC a não aceitar acordos de colaboração com a Justiça e afirmou a advogados que a operação da Polícia Federal – órgão ligado a sua pasta na época – mudaria de rumo logo no início daquele ano. Às vésperas de a Operação Lava Jato completar dois anos, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, fechou, sim, acordo de delação premiada e agora as investigações atingiram em cheio o ex-presidente Lula, ele próprio alvo da última fase das investigações, deflagrada no dia 4. Sucessor de Cardozo depois da trapalhada na nomeação de Wellington César Lima e Silva, Aragão também é conhecido na Polícia Federal como um dos responsáveis por atuar para barrar as investigações de outro escândalo petista, o do mensalão. No final de 2005, quando o primeiro grande escândalo do governo Lula já batia às portas do Supremo Tribunal Federal (STF) com a autuação do inquérito do mensalão, um relatório da PF encaminhado ao então diretor-geral Paulo Lacerda e assinado, entre outros, pela delegada que atuava na Lava Jato Erika Marena, afirmava que Eugênio Aragão atuou junto ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, para convencer autoridades americanas a não repassar documentos da quebra do sigilo bancário da offshore Dusseldorf, do publicitário Duda Mendonça, nos EUA. Como pano de fundo para tentar barrar o envio de documentos, Aragão insinuou que policiais federais estariam por trás de vazamentos de informações de investigações com participação dos Estados Unidos. Em meio ao escândalo da compra da base aliada do primeiro mandato petista, em um depoimento revelador na CPI dos Correios, Duda Mendonça havia admitido que recebera 10,5 milhões de reais da campanha de Lula fora do país. As suspeitas contra Eugênio Aragão acabaram no Conselho Superior do Ministério Público. O novo ministro, que agora será superior hierárquico da mesma Polícia Federal, sustentou na época que, no episódio envolvendo a remessa de documentos, atuou para que os papéis fossem enviados por canais formais e, com isso, não pudessem ser desconsiderados como provas. O caso de Aragão acabou arquivado.

OAB: Tese do governo sobre impeachment ofende STF

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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, interpreta como uma agressão ao Supremo Tribunal Federal (STF) a tese do Palácio do Planalto de que há um “golpe” em curso no país para destituir a presidente Dilma Rousseff. A entidade irá entregar na segunda à Câmara um novo pedido de impeachment da presidente. O documento de 43 páginas defende que a petista deve perder o mandato e ser declarada inelegível por oito anos sob acusação de crime de responsabilidade.

“Essa afirmação do governo, com tanta frequência, de que há um golpe em curso me parece ofensiva ao próprio Supremo Tribunal Federal. Se dizem que é golpe, então o Supremo, há poucos dias, regulamentou o golpe. Ou seja, tanto não é golpe que a instância máxima da Justiça, numa sessão histórica, regulamentou o procedimento de impeachment. Isso acaba com a ladainha de golpe”, declarou Lamachia.

Além das pedaladas fiscais, argumento central do pedido de impeachment que tramita em comissão especial na Câmara, as justificativas do pedido da OAB envolvem renúncias fiscais em favor da Fifa na Copa do Mundo de 2014 e a intenção de blindar o ex-presidente Lula, investigado na Operação Lava Jato, ao dar-lhe foro privilegiado com a nomeação à Casa Civil do governo Dilma.

O presidente da OAB enfatiza que a Constituição é clara, no artigo 85, quando define que o crime de responsabilidade se caracteriza quando o presidente viola o texto constitucional. A denúncia é subscrita por Lamachia e pelo relator do processo, Erick do Nascimento.

(Com Estadão Conteúdo)

Brasil: Judas recebe folga e bonecos de Dilma e Lula são malhados na Paulista

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Manifestantes que são contrários ao governo da presidente Dilma Rousseff fizeram um protesto neste sábado, 26, na Avenida Paulista. Encenando a “malhação de Judas”, os bonecos de Dilma e do ex-presidente Lula receberam chutes, socos e pauladas. Em seguida, os manifestantes atearam fogo aos bonecos.O protesto foi convocado pelo grupo Resistência Brasil, que está acampado há mais de uma semana em frente ao prédio da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp, na Avenida Paulista. Durante a malhação, os manifestantes gritaram palavras de ordem como “Fora PT” e elogiavam o trabalho do juiz federal Sérgio Moro. Na cultura cristã, a tradicional malhação de Judas acontece sempre no Sábado de Aleluia e simboliza a morte de Judas Iscariotes, que teria entregue Jesus Cristo aos romanos por apenas 30 moedas. Esse costume foi introduzido no país pelos colonizadores portugueses.Também há registros de protestos e malhação com os bonecos de Dilma e Lula no Rio, em Curitiba, Salvador, Fortaleza e Brasília.

Política: “Dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”, diz Dilma

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Em meio à crise política e econômica que o país enfrenta, são muitas as especulações sobre o futuro incerto do governo. O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou neste domingo (29) que a presidente Dilma Rousseff fez uma declaração bastante surpresa em conversa recente com um presidente de partido da base. Segundo o interlocutor, Dilma declarou: “dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”. As próximas semanas devem ser decivisas para a política brasileira, em jogo está o desembarque do PMDB do governo, o processo de impeachment da presidente Dilma, a investigação e o impasse sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as investigações sobre o presidente da Câmara Eduardo Cunha, entre outros temas.

STF e o impeachment: os rumos do Brasil nas mãos de 11 ministros

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Os rumos da crise política brasileira estão nas mãos de nove homens e duas mulheres, ou como define o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto, “onze pares de olhos, onze experiências, onze altíssimas responsabilidades”. “Este momento é de confiança vigilante no Judiciário. Esse Poder tem, pela Constituição, a competência de falar por último quando as controvérsias lhe chegam”, resume Ayres Britto.

A principal controvérsia do momento é o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Após dois meses de paralisado no STF, que foi demandado a definir o rito que deve ser seguido para o impedimento, o impeachment avança a passos largos na Câmara. Segue tão rápido num cenário com um Governo cada vez mais isolado e assistindo a uma debandada dos aliados que o Palácio do Planalto pretende mandá-lo de volta para o Supremo, sob a alegação de que não há base legal para questionar o mandato da presidenta. “O pacto entre nós é a Constituição de 1988. Ela assegura que não se pode tirar um presidente da República legalmente eleito a não ser que haja prova de crime de responsabilidade. Não tendo, é golpe contra a democracia”, disse a presidenta em entrevista ao EL PAÍS e a outros meios estrangeiros. Outra questão importante que acabou judicializada é a posse do ex-presidente Lula na chefia da Casa Civil. Como os onze ministros responsáveis decidirão sobre esses assuntos é a pergunta que o país inteiro se faz no momento.

De todos os ministros que compõem a Corte, Teori Zavascki é o mais relevante para a Lava Jato. O relator dos processos da maior operação da história do país tem sob sua tutela o destino de mais de 50 autoridades. E a lista pode aumentar nos próximos dias, com a presença de Dilma, do vice-presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves (PSDB), todos mencionados na delação premiada de Delcídio do Amaral.

Indicado para o STF durante o Governo Dilma, Zavascki tem demonstrado discrição ao longo do processo, inclusive quando solicitou os processos do caso Lula na Lava Jato ao juiz Sérgio Moro. A investigação sobre o ex-presidente Lula acirrou os ânimos dos apoiadores do PT e do Governo, principalmente depois que Lula foi alvo de uma condução coercitiva para depor e que o sigilo de telefonemas do ex-presidente foi quebrado por Moro. As suspeitas públicas que pairavam sobre esses procedimentos foram balanceadas pela intervenção de Zavascki. O ministro criticou duramente Moro pela divulgação, mas encaminhou a decisão final para o plenário com 11 nomes do STF, a quem caberá definir se detentores de foro gravados pelos grampos, como a presidenta Dilma, serão investigados.

“Precisamos de mais plenário e menos liminares, mais decisões colegiadas e menos decisões individualizadas”, diz o professor da FGV Direito Rio Joaquim Falcão

A decisão de Zavascki alterou parte de uma liminar concedida dias antes pelo ministro Gilmar Mendes, de quem não se pode falar exatamente em discrição. Reconhecido como crítico ferrenho dos governos petistas, foi Mendes que suspendeu a posse de Lula na Casa Civil, sob a suspeita de que o ex-presidente estava atrás do foro privilegiado que o cargo lhe garantiria. Na mesma decisão, Mendes, que chegou ao STF sob indicação do então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, havia remetido a investigação sobre Lula para Curitiba — pela decisão de Zavascki, isso só deverá ocorrer após o Supremo definir que parte do processo fica no STF e que parte volta para a primeira instância.

Votos

Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo. Nelson Jr.STF

Para Joaquim Falcão, professor da FGV Direito Rio, o Supremo tem plena competência para lidar com essas questões, mas precisa tomar cuidado com a individualização das decisões. “Precisamos de mais plenário e menos liminares, mais decisões colegiadas e menos decisões individualizadas”, diz Falcão. O problema, segundo o professor, é que existem mais de 30 maneiras de acionar o Supremo, entre mandados de segurança, ações diretas de inconstitucionalidade, petições, agravos e embargos que tornam o sistema extremamente complexo.

A ministra Rosa Weber, outra indicada por Dilma de atuação discreta na Corte, negou na terça-feira um pedido de habeas corpus da defesa do ex-presidente Lula contra a decisão de Gilmar Mendes de suspender a posse na Casa Civiil. No mesmo dia, o ministro Luiz Fux — que chegou ao Supremo pouco antes do julgamento do mensalão e votou duramente contra os condenados pelo esquema — também negou provimento a um mandado de segurança que questionava a decisão de Mendes de remeter o processo de Lula para o juiz Sérgio Moro. Ambos citaram jurisprudência que visa evitar uma guerra de liminares entre ministros da corte.

Outro ministro do STF que negou pedido da defesa de Lula nesta semana foi Edson Fachin, também pelo mesmo motivo. Juiz mais novo da Corte Suprema, Fachin enfrentou pressões públicas e teve de fazer campanha de gabinete em gabinete para conseguir convencer os senadores de que não assumiria vaga no Supremo para defender o Governo Dilma. O motivo: Fachin apoiou a candidatura de Dilma publicamente em 2010, com direito a discurso disponível na internet. Na primeira votação importante, contudo, votou contra a vontade do Governo, ficando entre os vencidos quanto ao rito do impeachment que atribuiu mais importância ao Senado no processo.

“O Judiciário não é um órgão de Governo, mas um órgão impeditivo do desgoverno”, diz o ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto

A desconfiança com Fachin se assemelha àquela sentida em relação aos ministros Luis Roberto Barroso e Antonio Dias Toffoli. Um dos mais novos na Corte, Barroso participou da mobilização para a criação do PT nos anos 1980 e tem adotado posições progressistas no Supremo, em particular no seu voto pela liberação da maconha. No rito do impeachment, abriu a dissidência que resultaria em desfecho celebrado pelos governistas. Já Dias Toffoli, que foi advogado do PT e ficou marcado popularmente no julgamento do mensalão por supostamente votar para amenizar a situação de petistas como o ex-ministro José Dirceu, tem adotado com muito vigor posições parecidas com as do antipetista Gilmar Mendes.

Golpe ou não golpe

Os ministros do STF não vivem completamente apartado do mundo político — prova disso são a polêmica em torno da reunião de Lewandowski com Dilma em Portugal, no ano passado, por exemplo. Oficialmente, eles disseram que discutiram o aumento do Judiciário. Mais recentemente, a polêmica envolveu o encontro público de Gilmar Mendes com o senador oposicionista José Serra (PSDB). “Eu não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio (Neves, também senador tucano), nem com pessoas do Governo”, disse Mendes, em entrevista à BBC Brasil.

Nos últimos dias, a participação deles no cenário político se intensificou.  Ao menos dois deles, Carmém Lúcia e Dias Toffoli,  foram instados por órgãos de imprensa a comentar se “impeachment é golpe”. Responderam o óbvio, sem entrar no mérito do caso de Dilma Rousseff: reafirmaram que o instrumento está previsto na Constituição. Desde que respeitados os preceitos legais, não é golpe.

Indicada por Lula, a ministra Cármen Lúcia foi dura com os petistas durante o julgamento do mensalão, em particular ao condenar os argumentos de defesa que apresentaram o caixa dois como um crime menor ou corriqueiro. Nesta semana, foi a que mais falou sobre os caminhos do processo de impeachment. Em entrevista à GloboNews, disse: “O  processo de impeachment é previsto na Constituição. Não se pode falar em golpe se houver observância da Constituição. Agora, é preciso observar a Constituição para a gente ter garantia de que não há golpe, que, aí sim, teria de afrontar a Constituição, deixar de cumpri-la”, começou.

E acrescentou: “O processo do impeachment é político-penal, no sentido de que há uma previsão e a necessária e imprescindível observância das leis e da Constituição, para se instalar – autorizar pela Câmara, e processar e julgar pelo Senado – um crime.  E crime é uma prática que precisa ser comprovada. Só que, como tem o conteúdo político, o julgamento se faz por uma outra Casa que não o Poder Judiciário. O Senado se transforma em órgão de julgamento presidido pelo presidente do Supremo”.

Questionada se o processo poderia ser judicializado, ele sugeriu que, após chegar ao Senado, é pouco provável. “Pela singela circunstância de que o que vai para Poder Judiciário é a não observância das leis e um processo conduzido pelo presidente do Supremo, que neste caso preside a Casa julgadora, não deixará ocorrer nada que transgrida a Constituição e e as leis. A competência é do Senado, não é do Poder Judiciário.” Lúcia deve ser a próxima presidenta do Supremo.

Demais votos

Já o ministro Marco Aurélio Mello, um dos mais antigos da Corte — ele foi indicado por Fernando Collor de Mello, seu primo, em 1990 —, tem feito declarações públicas em defesa da estabilidade institucional, o que, alguns leem, como indiretamente um benefício ao Governo em atividade.

Completam a lista o atual presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, marcado por setores da opinião pública, assim como Toffoli, por ser mais suave com os petistas no julgamento do mensalão e por seus embates com o relator daquele caso, Joaquim Barbosa; e, por último, o decano Celso de Mello. Membro mais antigo do grupo (desde 1989), Mello se posicionou publicamente, em nome do STF, sobre o conteúdo das gravações em que oex-presidente Lula se referiu à Corte como “acovardada” diante do que chamou de “República de Curitiba”. A julgar pelo duro tom escolhido por Mello para a ocasião, as apostas são de que Lula e o Governo Dilma não terão vida fácil por ali.  Neste fim de semana, um vídeo com declarações dele a uma mulher que o abordou num lugar público circulou nas redes sociais. Mello defendeu a Operação Lava Jato,  que, segundo ele, “tem por finalidade expurgar a corrupção que tomou conta do Governo e de poderosíssimas empresas brasileiras”.

Nas próximas semanas, todos estarão atentos a todas as falas e gestos dos 11 do Supremo. Pressões e politizações à parte, o ex-ministro Ayres Britto repete que “o Judiciário não é um órgão de Governo, mas um órgão impeditivo do desgoverno”.

Colaborou Flávia Marreiro

Dilma teme que PP, PR e PSD também deixem o governo

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Com a possibilidade de que o PMDB confirme o rompimento com o governo Dilma, aliados da presidente temem um “efeito manada” sobre a base do governo. A decisão do PMDB será discutida em reunião de seu diretório nacional na próxima terça (29). Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os mais afetados podem ser PP, PR e PSD. O governo acredita que a saída do PMDB será concretizada. O Planalto entende que a ala rebelde do partido é agora majoritária e deve sacramentar a ruptura da aliança com o PT. Os partidos PP, PR e PSD somam juntos 121 deputados. Seus líderes têm dito que não veem sinal de reação de Dilma diante da crise.

A reportagem destaca que parlamentares estariam pressionando os dirigentes nacionais dessas siglas para deixar o governo. Senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, disse que recebeu recados de que sua bancada não está disposta a ir para o sacrifício por Dilma. Os aliados dizem que ele chegou a informar o Palácio do Planalto sobre esse movimento. Segundo relatos, Nogueira afirmou que poderia reunir cerca de 30 dos 49 votos para Dilma na Câmara, “mas só se fosse para vencer”. O discurso indica que com o agravamento progressivo do desgaste do governo, as chances de segurar aliados na base de Dilma Rousseff é cada vez menor.

Outro fator que aponta o distanciamento é o recente encontro do presidente nacional do PSD, o ministro Gilberto Kassab (Cidades), com o vice-presidente Michel Temer, principal beneficiário do impeachment de Dilma.

O PSD foi fundado por Kassab em 2011, hoje, segundo integrantes do partido, cerca de 70% da bancada é a favor do impeachment. Integrantes do PMDB avaliam que a ala que resiste ao afastamento do Planalto perdeu força nos últimos dias, especialmente após a decisão do diretório do Rio de Janeiro de romper com o PT.

A reportagem cita que existe uma tentativa do governo de atrair siglas nanicas, oferecendo a elas cargos de segundo escalão. Na próxima semana, um exemplo dessas tratativas deve ser oficializado, quando um nome do PTN, que tem 13 deputados, deve ser alçado à presidência da Funasa (Fundação Nacional de Saúde). O cargo ficou vago após a demissão de um afilhado do vice Michel Temer. Aliados de Dilma teriam conseguido, com essa estratégia, uma promessa de que 10 dos 13 deputados do PTN votarão contra o impeachment.

No entanto, o governo admite que a capacidade de segurar aliados com a oferta de cargos está limitada por dois motivos: a perspectiva de um governo Temer e o fato de que Dilma teria que sobreviver pelos próximos dois anos com baixa popularidade e sob pressão das ruas.

Policial que denunciou Aécio é encontrado morto em Belo Horizonte

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Lucas Gomes Arcanjo, policial civil de Belo Horizonte, MG, foi encontrado morto, neste sábado (26), em sua casa. Segundo o site Debate Progressista, o policial foi visto com uma gravata amarrada no pescoço na janela de seu quarto. Familiares descartam a possibilidade de suicídio. Como Arcanjo era muito conhecido por denunciar políticos tucanos em MG, há também a probabilidade de ter sido uma retaliação. Inclusive, o ele já tinha sido vítima de 4 atentados em respostas às denúncias que fazia. O caso ainda está sob investigação.

Ubaitaba: Homem tentar invadir casa de PM para roubar no bairro Conceição

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elemento é rendido pela PM.

Um elemento desconhecido foi detido na manhã deste sábado de aleluia (26), ao tentar invadir a casa de um policial Militar no bairro da Conceição em Ubaitaba. O PM estava organizando os moveis para mudar de casa e acabou deixando a porta da garagem aberta. Ao ver o policial, o elemento que estava com um comparsa saiu correndo pela rua mais foi alcançado pelo proprietário da residência, que rapidamente pediu reforço. Ao ser abordado por prepostos da polícia Militar, ainda no mesmo bairro, os policiais encontraram com o meliante, uma faca do tipo peixeira.

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Homem é levado pelos policiais em busca de possíveis vítimas.

Segundo relatos de testemunhas e informações através do WhatsApp, logo nas primeiras horas do dia dois meliantes com as mesmas características estavam rondando as casas e o comercio da cidade com o intuito de roubar. Como a delegacia de Ubaitaba não fica aberta nos fins de semana, e nenhum crime foi consumado, os policiais identificaram o meliante e liberaram logo em seguida. Um dos elementos conseguiu fugir e não foi localizado pela polícia. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente).

Ubaitaba: Agricultor foi morto a tiros na Fazenda Progresso na noite de ontem (25)

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Almilino tinha 62 anos e era irmão de Ivo da Cabana.

O agricultor Almilino Pedro dos Santos, 62 anos, que era irmão do comerciante Ivo, que possui uma Cabana/Bar na fazenda Progresso, foi morto a tiros na noite desta sexta feira (25), próximo a sua residência. O crime aconteceu na Fazenda Progresso, município de Ubaitaba, onde o mesmo possuía uma pequena propriedade rural. Almilino era muito conhecido na região, principalmente em Ubaitaba.

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Agricultor morreu no local do crime.

A polícia já realizou o levantamento cadavérico e o corpo será removido para o DPT de Ilhéus. A polícia Civil vai investigar para saber a motivação e autoria do crime. O delegado Izael Fiterman, disse ao UBAITABA URGENTE que sua equipe já deu inicio as investigações. (Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente).

Itabuna: Prefeitura abre 617 vagas em concurso público

Prefeitura de Itabuna fará concurso em 2016 com 617 vagas.
Prefeitura de Itabuna fará concurso em 2016 com 617 vagas.

A Prefeitura de Itabuna abriu inscrições para concurso público com oferta de 617 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. O salário varia de R$ 880,00 (nível fundamental) a R$ 2.485,58 (nível superior). O edital do concurso foi publicado na última quinta (24). O certame é organizado pela Fundação Professor Carlos Augusto Bitencourt (Funcab). As inscrições poderão ser feitas até dia 17 de abril, no site www.funcab.org. A taxa é R$ 50,00 (fundamental), R$ 80,00 (médio e técnico) e R$ 100,00 (superior). Doadores de sangue ou candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e membro de família de baixa renda poderão solicitar a isenção do pagamento da taxa.

CONFIRA EDITAL DO CONCURSO

A aplicação das provas está prevista para 8 de maio. As provas práticas ocorrerão em 30 de maio, conforme calendário. A previsão é de que o resultado saia até 23 de junho. O prazo de validade do concurso é dois anos, prorrogável por igual período.

VAGAS

As vagas de nível fundamental incompleto são para borracheiro, calceteiro, eletricista, pedreiro, pintor, roçador e soldador. Já as que exigem nível fundamental completo são para agente de endemias, auxiliar de infraestrutura, mecânico de máquinas pesadas, motorista e operador de máquinas. Quem possui o nível médio pode concorrer a vaga de auxiliar administrativo e operador de rádio. Existe ainda vagas para nível médio técnico (técnico de enfermagem do trabalho, técnico auxiliar de regulação médica, técnico em agrimensura, técnico em contabilidade, técnico em enfermagem, técnico em laboratório, técnico em segurança no trabalho e técnico em informática. Para o nível superior, as vagas são para administrador, advogado, arquiteto, auditor fiscal, educador físico, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, engenheiro em segurança do trabalho, analista de sistemas, assistente social, enfermeiro do trabalho, enfermeiro emergencista e enfermeiro PACS/PSF. Ainda para o nível superior, existem vagas para médico (cardiologista, dermatologista, emergencista, endocrinologista, gastroenterologista, geriatra, ginecologista, hematologista pediátrico, hepatologista, mastologista, neurologista, oncologista, oncologista pediátrico, ortopedista, pneumologista, médico PSF, urologista e médicos do Trabalho). Outras oportunidades são para nutricionista, psicólogo, psicopedagogo, terapeuta ocupacional. Na área educacional, também existem vagas para professor de Libras, professor Letras (Português/Espanhol) e Letras Português/Inglês e Técnico Administrativo (educação).

Política: Petroleiro baiano indiciado pela Lava Jato foi doador de Dilma e Rui Costa

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O petroleiro baiano, Armando Trípodi, conhecido como Bacalhau, indiciado pela Polícia Federal, na última quarta-feira (23), é um dos doares oficiais das campanhas da presidente Dilma Rousseff e do governador da Bahia, Rui Costa, em 2014. De acordo com a coluna Satélite, do jornal Correio, Trípodi chefiou o gabinete da Petrobras durante a gestão de José Sérgio Gabrielli. Trípodi doou R$ 10 mil para o caixa de Dilma em 2 de setembro. Para isso, usou o próprio cartão de crédito. Antes, em 22 de agosto, destinou outros R$ 10 mil para Rui, por meio de cheque. Em eleições anteriores, Trípodi também mostrou generosidade com os companheiros petistas. Candidato derrotado a prefeito de Salvador em 2012, o hoje secretário estadual de Turismo, Nelson Pellegrino, recebeu R$ 13 mil do braço-direito de Gabrielli na Petrobras. Já em 2010, os repasses foram mais modestos: R$ 2 mil para a candidatura de Rui a deputado federal. Todas as doações foram registradas na Justiça e consideradas legais pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Odebrecht usou distribuidores de cerveja para mascarar doações eleitorais

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As planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato na casa do presidente de um dos braços da Odebrecht indicam que o grupo pode ter usado distribuidoras de cerveja para mascarar doações eleitorais a políticos. Essas contribuições podem ter superado a cifra de R$ 30 milhões.

Conforme matéria publicada no Estadão, desde que as planilhas foram reveladas, na quarta (23), políticos citados nas listas de beneficiários de recursos vêm negando ter recebido recursos de forma irregular. Ao justificar as doações da Odebrecht, alguns apresentaram recibos de doações oficiais em nome das empresas Leyroz de Caxias ou Praiamar. Agiram assim, por exemplo, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT).

A Leyroz de Caxias e a Praiamar, porém, não são ligadas à Odebrecht e, sim, ao grupo Petrópolis, que fabrica as cervejas Itaipava e Cristal. Nas planilhas da empreiteira, a palavra “Itaipava” está anotada à mão ao lado de uma doação que indica um repasse de R$ 500 mil para Luís Fernando Pezão (PMDB), atual governador do Rio de Janeiro. Essa mesma doação para Pezão está relacionada, no topo da coluna dos valores, a um certo “Parceito IT” (sic) – indício de “parceria” entre a Odebrecht e a Itaipava no financiamento eleitoral.

Ainda conforme o EStadão, em outros trechos das planilhas, há valores significativos associados ao “parceiro IT”. Em uma delas, que relaciona doações para a campanha eleitoral de 2012, o total chega a R$ 5,8 milhões. Em outro quadro, sem data definida, o “parceiro” aparece como responsável por doações de R$ 30 milhões a 13 partidos, entre eles PT, PMDB e PSDB.

Apesar de atuar em um setor cuja lucratividade não está associada a contratos com governos ou regulamentações votadas pelo Congresso, as empresas ligadas à cervejaria Itaipava apareceram entre as principais doadoras de campanhas em 2010, 2012 e 2014. Substitutas. Nesta quarta­feira, Aécio divulgou nota em que afirma que as doações citadas nas planilhas da Odebrecht foram legais e realizadas pela Leyroz de Caxias.  Foram dois depósitos em 2010, que totalizaram quase R$ 1,1 milhão. Outro citado nas planilhas da empreiteira, o ex­senador Demóstenes Torres também justificou supostas doações da Odebrecht com depósitos do “grupo Petrópolis”, no total de R$ 1,2 milhão. Mercadante divulgou nota relacionando diversas doações da Praiamar e da Leyroz de Caxias, no total de R$ 700 mil, às doações que aparecem nas planilhas da Odebrecht.

O deputado Roberto Freire (PPS­SP), cujo nome também está nos documentos apreendidos pela Polícia Federal, informou que “o valor Planilha mostra uso de cervejaria em doações de R$ 500.000,00 foi doado ao PPS pela construtora Odebrecht em 31/8/2012  (…) e devidamente declarado à Justiça Eleitoral”. O comprovante anexado à nota não mostra um depósito da Odebrecht, mas da Leyroz de Caxias.

Segundo a Receita Federal, tanto a Praiamar quanto a Leyroz de Caxias são controladas por Roberto Luís Ramos Fontes Lopes. Em 2013, Lopes foi processado por fraude tributária. Um trecho do processo informa que o Fisco de São Paulo suspeitava da ação de Fontes Lopes como “testa de ferro” de Walter Faria, controlador do grupo Petrópolis. O MPF já encontrou elos entre Faria e os crimes investigados pela Operação Lava Jato. Uma conta ligada ao empresário na Suíça recebeu US$ 3 milhões do lobista Julio Camargo. A conta, segundo reportagem publicada no ano passado pela Folha de S. Paulo, teria sido indicada por Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de desvios de recursos da Petrobrás. Na época, todos negaram irregularidade.

Fonte: Estadão

Bacia do Jacuípe: Cinco morrem em acidente entre Riachão e Nova Fátima

Foto: Acorda Cidade
Foto: Acorda Cidade

Cinco pessoas morreram em uma colisão na altura do km414 da BR-324, entre os municípios de Riachão do Jacuípe e Nova Fátima, na Bacia do Jacuípe, na noite desta quinta-feira (24). Das cinco vítimas fatais, quatro eram da mesma família. Uma sexta vítima ficou ferida no acidente. O acidente envoveu um Fiat Strada e uma Van, que se chocaram nas imediações da ponte do Rio Camizãozinho, a sete quilômetros de Nova Fátima. Segundo o Blog Goby Rios, quatro mortos estavam no Strada. O outro óbito foi de um ocupante da van. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma ambulância do Samu foi acionada, constatou os óbitos e encaminhou o ferido até o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. Não há mais informações do estado de saúde do paciente ferido. Por conta do acidente, o trecho da pista onde ocorreu o acidente só foi liberado as 7h desta sexta-feira (25). As causas do acidente são investigadas. (Bahia Noticias).

Bahia: Criança de 11 anos é baleada ao recusar entregar celular em assalto

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Foto: Ilustrativa.

Uma criança de 11 anos foi baleada durante um assalto no bairro Palmeiras, em Juazeiro, região norte da Bahia, na quarta-feira (23). Segundo informações da polícia, um casal a bordo de uma motocicleta assaltou a vítima, que foi atingida por um tiro ao recusar entregar o celular para os criminosos. Ainda de acordo com a polícia, a dupla foi presa na quinta-feira (24). O autor do disparo teria sido a mulher, que estava na carona da moto. Após depoimentos dos assaltantes, a polícia foi em busca do revólver utilizado no assalto e outros dois homens foram presos com drogas no apartamento onde estaria a arma do crime. Os quatro envolvidos foram encaminhados até o complexo policial.  A criança foi socorrida até o Hospital de Traumas, em Petrolina. Na manhã desta sexta-feira (25), o G1 tentou contato com o hospital para atualizar o estado de saúde da vítima, mas não obteve resposta.

Ilhéus: Governador Rui Costa foi vaiado durante o Festival Aleluia

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Rui Costa (PT).

Durante a abertura do Aleluia Ilhéus Festival, na noite da última quarta-feira (23), o governador da Bahia, Rui Costa, recebeu uma sonora vaia ao ter o seu nome citado nos agradecimentos. A explicação para o ocorrido pode estar na queda da credibilidade do governador junto à população ilheense, que anda desanimada com a suspensão de importantes obras de responsabilidade do estado, como a construção da nova ponte centro/zona-sul e ampliação do Hospital Regional. Segundo a polícia Militar, cerca de 30 mil pessoas compareceram na abertura do evento, que acontece até o próximo sábado, dia 26, na Avenida Soares Lopes, contando com apoio do governo do estado. (O Tabuleiro)